Chá Beneficente em Prol do Haiti
MISSÃO HAITI

NA SEXTA-FEIRA, PARTICIPEI DO CHÁ BENEFICENTE EM PROL DA MISSÃO HAITI, FOI MARAVILHOSO VER AS PERSPECTIVAS DA VIAGEM QUE A GEIZA FARÁ COM UMA EQUIPE AO HAITI, NO DIA 27 DE ABRIL. MEU CORAÇÃO VAI COM ELA, CRENDO QUE O SENHOR FARÁ GRANDES COISAS.
N.N.A.
Geiza Mendes
Missão Haiti
ORE INVISTA VÁ
Tel.: 0xx41 8863-9936
Banco Bradesco:Ag.: 3286-7
Conta Poupança: 1002347-5
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“A união faz a força, o conhecimento traz poder e atitude é tudo”.
LANCE ARMSTRONG
Touch The Sound Evelyn Glennie
Notícia publicada Folha de São Paulo, quinta-feira, 30 de setembro de 2004
Percussionista escocesa surda faz solo brasileiro
A percussionista escocesa Evelyn Glennie, 39, surda desde os 12 anos, apresenta-se hoje e sábado com a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) como solista de “Radiância”, peça contemporânea do compositor brasileiro Paulo Chagas, e “Veni, Veni, Emmanuel”, do também contemporâneo escocês James MacMillan.
As duas récitas, sob a regência de John Neschling, também trarão “O Beijo da Fada”, música para balé em quatro cenas, escrita em 1928 por Igor Stravinski.
Glennie é uma personalidade de perfil raro entre os grandes nomes mundiais da música erudita.
Sua forte presença em cena e sua agitada agenda pessoal -em média uma apresentação a cada três dias e mais atividades filantrópicas e didáticas- deram a ela uma projeção que normalmente beneficia apenas violinistas, pianistas ou intérpretes de instrumentos com capacidade de harmonização mais reconhecida pelo grande público.
Na peça de Paulo Chagas seus instrumentos são sinos tubulares, tam-tans, pratos, caixas, tamborins, agogôs, triângulo, bongôs, bateria e bombo.
Na de MacMillan, interpreta tam-tans, vibrafone, caixas, congas, tom-tons, gongos, sinos de templo, blocos de madeira, sinos de vaca, sinos tubulares, marimba, pratos e tambor com pedal.
Vibrações sonoras
A deficiência auditiva da solista é um “simples detalhe” que implica algumas providências insólitas. Ela se apresenta descalça para captar as vibrações do chão e, muitas vezes, justapõe o instrumento ao ventre para senti-lo de forma mais íntima. E precisa, para concentrar-se de modo excepcional nas indicações de andamento dadas pelo regente.
Apesar de carreira relativamente recente, iniciada em meados dos anos 80, Evelyn Glennie traz um currículo com episódios de invejável intensidade.
Interpreta cerca de 60 instrumentos de percussão. Já gravou 18 CDs, dois deles premiados com o Grammy, e já se apresentou em 42 países. Publicou aos 30 anos uma autobiografia, “Good Vibrations”, consumida pelo mercado como uma espécie de guia para o exercício da força de vontade de uma deficiente auditiva.
Compositores dedicaram-lhe 129 peças para o repertório de percussão. Sua biblioteca pessoal tem 2.600 partituras para os múltiplos instrumentos que domina.
Há alguns meses, uma entrevista que deu à BBC World mostrou dela um perfil extrovertido e fascinante. Seu sonho infantil era ser cabeleireira.
Ela gosta de andar de motocicleta e de brincar de videogame. Entre seus hobbies está colecionar instrumentos (diz ter 1.800 em casa) e ler. As livrarias são os locais que ela afirma mais gostar de freqüentar.
Já se apresentou como solista de praticamente todas as grandes orquestras mundiais -entre as exceções, a Filarmônica de Berlim e de São Petesburgo. Foi regida por maestros como Georg Solti, Vladimir Ashkenazy, Luciano Berio e Christoph von Dohnanyi.
Possui, por fim, 13 títulos honorários dados por importantes universidades européias.
Se currículo do principal intérprete é um indício de grandes espetáculos, a Osesp está diante de duas récitas verdadeiramente excepcionais. (JBN)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/acontece/ac3009200404.htm
Lindas Demais….
Lindas da Tia Noe, Rafinha e Isabelle
Isabelle cantando, linda demais…
Encontro do NEPIM – FAP
Grupo de pesquisa do Nepim, todos lindos e maravilhosos.
