Euritmia na FAP


A Cia Terra Nova de São Paulo em parceria com o campus de Curitiba II – FAP promovem a Oficina de Euritmia, ministrada por Marília Barreto, no dia 28 de maio, no Telab. São 25 vagas e as inscrições são gratuitas.

DIA – HORÁRIO – LOCAL
28 de maio de 2022, das 14:30h às 16:30h
TELAB – Teatro Laboratório UNESPAR / FAP
Rua dos Funcionários nº 1758 – Cabral

INSCRIÇÃO GRATUITA

Faça sua inscrição enviando email para euritmiaartistas@gmail.com
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SOBRE A MINISTRANTE

Marília Barreto é euritmista, formada pela Escola Superior Hogeschool Helikon em Haia/ Holanda, onde integrou o Nederlands Eurythmie Ensemble em sua turnê europeia de 1987/88. De volta ao Brasil, foi co-fundadora do Grupo de Euritmia de São Paulo, com o qual atuou no palco entre 1987 e 2001, no Brasil e em diversas turnês à Europa, América Latina e Estados Unidos. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUS-SP (2003), com a Dissertação Da palavra à poética do movimento, nos últimos anos Marília ampliou sua pesquisa para a interface da euritmia com outras artes afins: leciona euritmia como preparo para atores, pesquisa e ensina a arte de coreografar textos da Literatura universal, e já preparou inúmeros professores e coreógrafos nesta arte. É vasto seu trabalho na Arte-Educação: entre 1988 e 2017 lecionou euritmia como matéria curricular na Escola Waldorf Rudolf Steiner e no Colégio Waldorf Micael, para alunos de Ensino Fundamental e Ensino Médio, tendo realizado entre 2003 e 2017 inúmeros projetos extracurriculares e 11 turnês internacionais com grupos jovens, como fundadora e coreógrafa do Terra Brasilis Euritmia, da Pré Graduação Terranova e do Grupo VOA de Euritmia Jovem. Afora sua presença profissional no palco em inúmeros projetos anteriores, em anos recentes, à frente da Cia Terranova, de sua criação, concebeu Coreografia e Produção dos espetáculos Oblivion (2010-12), Os Servos de Pan (2014-17), Na anatomia oca dos pássaros – ensaio lírico a Santos Dumont (2018-22) e A Rixa das Bruxas ou o menino que queria voar (2018-22).

Vídeo sobre a Oficina
https://youtu.be/W8pI3barnYA

Nocturnal Promenade (in memorian Vangelis)

#Vangelis

Com a realização das eleições para direção de campus, no ano de 2021, a Unespar pode presenciar algo diferente, mas que tende a se tornar recorrente: dentre os sete campi,duas mulheres atuam como diretoras, a professora Maria Antonia Ramos Costa no campus Paranavaí e a professora Noemi Nascimento Ansay, que substituiu a atual reitora da Unespar, Salete Machado Sirino, como diretora do campus Curitiba II/FAP.

As professoras percorreram uma trajetória acadêmica como professoras, coordenadoras de curso e vice-diretoras de campus. Mesmo com toda a experiência adquirida com o tempo de profissão, consideram que sua atual posição exige responsabilidades técnico-administrativas e superação de desafios.  Para Maria Antonia, o desafio não está apenas no fato de serem mulheres, “mas por estarmos vivenciando questões relacionadas à pandemia, economia, política, dentre outros problemas”. Na perspectiva de Noemi, a posição que ocupam significa ter comprometimento “com nossa comunidade acadêmica, planejar ações conjuntas, ser ordenadora das despesas, buscar soluções para problemas de infraestrutura, representar nosso campus na Reitoria e representar nossa instituição na comunidade externa, com o objetivo de construir uma Universidade que seja pública, de qualidade e inclusiva”.

As professoras também ocupam cargo na docência e na pesquisa em programas de pós-graduação da Unespar e reforçam que as mulheres ainda têm dificuldades em conseguir financiamentos. “Precisamos mostrar para a sociedade qual é o foco de pesquisa e o quanto são importantes para a vida das pessoas e resolução de problemas, para que realmente a mulher tenha seu lugar de destaque como merece”, comenta Maria Antonia.

