Poema: Bem – querer

Bem – querer


Beija-flor benfazejo
beija begônias, buganvílias,
brincos de princesa, bocas de leão.
Brilhoso baila brincando por entre
Baobás, Babaçus, Báctris e Buritis.
Belicoso beija a bailarina.
que balbucia benevolente
a bendita benção da vida. 

n.n.a

Seminário Nacional de Surdos – Curitiba

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Programação do evento

Seminário Nacional de Surdos em Curitiba

Neste final de semana aconteceu o Seminário Nacional de Surdos em Curitiba. O evento contou com a participação de mais de 450 pessoas e com palestras de alto nível.

Acústico MTV Legião Urbana

“Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.”

” É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”

“Sou uma gota d’agua, sou um grão de areia, você diz que seus pais não o entendem,
mas você não entende seus pais”

” A tempestade que chega é da cor dos seus olhos castanhos…”

“E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas”.

“Quem acredita sempre alcança…”

” E quem um dia irá dizer que existe razão Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão”.

Lançamento Livro da Sueli Fernandes

Sueli Fernandes e Noemi Nascimento

Sueli Fernandes e Rita de Cássia

Sueli Fernandes e Silvia Andreis

Noite especial : Lançamento do Livro da Sueli Fernandes

Pescadores em Arraial do Cabo no Globo Mar é hoje

Vou para Arraial desde muito pequena, meu avô Pedro Araújo Ferreira trabalhava na Álcalis.
Mesmo morando tão longe, quase todos os anos passava um tempo neste paraíso.
Minhas lembranças são lindas: as praias, os pescadores, as histórias do vovô, a iluminação da casa com lampião a gás..saudades…saudades…
Amo esta terra e estes mares !!!!

No Globo Mar desta quinta-feira, dia 24, a repórter Poliana Abritta embarca em uma nova aventura nas águas de Arraial do Cabo, na região norte do estado do Rio de Janeiro. Ela e a equipe do programa acompanham a rotina de trabalho de pescadores da região que há séculos usam o mesmo tipo de técnica artesanal para capturar os peixes e garantir o sustento de suas famílias.
Ao amanhecer, já está tudo pronto para começar a chamada pescaria de cerco. Dezenas de pescadores trabalham em parceria para arrumar as redes, no mar, na posição correta acompanhando a correnteza e os cardumes. O consultor científico do programa, o biólogo Marcelo Vianna, explica as peculiaridades do local. “Essa região aqui tem um privilégio de poucas regiões do mundo: é onde acontece a chamada ressurgência. Neste local, a água fria que fica no fundo, abaixo da quente, sobe para a superfície trazendo muito alimento”, descreve. Apenas entre os meses de abril e maio deste ano, quase 300 toneladas de peixe e lula foram pescadas na região.
O dia anoitece, mas o trabalho continua e é a hora de acompanhar outra técnica artesanal da região, a pesca noturna de lulas. Luzes são usadas para atrair a atenção da presa, que fica hipnotizada. Não é necessário nem usar iscas, elas nadam em direção às luzes e são fisgadas. Os pescadores aproveitam para mostrar como é a estrutura desses animais, que, na maioria das vezes, medem menos de 30 cm, mas podem chegar a atingir até 14 metros de comprimento.

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