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It started out as a feeling
Which then grew into a hope
Which then turned into a quiet thought
Which then turned into a quiet word
And then that word grew louder and louder
‘Til it was a battle cry
I’ll come back
When you call me
No need to say goodbye
Just because everything’s changing
Doesn’t mean it’s never
Been this way before
All you can do is try to know
Who your friends are
As you head off to the war
Pick a star on the dark horizon
And follow the light
You’ll come back
When it’s over
No need to say good bye
You’ll come back
When it’s over
No need to say good bye
Now we’re back to the beginning
It’s just a feeling and now one knows yet
But just because they can’t feel it too
Doesn’t mean that you have to forget
Let your memories grow stronger and stronger
‘Til they’re before your eyes
You’ll come back
When they call you
No need to say good bye
You’ll come back
When they call you
No need to say good bye
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Música Maravilhosa Regina Spektor
La Vie en Close
quem poderia explicar ?
as lágrimas das crianças órfãs de Ruanda,
a fome da África que é rica de diamantes,
braços e pernas amputados pela guerra.
quem poderia responder ?
pelos milhares de mortos em Auschwitz,
pela arrogância de doutores que incineraram inocentes,
pela insensatez do homem que acredita na limpeza étnica.
quem poderia entender?
que espaço e tempo são dimensões ainda incompreensíveis,
que somos parte de um todo,
mesmo sendo apenas um grão de areia.
quem poderia controlar ?
a força do vento e do mar,
o aquecimento terrestre,
a força da vida e da morte
quem poderia imaginar?
relacionamentos virtuais,
vazios, tristes, irreais,
a vida em close para todo mundo.
quem poderia explicar?
por que as ilusões ás vezes parecem reais,
e o real ás vezes parece ilusão,
que o virtual não é real .
quem poderia responder?
pela dor dos que tem fome,
por sete milhões de desempregados no Brasil,
pelos presídios abarrotados de gente.
quem poderia entender?
porque choramos pelos que se foram
e não por aqueles que tentam sobreviver
nas guerras, nas ruas, nas favelas e nos abrigos
quem poderia controlar?
a insensatez humana ,
o amor que se esfria,
a solidão no meio da multidão.
quem poderia imaginar?
que homens e mulheres julgam-se melhores,
pela cor dos olhos e da pele,
pelo que tem e não pelo que são?
quem poderia explicar?
que do pó viemos e para ele tornaremos,
que tudo é passageiro e a vida é breve,
e que a vida não termina na morte.
N.N.A 22/06/2008
O POETA É POÉTICO.
O POETA ESCREVE POEMAS.
O POETA ESCREVE COM O CORAÇÃO.
Ana Paula Izchi 12 anos
A Ana é uma linda menina com quem tenho a alegria e a satisfação
de trabalhar aos sábados de manhã.
Este poema foi escrito partindo da leitura de poemas do Paulo Leminski.
Ela estuda no Instituto de Educação do Paraná
Imagem e texto usados com autorização.
acordei bemol
tudo estava sustenidosol fazia
só não faz sentido
LEMINSKI, Paulo.Melhores poemas de Paulo Lemisnki. Fred Góes, Álvaro Marins. São paulo:Global,2001
Por que que é tão importante ter esperança?
Porque, sem esperança,
ou nos dissolvemos no atual estado das coisas
ou somos devorados pela insanidade.
Rubem Alves
Como foi longe a semente que germinou a vida.
Como foi longe o menino que tinha florestas nos olhos.
Como foi longe o barco que um dia teve raízes.
Como foi longe a saudade que atravessou mares e oceanos.
Como foi longe o pensamento alimentado por livros.
Como foi longe o homem que tinha asas nos pés.
Como foi longe a tristeza, das perdas irreparáveis da vida.
Como foi longe a flor que enfeitou o caixão.
Como foi longe a vida….
Uma sobreposta à outra,
a menina incorporada pela moça,
envolvida pela mulher
e por último envolvida pela idosa.
Debaixo da mesma pele
várias faces e identidades múltiplas.
Peças de um único quebra-cabeça.
Humano sobre humano,
Pele sobre pele.
Pintura sobre pintura.
Dimensões da mesma realidade.
Pequenas bonecas russas.
Delicadas e pintadas à mão.
Cheia de sutilezas e delicadezas.
Todas únicas e singulares.
e todas juntas formando uma só.
01/06/2008
Dica d Professora Tânia Baibich

Os editores da Revista Super interessante, em um gesto incomum, liberaram, para leitura e consulta, o conteúdo das edições de 1988 a 2006.
http://super.abril.com.br/super2/superarquivo/
Aproveitem e boa leitura.