Circuito Sesc Curitiba 2008


Foto 1- Nicolle e Professor Armando Romero ( treinador)
Foto 2- Vanderlei Cordeiro de Lima
Foto 3- Pódio Primeiro Lugar

Nicolle N. Ansay – Campeã corrida SESC Curitiba 2008

//www.youtube.com/get_player

Hoje a Nicolle participou da corrida do Circuito SESC Curitiba 2008.

Ficou em primeiro lugar na corrida de 1 km.

Recebeu um trófeu lindo do atleta olímpico Vanderley Cordeiro de Lima.

Foi um momento muito especial.

Caminhada e corrida de rua Sesc Curitiba

Domingo tem o circuito Sesc, caminhada e corrida eou fazer Curitiba.
Vou fazer a caminhada e a Nick vai correr.
Inscrição on-line http://www.sescpr.com.br/

Noemi

Filme : Um violonista no telhado.

A história passa-se na pequena aldeia ficcional de Anatevka, na Rússia sob o Czarismo, no início do século XX. Lá vivem, em boa vizinhança mas sem se misturar, as comunidades judaica e cristã ortodoxa, seguindo as antigas tradições estabelecidas.
O leiteiro judeu Tevye leva uma vida tranquila até o dia em que pretende casar as suas duas filhas mais velhas, Tzeitel e Hodel. Ambas recusam os casamentos arranjados pelo pai e a tolerância de Teyve é levada ao limite quando outra das suas filhas, Chava, decide casar com um não judeu. O leiteiro debate-se nesta situação delicada quando um decreto do Czar obriga todos os judeus a abandonar a aldeia, condenando a sua família ao exílio e à dispersão.

Uma história sobre amor, desprendimento, esperança, preconceito, dor e claro…muita TRADITION!

Menina Mimada

Menina Mimada


Com ares de altivez
a menina mimada diz:

-Não quero crescer.

-Não quero cabelos brancos.
-Não quero pés de galinha e rugas.
-Não quero terçóis e hemorróidas.
-Muito menos joanete e bico de papagaio.
Menina mimada,
que não quer sofrer,
que se ilude com a eterna juventude,
que não quer perder nenhum minuto de vida.
Menina mimada,
cheia de vontades e caprichos,
cheia de ilusões dos contos de fada,
em um mundo cor-de-rosa que já acabou.
Não vês menina
que a Rapunzel e a Cinderela
ficaram em um passado distante,
e que o príncipe virou um sapo.
Não vês menina,
que o tempo é implacável,
que é impossível freá-lo ?
Tudo passa,
a doce primavera passará,
a meninice e a juventude passarão.
Até o medo de crescer e dos cabelos brancos passará.
Poderás conservar a juventude só em tua memória,
as águas frescas, o perfume das flores,
o canto dos pássaros, a vida em flor.
Mas não se iluda, não,
chegará o inverno, é inevitável.
Mas quem te disse menina mimada,
que no inverno não há vida,
não há beleza,
e não há um renascimento?


N.N.A 20/11/2008 ás 10h

Imagem: Klint (1912-1913) Mada Primavesi

PAYNE, Laura. KLINT. Barcelona: Parragon, 2004

Estupidez

Estupidez

A estupidez humana
é um fato incontestável,
é notória, óbvia, real,
tão evidente neste “homo” que se julga “sapiens”.

A estupidez está escancarada,
está exibida nas vitrines,
está estampada no rosto,
está nas entranhas e vísceras.

A estupidez pode ser cartografada,
documentada e mapeada.
É possível examiná-la,
tocá-la e dissecá-la.

A estupidez não é falta de inteligência,
é a deturpação dela,
onde as trevas encobrem a razão,
onde as evidências racionais não bastam.

Será possível exterminá-la, erradicá-la?
nestes dias onde tudo é fulgás,
tudo é descartável,
tudo é volátil, tudo é virtual.

A estupidez faz o homem
insistir no erro, faz o homem
perder a razão,
faz o homem comer com os porcos.