Em consonância, Noemi complementa a fala de Maria Antonia ao afirmar que atualmente temos mulheres “altamente qualificadas e experientes em todas as áreas do conhecimento podendo, portanto, exercer qualquer cargo no organograma das universidades ou de outras instituições”.

Em 2020 a Unespar também presenciou uma conquista inédita para as mulheres da instituição ao eleger a professora Salete Machado Sirino como primeira mulher reitora da Universidade. Neste ano de 2022, dentre as sete Instituições Estaduais de Ensino Superior, somente a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) também conta com uma mulher como reitora, a professora Fátima Aparecida da Cruz Padoan.

https://www.unespar.edu.br/noticias/mulheres-sao-maioria-na-docencia-da-unespar

Musicoterapia e Inclusão no Contexto Educacional -TV UBAM

Mediação: Mt. Tamara Steiman Programa

– Igor Ortega Rodrigues – Musicoterapia nas Escolas Músico, Musicoterapeuta formado pela FPA, Arteterapeuta formado pela UNIP, pós graduado em Educação Musical pela UnB, pós graduado em rock pela FASM, mestre e doutor em saúde da criança e do adolescente pela UFRGS. Professor de musicoterapia na UFMG. Baixista e vocalista da banda Rock’n Colors.

– Noemi N. Ansay – Musicoterapia e Inclusão Escolar: desafios e perspectivas Formada em Musicoterapia pela Universidade Estadual do Paraná (1992), pós-graduação em Psicopedagogia pela Universidade Tuiuti (2002), Mestrado e Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Paraná. Diretora da Faculdade de Artes do Paraná, da Unespar. Professora do Mestrado Profissional em Educação Inclusiva em Rede Nacional.

– Maria Henrique Borges O. Costa – Ações Intersetoriais e Compartilhamento de Cuidados como Intervenção Inclusiva Formado em Musicoterapia pela Universidade Estadual do Paraná (2001), pós-graduado em Saúde Mental pela UniEvangélica (2003), Mestre em Música pela Universidade Federal de Goiás (2019) e atualmente gestor do Centro de Atenção Psicossocial infanto-juvenil Cativar em Goiânia.

Crianças de azul de amarelo

Crianças de azul de amarelo

Pelas ruas de Kiev,

caminhas na noite fria,

sei que estás absorta com as decisões dos adultos,

a guerra é um golpe duro e amedrontador.

Imagino o quanto dói,

deixar para trás, teus amigos da escola,

teus brinquedos preferidos,

e a inocência da tua infância.

Como deve doer em teu inocente coração,

ver a mamãe chorando,

o papai desesperado,

e teus irmãozinhos com frio e fome.

Como deve doer,

sentir o cheiro da guerra,

ver o céu azul tracejado por mísseis,

ouvir os sons tristes e aterrorizantes das sirenes e bombas.

– Perdoa os povos da Terra,

perdoa os adultos que não te protegem,

perdoa a insensatez dos burocratas,

perdoa a humanidade, que age por ganância e não por amor.

(Noemi N. Ansay)

#Theexpanse

Último episódio da série #theexpanse, melhor série syfy das galáxias !!!!!


“- Espero ter feito a coisa certa. (Holden)
– Você fez! Você seguiu sua consciência na esperança de que outros façam o mesmo. Não fez por recompensa nem reconhecimento. O universo nunca nos diz se acertamos ou erramos. É mais importante tentar ajudar as pessoas, do que saber se ajudou. Mais importante que a vida de outra pessoa melhorar é você se sentir bem consigo mesmo. Você nunca sabe o efeito que vai ter em alguém, talvez uma coisa boba que tenha dito, assombre alguém pra sempre, talvez um momento de gentileza, dê conforto ou coragem, talvez você tenha dito aquilo precisam ouvir, não importa se vai saber ou não, você tem que tentar. (Naomi)
-Você é muito sábia! (Holden)
-A vida me ensinou a ser assim! (Naomi)
…lindo demais !!!!

