Revista Brasileira de Musicoterapia ANO XIX NÚMERO ED. ESPECIAL / 2017

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Leia a Revista Completa: http://www.revistademusicoterapia.mus.br/wp-content/uploads/2018/04/Revista-Brasileira-de-Musicoterapia_2017-EE.pdf

  • O que as pesquisas em musicoterapia falam da infância e da adolescência?
    How does research in music therapy concerns in childhood and adolescence?  Noemi Nascimento Ansay

p. 298

  • Musicoterapia na escola: desafios e perspectivas para a construção de espaços inclusivos
    Music therapy in school: challenges and perspectives for the construction of inclusive spaces
    Lindsy Fernandes da Silva
    Noemi Nascimento Ansay

p.98

InCantare: períodico que articula arte, saúde e educação

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http://periodicos.unespar.edu.br/index.php/incantare

Foco e Escopo

A InCantare é uma revista interdisciplinar que enfatiza a veiculação de artigos que tratam de articulações entre arte, saúde e educação. O periódico é uma publicação do Campus de Curitiba II da Faculdade de Artes do Paraná – FAP/UNESPAR, com periodicidade semestral. A revista foi criada no ano de 2010, intitulada NEPIM (ISSN 2237-3365) e no ano de 2012 foi renomeada para InCantare. Mantida pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Musicoterapia – NEPIM, a revista tem por objetivo publicar e divulgar artigos originais e inéditos de autores filiados a grupos de pesquisa, que tragam contribuições para o campo da Musicoterapia, da Música, da Educação, da Saúde e de áreas afins, fomentando assim o intercâmbio entre pesquisadores de diversas instituições universitárias do país. Atualmente, a revista encontra-se indexada nas bases Periódicos (CAPES), Sumários (nacional), Latindex (latino americano), e Copernicus (internacional). A Revista InCantare está disponível na versão on-line, ISSN 2317-417X. As contribuições enviadas pelos autores serão submetidas ao processo de revisão cega por pares de no mínimo dois relatores especialistas ad-hoc mais a revisão dos editores.

A Revista InCantare recebe artigos para dois volumes ao ano e a submissão é feita exclusivamente através de cadastro do autor no portal de periódicos da UNESPAR. A publicação tem por objetivo divulgar artigos nas áreas de Musicoterapia, Música, Educação, Saúde e afins, nas suas mais variadas formas de análise disciplinar, incentivando assim o intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores de diversas instituições de ensino, sejam elas brasileiras ou estrangeiras.

Construindo em um lar, um abrigo para tempestade

 

 

White Owl

When the night comes
And you don’t know which way to go
Through the shadowlands
And forgotten paths
You will find a road

Like an owl you must fly in moonlight with an open eye
And use your instinct as a guide, to navigate the ways that lays before you
You were born to, take the greatest flight

Like a serpent and a dove, you will have wisdom born of love
To carry visions from above into the places no man dares to follow
Every hollow in the dark of night
Waiting for the light
Take the flame tonight

Cause, child the time has come for you to go
You will never be alone
Every dream that you have been shown
Will be like living stone
Building you into a home
A shelter from the storm

Like a messenger of peace, the beauty waits be released
Upon the sacred path you keep, leading deeper into the unveiling
As your sailing, across the great divide

Like a wolf at midnight howls, you use your voice in darkest hours
To break the silence and the power, holding back the others from their glory
Every story will be written soon
The blood is on the moon
Morning will come soon

Cause, child the time has come for you to go
You will never be alone
Every dream that you have been shown
Will be like living stone
Building you into a home
A shelter from the storm

Josh Garrels

Grammy 2017- melhor álbum rock latino Residente: René Pérez Joglar

Já fazem duas semanas que comecei a escutar o álbum Residente, do porto riquenho René Pérez, as músicas são de uma riqueza rítmica, melódica e cultural admiráveis. Mal sabia, que ele seria premiado com um Grammy em 2017.