Alunos do segundo ano de Musicoterapia
Alunos do primeiro ano de Musicoterapia
Ana e Larissa
Alunos do quarto ano
Reportagem sobre preconceito musical
Baião, xote, xaxado. Lamê, cafona, brega. Axé, lambada, c ar imbó. Jovem Guarda, iê-iê-iê, canção romântica. Samba de morro, samba joia, partido alto, pagode. Música caipira e sertaneja, guarânia e vanerão. Canção de protesto. Pop. Heavy metal, rock progressivo, emo. House, tecno, electro. Tecnobrega, forró, funk carioca, rap. Cada um desses gêneros musicais tem seguidores aos milhões, mas também tem de enfrentar exércitos às vezes reduzidos, mas sempre barulhentos, de detratores.
Em sua maioria, desperta ódio especial junto a consumidores tidos como cultos, intelectuais, críticos, formadores de opinião. Esses trazem sempre na cartola o argumento de preferir música dita fina, refinada, sofisticada, mas tampouco seus gêneros prediletos se safam de outros tipos de muxoxos, narizes torcidos e intolerâncias. Música erudita. Jazz. Blues. Bossa nova. Clube da esquina. MPB. Supostamente, estamos falando de estética, das distinções entre o que se entende como música “de qualidade” e “sem qualidade”, “boa” e “ruim”, de “bom gosto” e “mau gosto”. A zona fronteiriça entre os dois extremos é frequentemente nebulosa, pantanosa e fugidia, daquelas de atolar em areia movediça quem exiba muita certeza sobre onde está pisando. Ainda assim, há sempre alguém disposto a decretar, pronta e despoticamente: “Brega é lixo”, “música caipira não presta”, “iê-iê-iê é uma porcaria”.
Atrás das cortinas do “bom gosto” e do “mau gosto”, esconde-se um bichinho do qual em geral preferimos fugir a 120, 150, 200 quilômetros por hora e que atende pelo nome de preconceito. Será que eu desprezo o axé porque é péssimo ou porque desejo me manter bem distante dos baianos periféricos, pobres e pretos que o inventaram? Você detesta os emos porque fazem rock muito pauleira ou porque não se dá bem com seus figurinos esquisitões, soturnos, sexualmente indefinidos? É ficar entre uma coisa ou outra, indubitavelmente? Ou a repulsa (extra) musical nasce de uma gororoba mista disso tudo?
Leia o artigo completo no http://www2.livrariacultura.com.br/culturanews/rc32/index2.asp?page=capa
I Encontro do Núcleo de Estudos e Pesquisa Interdisciplinares em Musicoterapia – NEPIM
I ENCONTRO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS INTERDISCIPLINARES EM MUSICOTERAPIA- NEPIM
DATA: 18/03/2010
Local: Faculdade de Artes do Paraná.
Manhã:
8:00 – 8:30 Recepção e credenciamento
8:30 – 8:45 – Abertura
8:45 – 10:00 – Professores Seniores do Curso de Musicoterapia: Relato de Estudo de casos musicoterapêuticos e suas implicações no campo da pesquisa .
Participantes: Profª Cinira Mezzadri e Profª Jônia Messagi.
Mediadora: Profª Ana Maria de Barros
10:00 – 10:30 Intervalo
10:30 – 11:45 Palestra. Música e musicalidades como objeto de pesquisa.
Palestrante: Prof. Dr. Guilherme Romanelli
11:45 – 13:0011:45 – 13:00: Intervalo
!3:00/13:30 – Momento musical: Professores e convidados
13:30– 15:30 – SALAS DE DISCUSSÃO: RELATOS DE ESTUDOS E PESQUISAS DO NEPIM
SALA 1 – LINHAS DE PESQUISA: Música e Musicoterapia. Música, linguagem e cognição. Cultura, sociedade e contemporaneidade: manifestações sonoras. Manifestações artísticas na rotina diária: grupos e comunidades e seus meios de expressão.
ESTUDOS:
Composição musical e resolução de problemas: um estudo sobre novas estratégias para o aprendizado musical. Bernardo Grassi. Aluno colaborador: Felipe Anjos Afonso.
Elementos da estética contemporânea da música na perspectiva da musicoterapia. Lydio Roberto Silva
Musicoterapia e Políticas Públicas – Laize Guazina e Mariana Arruda
Encontros abertos em musicoterapia – Rosemyriam Cunha.
Alunos colaboradores: Anna Luiza Cardoso, Caroline Alencar, Edmilson Torres, Larissa Andrade, Maristela Sposito, Patrícia Fiorelli, Rafaela Zerbini, Stela M. Cantarelli, Frederico Pedrosa, Mateus Azevedo.
Tecendo relações, construindo diálogos – Musicoterapia e Saúde. Márcia Menim e Sheila Volpi.
