Halimeh, a deaf Musician without Borders from Palestine



Conheci a Halimeh na instituição House of Hope na Palestina. O vídeo mostra o trabalho dela, seu amor pelo ensino e pela música. Que privilégio conhecer mulheres como ela.

Visita a House of Hope.

UNIEDU Eleonai Assunção – Uma história de superação !!!!!!

Que orgulho do meu querido amigo de adolescência Eleonai Assunção !!!!

Happy We are Curitiba

Linda homenagem para  minha  querida cidade – Curitiba.

Quer assistir em outras cidades e países, veja o site:
http://www.wearehappyfrom.com/

Livro: Educação de Surdos em Debate

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LITERATURA SURDA: tradução de poesia da Língua Portuguesa para Língua Brasileira de Sinais.


Noemi N. Ansay e Rita de Cássia Maestri


Musicoterapia no programa Revista Curitiba


Assista a entrevista completa:

http://www.otv.tv.br/programa/revista-curitiba/revista-curitiba-fala-de-musica-cultura-e-saude/


O Revista Curitiba recebe o Presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marcos Cordioli que fala sobre a reabertura de um dos principais palcos da capital paranaense, a Pedreira Paulo Leminski. Cordioli também fala da 32ª Oficina de Música, que tem agitado Curitiba, e do calendário de eventos para 2014. Além disso, a musicoterapeuta Clara Piazetta fala sobre o assunto. O som do programa é da Big Time Orchestra, que toca clássicos do rock dos anos 1950 a 1970.

מארינה מקסימיליאן בלומין – וידוי Confissão

O poema é do Alexander Penn, “Vidui” (My Confession)
http://en.wikipedia.org/wiki/Alexander_Penn

Tradução em espanhol: http:

http://poetassigloveintiuno.blogspot.com.br/2013/01/alexander-penn-9009.html

“O caminho que eu escolhi é o do amor. Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que eu vou ter que encarar. Escolhi ser verdadeira. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem. É só assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver”. Clarice Lispector

Mar Morto

No mar morto, com o livro Escrava Isaura de Bernardo Guimarães.
O livro começa assim:
Capítulo 1
Era nos primeiros anos do reinado do Sr. D. Pedro II.
No fértil e opulento município de Campos de Goitacases, à margem do Paraíba, a pouca distância da vila de Campos, havia uma linda e magnífica fazenda.Era um edifício de harmoniosas proporções, vasto e luxuoso, situado em aprazível vargedo ao sopé de elevadas colinas cobertas de mata em parte devastada pelo machado do lavrador. Longe em derredor a natureza ostentava-se ainda em toda a sua primitiva e selvática rudeza; mas por perto, em torno da deliciosa vivenda, a mão do homem tinha convertido a bronca selva, que cobria o solo, em jardins e pomares deleitosos, em gramais e pingues pastagens, sombreadas aqui e acolá por gameleiras gigantescas, perobas, cedros e copaíbas, que atestavam o vigor da antiga floresta. Quase não se via aí muro, cerca, nem valado; jardim, horta, pomar, pastagens, e plantios circunvizinhos eram divididos por viçosas e verdejantes sebes de bambus, piteiras, espinheiros e gravatás, que davam ao todo o aspecto do mais aprazível e delicioso vergel.
A casa apresentava a frente às colinas. Entrava-se nela por um lindo alpendre todo enredado de flores trepadeiras, ao qual subia-se por uma escada de cantaria de seis a sete degraus. Os fundos eram ocupados por outros edifícios acessórios, senzalas, pátios, currais e celeiros, por trás dos quais se estendia o jardim, a horta, e um imenso pomar, que ia perder-se na barranca do grande rio.
Era por uma linda e calmosa tarde de outubro. O Sol não era ainda posto, e parecia boiar no horizonte suspenso sobre rolos de espuma de cores cambiantes orlados de fêveras de ouro. A viração saturada de balsâmicos eflúvios se espreguiçava ao longo das ribanceiras acordando apenas frouxos rumores pela copa dos arvoredos, e fazendo farfalhar de leve o tope dos coqueiros, que miravam-se garbosos nas lúcidas e tranqüilas águas da ribeira.

Mar Morto, Shkedis em Neot Hakikar. Vídeo viagem a Israel.

                                       No deserto http://shkediscamplodge.com/, tempo de descanso.

Em Hebrom

Igreja em Hebrom, onde foi seputado o patriarca Abrãao

Açougue típico na Palestina
Mercado na Palestina

Em Jerusalém

No monte das Oliveiras

Jerusalém (em hebraico: ירושלים, Yerushaláyim; em árabe: القدس, al-Quds; em grego: Ιεροσόλυμα, Ierossólyma), é a capital declarada (mas não reconhecida pela comunidade internacional) de Israel e sua maior cidade tanto em população quanto área, com 732 100 residentes em uma área de 125,1 km² ou 49 milhas quadradas (incluindo a área disputada de Jerusalém Oriental). Localizada nas Montanhas da Judeia, entre o mar mediterrâneo e o norte do Mar Morto, a Jerusalém moderna tem crescido aos arredores da cidade antiga.

Cerimônia do Café com Professores da Escola Alfa de Surdos

Natal em Addis

É Natal em Addis. No dia anterior vimos nas ruas muitas pessoas comprarem galinhas e cabras para ceia de Natal. Não observamos apelo comercial no Natal e as pessoas não trocam presentes. O sentido do Natal está fortemente ligado aos valores religiosos.  Feliz Natal aos amigos Etíopes !!!!!

Conheça Addis Ababa !!!!! Fotos da viagem e vídeo.

Bandeira Etiópia


Somos diferentes !
Piores ? Melhores ?
Não posso comparar para julgar, valorando pessoas ou culturas, mas sim, para conhecer melhor quem sou e dar-me a conhecer. Aceitar-me e ser aceito, eis o inicio de uma verdadeira e profunda transformação. n.n.a

Addis Abeba 06 de janeiro de 2014.

Adis Abeba (em amárico አዲስ አበባ, AFI: [adːiːs aβəβa], “nova flor”) é a capital e a maior cidade da Etiópia, sede da União Africana, com uma população estimada para 1 de julho de 2006 de 2.973.000 habitantes. Sendo uma cidade multi-cultural, contem até 80 nacionalidades e línguas diferentes, como também comunidades cristãs, muçulmanas e judias. Situa-se no centro da Etiópia a uma altitude de aproximada de 2440 metros.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Adis_Abeba

Em Addis…momentos inesquecíveis

Encontro com crianças em Addis no Museu Nacional
Cerimônia do Café
Escola de Surdos em Addis Abeba

Canção da América.


Alucinações Musicais


imersa no mar do desencanto,
as ondas sonoras transpassam a lucidez, 
fusas, semifusas, tremifusas,
arrebatam os sentidos,
delírio, desatino, frenesi,
fascínio por semibreves, longas e breves pontuadas,
o deslumbramento frente a arpejos e cânones intermináveis,
a obsessão na partitura por um “da capo”,
dor alucinante nas pausas, dissonâncias, diminuendos,
Requiem no Finale.

n.n.a

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