Vésper – poema

Vésper

A vida segue vagarosa às vésperas do Natal,

vagam vozes vãs, veladas e veludosas,

vaníloquo dos verbetes tão vulneráveis,

vacilante o vaga-lume valsa na vastidão verdejante,

voa na ventania de suas vicissitudes,

tão virtuose, ao violão, viola e violino

tão virtuoso em sua valentia e vereditos,

vertiginoso, vaga por violetas e valerianas,

vivace, voraz, violenta a vida tão volátil.

n.n.a

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