Estamos conectados por meio da música ao local e ao global,  ao grande mar universal humano e transcendental da vida.

” Aquí no hay caviar, pero hay maíz. ¿Pa’ qué queremos radios si aquí hay tambores? Oye.” (RESIDENTE)

 

Poesia musical

Milo

Todos te estaban esperando
El viento cantaba bailando
Las olas se levantaron de su silla
Y los caracoles te esperaban en la orilla
También te esperaban en la arena desde los animalitos más chiquitos hasta las ballenas
Las estrellas se veían a plena luz del día
Porque te esperaban para hacerte compañía
Y naciste, rápido y despacio
Respirando como un astronauta en el espacio
Hablabas otro idioma
Que venias de un planeta sin personas
Y despertaste hasta las plantas
Cuando la selva rugió desde tu garganta
Y aunque no entendieras todo lo que sentiste
Sin tener que abrir los ojos nos descubriste
Bolsita de leche
Masita de pan
Pipita de harina
Cachetes de flan
Deditos de algodón en las manitas y en los pies
Agua santa que huele a bebé
Te ries y el mundo se siente importante
Y todos los duendes se vuelven gigantes
Contigo los días son fiesta
Y haces que la música suene sin orquesta
Te gusta que el viento te sople en la cara
Comer con las manos sin usar cuchara
Tocar las flores que salen en abril
Y hablar con los trenes del ferrocarril
En tu propio eje y sin camiseta
Te gusta dar vueltas como los planetas
Convertirte en carro y también en cohete
Jugar todo el tiempo aunque no hayan juguetes
Andar por el pasto sin las zapatillas
Eres amigo de las cosas sencillas
Por eso me abrazas y me descongelas
Y me haces sentir como un globo que vuela
Ahora ya se porque escribo
Aunque nunca sepa el día ni la hora en la que vivo
Cuando hablas mi despiste te atiende
Viniste a enseñarme como es que se aprende
Nunca es tarde para nada
La mañana está esperando
Si te perdiste el tren puedes llegar caminando
Las oportunidades ahí están
Pero son como las olas
Llegan y se van
Y aunque seamos de colores diferentes
Todos comemos con la boca
Y masticamos con los dientes
Hay que ser buena gente y agradecido
Y proteger el árbol pa’ que no se caiga el nido
Y ojalá que nada te duela
Pero si te duele que te sirva de escuela
Ojalá que te enamores muchas veces
Porque con un beso lo malo desaparece
No tienes que llorar
Va a parar de llover
Yo salí a trabajar, pero voy a volver
Y te voy a construir un castillo de bambú
Lo que nunca tuve yo quiero que lo tengas tú
Compositores: Rafael Arcaute / Rene Perez Joglar
Letra de Milo © Sony/ATV Music Publishing LLC

Kiko Zambianchi em Curitiba

 

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“Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar de chover
Nos primeiros erros
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria ar
Mas só chove, chove
Chove, chove

Kiko Zambianchi.

Fui nas lojas Americanas, no Shopping Curitiba e começo a ouvir a música “Primeiros erros”, de repente, muitas pessoas começam a sussurrar a letra, chego no caixa e o rapaz que me atende, cantando baixinho, cantamos juntos e concordamos: um clássico absoluto e enquanto passo balas de goma, uma tinta de cabelo e meias calças, penso que é uma banda cover. Saio da loja, vejo uma muvuca de gente, passo de largo, vou ao banheiro e quando saio, escuto um agradecimento ao Kiko, não acredito, ele aqui? Me aproximo, uma multidão ao redor, com senhas e filas, para falar com ele. Penso, puxa, até gostaria de ficar, mas, não tenho tempo. Dou a volta, pra tirar uma foto, quando vejo, o Kiko se aproxima do local onde estava, tira foto com um casal, uma moça do lado pede uma foto comigo e ela. Ele se aproxima, diz: tiro uma só com você e depois com ela. Fico nervosa pra tirar uma bendita self, ele percebe e me ajuda com o celular, digo que quando era adolescente, sua música, era um hino da nossa geração. Agradeço por sua generosidade, passo pela multidão toda faceira e sorrindo. Bem, se já gostava dessa canção, agora muito mais. A beleza do acaso, eu sem esperar nada, ganho esse presente. 