Very Peri

Olga Grigoreva-Klimova – The Wind, 2019

Very Peri

Seus olhos curiosos

buscam com certa obsessão

o que não está aparente

as minúcias entre o amarelo, o azul e o vermelho

escondidos no tom ‘Very Peri’.

Pelas frestas da paleta de cores

ela investiga os vestígios de sofisticação e criatividade

dos violetas avermelhados e de azuis dinâmicos.

Sente o frescor veranil

a vontade de viajar

invade os pensamentos

a chuva chega sem pedir licença

o céu gris encobre todos os nuances do PANTONE 17-3938.

Noemi N. Ansay

III Seminário de Artes Surdas

O evento será transmitido pelo Youtube a partir das 17:00 https://www.youtube.com/unesparcampusdeparanagua

No dia 25 de setembro de 2021, os Núcleos de Educação Especial Inclusiva (NESPI) do Centro de Educação em Direitos Humanos (CEDH) da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), representados pelos campi de Curitiba I (FAP), Curitiba II (Embap) e Paranaguá, com o apoio do Grupo de Mediação Inclusiva de Estudantes do campus de Curitiba II, do Instituto Federal Baiano e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), realizarão o III Seminário de Artes Surdas da Unespar.

A proposta do evento, que acontecerá de forma remota, por meio do Canal do campus de Paranaguá no Youtube, é de promover diálogos e conhecimentos a respeito da Cultura Surda, Artes Surdas e a Comemoração do Dia do Surdo, em 26 de setembro.

Preencha o Formulário

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe_p02bmDw2Qm0TWJxGKmG7hnQAdHpliXr1ygb83ulW8Y8BOw/viewform

Raymond Murray Schafer (in memorian)

https://terradamusicablog.com.br/murray-schafer-pedagogia-musical/

Raymond Murray Schaffer

Que sons ecoam a Paisagem Sonora da tua morte?

Limpo os ouvidos, busco o silêncio em meio às Vozes da Tirania.

Meu Ouvido Pensante insiste em buscar os sons das tuas obras,

escuto lá no fundo “The Princess of the Stars”, me emociono.

No teu Jardim de Sinos havia sempre uma coleção de sons mágicos,

um Caleidoscópio sonoro:

sons das Estrelas, 

sons de Snowforms, 

sons do Fogo,

sons do Frio,

sons Brancos,

sons dos Sonhos, 

sons de Palavras Cantantes, 

e até de um Rinoceronte na sala de aula.

Sons e silêncios, 

na forma de salmos, credos, óperas

requiems, concertos, sonatinas,

quartetos e Minnelieder.

Hoje o dia termina com sons do silêncio,

sons de soluços,

sons de lágrimas,

sons de um cortejo,

sons da tristeza,

sons azuis e infinitos

sons do mistério,

sons da Eternidade.

Noemi N. Ansay

14/08/2021

Reza de mãe

Nem imagino onde eles estão agora.
Era mais fácil quando vestiam o pijama
e pediam a história do elefante azul.
Parece que restou um cheirinho de talco
na almofada do quarto;
deve ser só impressão…
Nesse tempo, eu não tinha medo da noite
ela era o telhado dos poetas;
as sombras eram apenas a franja
mal aparada dos anjos.
A trava na porta me bastava.
Hoje, as camas vazias me assustam.
Elas acusam o passar das horas
e denunciam a revoada dos pardais,
os meus pardais.
Já não posso abrir minhas asas sobre eles.
São pequenas demais para cobri-los,
frágeis demais para defendê-los.
Ainda bem que me resta a prece,
minha aliada nos dias de nuvens e
nas madrugadas sem fim.
Peço perdão pela insistência,
mas reza de mãe é assim mesmo:
pura perseverança.
Que Deus abençoe minhas crianças
de barba na cara e calçado quarenta e dois
(o resto na vida é secundário e fica pra depois);
que as ilumine com Seu sorriso
e, se preciso, acione Seu séquito de estrelas
(se tiver que usá-las, prometo devolvê-las).
E quando o cansaço me quiser já recolhida,
hei de poder sorrir pela missão cumprida.

© Flora Figueiredo, Reza de Mãe, in Chão de Vento, 2005

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