A estupidez,
leva a insanidade, a mentira,
leva aos miragens no deserto, ilusão de ótica,
leva ao engano consigo mesmo e com o próximo.

A estupidez
desencarrilha o pensamento
cega, adoece, perturba,
A estupidez mata.

Insensato coração,
enganoso coração,
quem manda no teu destino?
Quem pode frear teus caprichos?

Estúpido homem,
que despreza a paz e faz a guerra,
que despreza o amor e alimenta o ódio.
que quer o paraíso, mas destrói seu quintal.

Estúpido homem,
Filho pródigo, raça de víboras,
Quem poderá corrigir a rota do teu coração?
Quem poderá eliminar dos teus ossos a corrupção?

Dos nascidos de mulher
Só houve Um,
Justo, reto e bom.
O Santo Deus, Filho de Deus.

Só um não pecou jamais,
Só um amou perfeitamente,
Só um deu sua vida por estúpidos pecadores,
Só um, Deus encarnado entre nós.

O Único que pode salvar,
O Único que pode arrancar a estupidez da carne e coração,
O Único que nos levará a casa do Pai novamente,
O Único que irá nos tirar da lama, da opressão,
O Único que nos fará conhecer a verdade.

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas,
e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?
Jeremias 17:9

Convivência dos Jovens 2008


Convivência Grupo Elohim, tempo de comunhão, carinho, ministração….além de boa comida, praia, música da boa ( he,he,he) e artesanato com nossa professora Nelinha.
Sentimos falta da Gi, Collors e Marcia (nova integrante do grupo).

Adélia Prado

Anímico

Nasceu no meu jardim um pé de mato
que dá flor amarela
Toda manhã vou lá pra escutar a zoeira
da insetaria na festa.
Tem zoado de todo jeito:
tem do grosso, do fino, de aprendiz e de mestre.
É pata, é asa, é boca, é bico,
É grão de poeira, é pólen na fogueira do sol.
Parece que a arvorezinha conversa.
PRADO, Adélia. Bagagem. Rio de Janeiro: Record, 2007.

Carolina 92 anos- Minha avó

Carolina
Carolina,
Mamãe Carolina, Vovó Carolina,
Bisavó Carolina, Tia Carolina,
Dona Carolina, Dona Carola.

– Dona Carolina! Dona Carolina!
Gritam as crianças no portão,
Chamam com carinho por Dona Carola,
pedindo uma caridade, pedindo um conselho amigo.

Dona Carolina, nunca nega um favor,
uma gentileza, uma muda de flor,
um prato de comida, um copo de água,
um abraço amigo, uma oração.

Dona Carolina,
Amada por todos,
Sempre disposta,
Sempre de bem com vida.

Dona Carolina,
leitora dedicada das Escrituras Sagradas,
uma mulher de oração,
uma mulher virtuosa.

Ah, Dona Carolina,
Com seus longos cabelos trançados,
Seu rosto suave e gentil,
És uma rosa perfumada,
em um mundo de tanta dor e sofrimento.

Nem parece Dona Carola,
que já passou por tantas intempéries,
Por tantas tempestades e enchentes,
Por tantas “Lutas” na vida.

-É uma luta minha filha…
É verdade, Vovó Carolina a vida não é fácil mesmo…
É uma luta a ser vencida a cada dia,
De sol a sol ao longo dos anos.

É uma luta que Dona Carolina
enfrenta ano após ano,
olhando para o Alto,
buscando em Deus a vitória.

Dona Carolina,
De onde vem a quietude do teu espírito?
Tua bondade e generosidade?
Sua saúde e disposição?

Nos ensine Dona Carolina a simplicidade da vida,
Nos ensine a sermos gratos,
Nos ensine a aceitar aquilo que não pode ser mudado.
Nos ensine a perseverar e a confiar,
Nos ensine a viver cada dia no temor do Senhor.
Nos ensine a amar a Deus e ao próximo.

Sua neta que te ama

Noemi

Um site WordPress.com.

Acima ↑