Todo Homem Precisa de uma Mãe

 

O sol, manhã de flor e sal
E areia no batom

Farol, saudades no varal
Vermelho, azul, marrom

Eu sou cordão umbilical
Pra mim nunca tá bom

E o sol queimando o meu jornal

Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu, espuma de maçã
Barriga, dois irmãos

O meu cabelo negra lã
Nariz, e rosto, e mãos

O mel, a prata, o ouro e a rã
Cabeça e coração

E o céu se abre de manhã
Me abrigo em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

Zeca Veloso

Sombra

Minha sombra,
é o Eu que desconheço,
mas que persigo.
Só a vejo quando me exponho a Luz,
projeção intocável da carne, corpo e espírito,
inatingível forma do meu Ser.
(Noemi N. Ansay)

 

Chile – Chicago Boys

 

 

 

 

https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/43743/R%20-%20T%20-%20NOEMI%20NASCIMENTO%20ANSAY.pdf?sequence=1&isAllowed=y

 

http://www.ihu.unisinos.br/584287-o-laco-de-paulo-guedes-com-os-chicago-boys-do-chile-de-pinochet?fbclid=IwAR1Rhq0EXQbSZhpsnKXJVq1YcJyBSoOQDgEWeZTxIf0C5B_m59XbytqdZNM

Little Things With Great Love (Featuring Madison Cunningham)

Mude você

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Progression: A documentary on music therapy

 

Este documentário analisa os diferentes indivíduos que podem se beneficiar da musicoterapia. Também analisa o futuro da musicoterapia na Irlanda, já que esta terapia ainda não recebeu reconhecimento legal na Irlanda.

Khruangbin

 

“Julgo que todos adoramos música que nos leve a algum novo lugar. Como o gospel. Segundo a definição do género, não é psicadélica, mas leva-te realmente algures – como o faz o rock psicadélico. É música transportadora”, dizia Laura Lee à XL8RL no início deste ano. “A música tailandesa de que gostamos era fortemente influenciada pela soul e pelo funk americanos, e depois foi reflectida de novo em nós. Vai e vem. Transforma-se num espelho perante outro espelho. Gosto muito dessa ideia”, afirmava Mark Speer.”

https://www.publico.pt/2018/05/04/culturaipsilon/noticia/a-musica-dos-khruangbin-voa-para-todo-o-mundo-1815874

 

“She was a queen
She had a house
She was a fighter
She was a queen

Had a good dude
Bought me a rabbit
She was a queen
Wearing white gloves
But she kept ‘em clean
Classy Lady
But she wasn’t quiet
She was a queen

One day she was gone
She died in a fight
‘Cause she was a fighter
She was a queen.”

“Diz a banda que, no final dos concertos, são abordados por gente que lhes diz que a música dos Khruangbin faz, literalmente, parte do seu dia-a-dia. “Falam muito de cozinhar, estudar, fazer jardinagem, tomar um duche. Uma obstetra contou-nos que faz os partos enquanto ouve os nossos discos”. Tal não significa que esta música encaixe na categoria de ruído de fundo anódino, qual negligenciável papel de parede a envolver o quotidiano. Precisamente o contrário. Na sua inspirada discrição, na sua elegância despida de qualquer espalhafato, a música dos Khruangbin é um bálsamo para o correr dos dias: carregamo-la connosco e transforma-se a realidade em redor.”

 

 

 

 

 

She was a queen