Poema: Brisa

Uma brisa quente,
com frequencia,
aquece minha  pele,
transpassa os poros,
penetra por músculos, 
artérias e veias,
chega aos ossos da memória,
Então, me escondo no canavial,
me atiro contra o muro,
me enterro na terra,
e fico por horas e horas
escutando semibreves pontuadas 
e breves que não tem fim.
n.n.a

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