#kikozambianchi

 

“Se juntan dos palomitos” de Violeta Parra en lengua de señas (LSCh)/ Poema: Chileno

Chileno

Cabe en mi corazón latinoamericano:

sus desiertos solitarios,

sus cordilleras heladas,

tu abundantes lluvias,

sus salares, volcanes e islas,

sus temblores y terremotos.

 

su cara con rasgos mapuches,

sus ojos almendrados,

su piel morena,

su olor de Araucaria

su cuerpo que se parece más a un oasis.

 

sus pueblos originarios:

Ayamara Changos, Chonos,

Atacameña, Rapa Nui,

Selk’nam, Yamana,

Kawashkar, Tehuelche y Mapuche.

 

sus sonidos y silencios,

tu arpa y la guitarra,

la voz de Violeta Parra y Víctor Jara,

tus bailes chilenos:  cueca campesina, criolla  y valseada,

sus cumbias y fusiones musicales.

 

sus grandes pintores:

González, Puelma Abarca, Adulnate,

sus grandes poetas:

Pablo Neruda, Gabriela Mistral, Nicanor Parra,

tú eres en prosa y verso.

 

sus contradicciones,  tan humano …

su inconformismo por los muertos de la dictadura,

tu gran dolor,

su grito atrapado en la garganta,

su deseo de cambio.

 

sus lágrimas y tu risa,

su juventud y su vejez,

sus ganancias y pérdidas,

tu amor y tu odio,

Su guerra y su paz.

 

sus fronteras y la geografía,

latitudes y longitudes,

su extremo sur,

tu amor que cruza la Cordillera,

todo cabe en mi corazón latinoamericano.

 

Noemi N. Ansay

Os Teus Olhos me viram…

“Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra.
Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.
E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles!”
Salmos 139:16,17

 

 

Michael Jackson – Que falta você nos faz – 8 anos da sua partida.

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Imagem: https://www.facebook.com/michaeljackson/

Gênio musical, um artista completo, uma alma sensível, amigo fiel, um pai, um filantropo e sobretudo um visionário.

Cresci escutando esse talento indiscutível. Nos anos 80, dançávamos e cantávamos seus hits, sua música nos tocava de forma profunda. Seu legado é tão grande que se estendeu para todas as vertentes de arte pop e manifestações artísticas. Ontem, escutei por algumas horas suas músicas, sem me dar conta, que hoje fariam 8 anos que ele se foi, mas sua obra vive em nossa memória e se renova sempre.

 

Como funciona nosso ouvido?

A orelha funciona como uma concha acústica, que capta os sons e os direciona para o canal auditivo. As ondas sonoras fazem vibrar o ar dentro do canal do ouvido e a vibração é transmitida ao tímpano. Esticada como a pele de um tambor, a membrana timpânica vibra, movendo o osso martelo, que faz vibrar o osso bigorna, que por sua vez, faz vibrar o osso estribo. Esses ossículos funcionam como amplificadores das vibrações. A base do osso estribo se conecta a uma região da membrana da cóclea denominada janela oval, e a faz vibrar, comunicando a vibração ao líquido coclear. O movimento desse líquido faz vibrar a membrana basilar e as células sensoriais. Os pelos dessas células, ao encostar levemente na membrana tectórica, geram impulsos nervosos, que são transmitidos pelo nervo auditivo ao centro de audição do córtex cerebral.

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/FisiologiaAnimal/sentido6.php

Maravilhoso perceber cada detalhe no processo da audição, a anatomia e fisiologia do ouvido. Fico imaginando todo esse processo durante a audição de uma música.

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