Apoio: Frederico
SALA 2 – LINHAS DE PESQUISA: Musicoterapia na promoção, prevenção e reabilitação da saúde. Cognição, criatividade, identidade e emoção. Arte e inclusão escolar. Educação, música e musicoterapia.
ESTUDOS:
Autismo, linguagem e inclusão – Carlos Mosquera e Rosanny Moraes Teixeira
Música e cognição – Clara Márcia Piazzetta
Inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais no ensino superior – Noemi Ansay
Música e promoção da linguagem no espaço da educação infantil – Pierangela Nota Simões
Mapeamento das associações e experiências comunitárias de usuários de serviços de Saúde Mental em Curitiba – Mariana Puchivailo.
Alunos colaboradores: Nicoli S. Mello, Fernando da S. Maciel, Tandara de L. Trentin –
Pesquisador: Profº Carlos Mosquera
Apoio: Pedro
15:30 – Encerramento: Grupos musicais: alunos do curso de Musicoterapia
Mulheres
Mulheres
Benditas sejam as mulheres,
de todas as etnias, cores e idades,
as que ainda são meninas,
as de vinte, trinta, quarenta,setenta e noventa anos,
as que trabalham e as desempregadas,
as que semeiam, as que colhem,
as que trabalham em linhas de produção,
as motoristas de táxi, de ônibus,
as atletas, as executivas,
as estudantes, as professoras,
as que escrevem, as que lêem,
as médicas e enfermeiras,
todas que cuidam dos amigos,
dos pais, dos irmãos, dos filhos
e dos netos e bisnetos.
Benditas sejam as que esperam,
as que sonham, as que tem esperança,
as que amam demais, que comem demais,
que sonham demais e se doam demais,
as que tem rugas e cabelos brancos,
as de pele de seda e que cheiram jasmim,
as que tem mãos calejadas,
as que são choronas e as que são duronas,
as que foram abandonadas e destratadas,
as que mesmo sofrendo na lida da vida,
cumprem a sina de abençoarem quem as cerca,
que assumem que sua força esta na capacidade
de amar, de chorar, de assumir seus erros,
e de assumir-se como pessoa,
que vive a plenitude de ser MULHER.
com carinho
Noemi
Querenças
querenças
quero um quibe, um quiabo, um quibebe,
quindins, queijadinhas e quixabas
quero um quimono, quartzos e querejuás,
quero ficar quiescente na quaresma.
quero a sombra de uma quinarana,
quero o sossego do quebra-mar.
quero deixar as querelas, queixumes e quizilas.
quero ficar de quarentena em minha querença.
quero o quinhão que me cabe nesta querência,
quero um querubim que me livre das quimeras da vida.
quero a quinta-essência
que ficou escondida no querigma de Deus.
N.N.A.
Chá Beneficiente em Prol do Haiti
Olá
Dia 26 de março haverá um Chá Beneficente em prol do Haiti, que será em dois horários: 15.00hs. ou 19.30hs., o mesmo será na Casa de Chá Anna e Anna, R$ 25,00 o convite, vagas limitadas. Lá será levantada uma oferta para levarmos em nossa próxima viagem.
Caso você possa ir e convidar outras pessoas, por favor, entre em contato. (noemiansay@gmail.com ou geizaabba@yahoo.com.br)
Obrigada
Geiza Mendes
Missão Haiti
ORE INVISTA VÁ
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ORE INVISTA VÁ
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Conta Poupança: 1002347-5
Acervo Sonoro para o CAEMT "Clotilde Leinig"
Caros amigos, alunos(as) e colegas do Curso de Musicoterapia
Que tal organizarmos um Acervo Sonoro para o CAEMT (Centro de Atendimento e Estudos em Musicoterapia)?
Você pode contribuir de várias formas:
Doando cds, aceitamos todos os estilos e vertentes, do sertanejo ao erudito.
Doando cds virgens para gravação.
Doando uma vitrola em bom uso e vinis.
Doando partituras, song book, revistinhas de músicas cifradas, livros com coletâneas de canções.
Doando cds de bandas das quais vocês fazem parte ou pedindo cds para amigos músicos.
Doando tempo…para organização de um arquivo digital de músicas.
Vamos lá…. Como cantava Geraldo Vandré: ” Quem sabe faz a hora, não espera acontecer….”
Qualquer contribuição é bem vinda, pedimos que você entre em contato por e-mail caemtfap@gmail.com para agendarmos um horário para a entrega da sua doação.
att.
Noemi N. Ansay
Coordenadora do CAEMT
Fernando da S. Maciel
Presidente do CAMT
“ O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
Martin Luther King
































