“Mas, desta viagem, eu lembro-me exactamente quando foi e que idade tinha: tinha trinta e seis anos, e lembro-me por isso mesmo, porque foi o ano da minha vida em que me senti mais novo. Nem aos vinte e cinco, nem aos vinte e um, nem aos dezoito. Foi aos trinta e seis anos de idade que eu me senti eternamente jovem.” ( TAVARES, 2012, p. 10)
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente
Tornar-se uma verdadeira estrela é enxergar o brilho que existe dentro de cada um, sem distinções e preconceitos.
Cada pessoa é de um jeito, entender e aceitar as diferenças significa encontrar o seu brilho, assim como a coelhinha alba nessa encantadora historinha encontrou o seu.
CURRÍCULO DO AUTOR
Sílvia Andreis Witkoski é Artista Plástica, Doutora em Educação pela Universidade Federal do Paraná, com pesquisa sobre Educação de Surdos e preconceito. Atualmente é Pós-doutoranda em Educação, também pela UFPR, com projeto sobre Educação de Surdos pelos próprios surdos: uma questão de direitos. Defensora dos direitos humanos, é também autora e ilustradora de outros livros, os quais destaca: Brincando Com Portinari, O Galo Apaixonado e Árvores da Vida.
Hey, Jude, don’t make it bad Take a sad song and make it better Remember to let her under your skin Then you’ll begin to make it better (better, better, better,better, better, oh!)
Na, na na na na na, na na na, Hey Jude Na, na na na na na, na na na, Hey Jude
No link da Federação Mundial de Musicoterapia constam as principais revistas indexadas de musicoterapia no mundo. Nesta página você vai encontrar todas as informações que necessita: