Celebremos a Verdadeira Páscoa

Santo de Deus
E o Santo de Deus,
humilhou-se e fez-se servo.
Foi ferido por nossos pecados,
cuspido e maltratado pelos homens.
O mais formoso entre os milhares,
cuja bandeira é o amor.
morreu em uma rude cruz,
pendurado no madeiro.
Mas lá não ficou,
ao terceiro dia Ressuscitou.
O primogênito entre os mortos,
trouxe eterna salvação
a todo aquele que Nele crer.
n.n.a

Abrigo

Abrigo

Alma amorosa,

almeja o abrigo do Alto,

abdica dos absolutos,

abraça seus absurdos,

abandona seus assombros amplificados.

Atraída por azaléas adocicadas,

amável abelha

absorve o âmago da Vida.

n.n.a

Marquês de Pombal

“Marquês de Pombal expulsando os jesuítas”, quadro feito pelo francês Louis-Michel van Loo, em 1766, em parceria com Claude Joseph Vernet

Pesca do Camarão no Farol de São Tomé

Ontem no Programa Globo Mar, passou uma reportagem interessantíssima na praia Farol de São Tomé, RJ.
Eu que nunca fico assistindo TV de noite, fiquei admirada com a coragem e a técnica dos pescadores e motoristas de tratores.
Tudo por um bom camarãozinho !!!!!!

http://g1.globo.com/platb/globomar/2012/04/05/tratores-auxiliam-barcos-na-pesca-do-camarao-na-praia-do-farol/

O Globo Mar foi ao litoral norte do Rio de Janeiro para falar de um dos reis dos mares, um rei dos pescados. Até parece um bicho enorme, mas, muitas vezes, ele não tem mais do que 20 centímetros. Estamos falando do camarão. As pessoas adoram esse bicho ao redor do planeta e, por isso, o camarão é um dos frutos do mar mais cobiçados e mais rentáveis, um item importante de exportação do nosso país. Por isso, fomos a Campos dos Goytacazes, no norte do estado do Rio, porque lá ele é pescado de forma única, que envolve inclusive o uso de vários tratores.

Nossa aventura começa na Praia do Farol de São Tomé. No local, não tem plantação, mas trator é o que não falta. As máquinas são os grandes aliados dos barcos. Eles trabalham juntos há mais de 30 anos na pesca artesanal do camarão. É que, na praia, não tem porto nem outro lugar para um barco atracar.

Acordei Bemol

Acordei bemol

acordei bemol 
tudo estava sustenido 
sol fazia 
só não fazia sentido 

Paulo Leminski

V Congresso Latino Americano de Musicoterapia na Bolívia

V CONGRESO LATINOAMERICANO DE MUSICOTERAPIA CLAM 2013 EN SUCRE- BOLIVIA

Eucanaã Ferraz



Sob a luz ferroz do teu rosto

Amar um leão usa-se pouco,
porque não pode afagá-lo,
o  nosso desejo de afagá-lo,

como tantas vezes o cão ou o gato
aceitam-nos a mão a deslizar
sobre seu pêlo;

amar um leão não se devia,
agora que já não somos divinos,
quando a flauta que tudo

encantaria, gentes animais
pedras, nós a quebramos contra
a ventania: amar

um leão é só distância: tê-lo ao lado,
não poder beijá-lo, o deserto
que habita em torno dele;

era mais certo amar um barco,
era mais fácil amar um cavalo;
amar um leão é não poder amá-lo;

e nada que façamos adoça
o que nele nos ameaça se
amar um leão nos acontece:

à visão de nosso coração
ofertado, tudo nele se eriça,
seu desprezo cresce;

amar um leão, se nos matasse;
se nos matasse o leão que amamos
seria a dor maior, mais que esperada:

presas patas fúria cravadas em nossa carne;
mas o leão, que amamos,
não nos mata.

Eucanaã Ferraz
Jornal Rascunho
Abril 2012, p.38

7º Seminário de Pesquisa em Artes FAP

A Coordenadoria de Pesquisa e os grupos de pesquisa da Faculdade de Artes do Paraná promovem o “7º Seminário de Pesquisa em Artes da FAP” entre os dias 20 e 22 de junho de 2012. A realização do 7º Seminário de Pesquisa em Artes da FAP tem como objetivo a apresentação e a divulgação dos resultados das atividades de pesquisa desenvolvidas no âmbito das linguagens artísticas, educação e cultura e a intermediação com pesquisadores de outras instituições de ensino superior.

Identidade sonoro musical

“Sou a mistura de sons e pausas, uma sequência de notas que  move-se na partitura da vida. Fico pianíssimo e às vezes soo fortíssimo. Passo por dissonâncias, acidentes, intervalos, pausas intermináveis e ritornellos. Tenho ornamentos mordentes, glissantes e trinados. A música está na ponta dos dedos, corre pelas veias, escorre pelo corpo. Eu a carrego dentro da mente e do coração”. Noemi

Felix Curitibano Murillo da Rós

Curitibano, Murillo iniciou seus estudos em diversas vertentes musicais. Freqüentou a Faculdade de Música do Paraná e academias musicais, onde estudou violão, guitarra, teoria e improvisação, envolvendo-se em múltiplas faces da música brasileira e universal. Ele tem participado como convidado de inúmeros shows, executando músicas de sua autoria. Uma delas, “Fênix”, foi comparada a um estudo de Villa-Lobos. Expoente do violão flamenco e do violão no Brasil, o instrumentista possui uma técnica ágil e peculiar, delicada, mas por vezes atrevida.

http://www.bemparana.com.br/noticia/73471/arte-nomade-de-murillo-da-ros

Hélio Pólvora e Alfredo Bosi- pensamento

” Acho  que escrevemos basicamente para nos encontrar, contradizer, condenar e executar, sentenciados e carrascos a um só tempo. Não há heroísmo nisso. Há desespero. E não adianta ninguém se fazer de vítima” Hélio Pólvora

” A literatura acaba sendo uma organização da vida, uma formulação dos nossos sentimentos, das nossas experiências ” Alfredo Bosi. 

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