O Nosso Cérebro é Máximo….!!!!

O NOSSO CÉREBRO É O MÁXIMO… !!!

De aorcdo com uma peqsiusa

de uma uinrvesriddae ignlsea,

não ipomtra em qaul odrem asd

Lteras de uma plravaa etãso,

a úncia csioa iprotmatne é que

a piremria e útmlia Lteras

etejasm no lgaur crteo.

O rseto pdoe seruma bçguana ttaol,

que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos

cdaa Ltera isladoa,

mas a plravaa cmoo um tdoo.

Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamenteo que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU4534UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3MORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Hominem (humano)


“Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris”
(Lembra-te, homem, que és pó e em pó tornarás)

Humano orgânico,
com suas vísceras à mostra, suas raízes expostas,
seus dedos subterrâneos agarradas ao útero da terra.
Plantado e fixo em um ponto, um lugar do planeta.
Desesperado e dependente da luz do sol, da luz celeste.
Faminto e desesperado por justiça e equidade.

Humano insaciável,
que deseja a imensidão do mar,
que almeja as asas de Ícaro,
que deseja voar, feito passarinho.
que deseja o inatingível, o inacessível
que busca a inocência perdida, o jardim do Éden.

Humano indefeso,
dependente e frágil neonato.
Que começa a morrer logo ao nascer.
Com seus bilhões de células vivas,
com um cérebro cheio de nós, fissuras e dobras.
Humano: totalidade de corpo, alma e espírito.

Humano…
com cabelos desgrenhados ao amanhecer,
com suas dores e odores, sua boca amarga e seca,
com seus olhos cansados e mãos suadas,
com rugas impressas no rosto,
com sua alma em pedaços.

Humano…
com cabelos enfeitados de estrelas,
com mãos carregadas de pérolas e brilhantes
e pés adornados de lírios,
vestido do ouro da realeza,
de pedras preciosas, turmalinas e esmeraldas
Cheio de razões e boas intenções.

Humano….
Tantas vezes desumano….
Que sente demais ou de menos…
Que ama demais ou de menos…
Que come demais ou de menos…
Indiferente a dor do próximo.
Que consome cada vez mais, para sufocar sua dor maior.

Humano que habita nas trevas,
que fica na beira do abismo,
que perde o rumo, a estribeira e a eira da vida,
que não quer, nem busca ser consolado.
que navega perdido em redes virtuais,
que procura uma luz no fim do túnel.

Humano…
que busca a verdade,
que deseja o divino, o espiritual, o celestial.
Que carece de misericórdia, piedade e perdão.
Humano, humano, humano…
Quando findará sua dor, quando encontrarás a paz?

“Deus tenha piedade de nós,
homens e mulheres pecadores,
famintos, sedentos, nus e pobres.
Indiferentes, egoístas, individualistas,
Miseráveis humanos…
Deus tenha piedade de nós”

“Agnus Dei,
qui tollis peccàta mundi;
miserère nobis.
Agnus Dei,
qui tollis peccàta mundi;
dona nobis pacem.”

N.N.A 26/04/2008

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