…que a importância de uma coisa…

“…que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc.
Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.”

Manoel de Barros

UNILA – Concurso Público

03.09.2012

Concurso Público
UNILA abre concurso para 64 vagas de professor efetivo em 15 áreas

Foram abertas nesta segunda-feira (03) as inscrições para o concurso público que visa o preenchimento de 64 vagas de professor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). As inscrições, gratuitas, seguem até dia 03 de outubro e devem ser feitas pelo siteconcurso.unila.edu.br. Há vagas para 15 áreas diferentes: Arquitetura (3 vagas), Biologia (9), Cinema (3), Economia (6), Engenharia (12), Geografia (1), Línguas (12), Matemática (5), Metodologia (2), Música (1), Relações Internacionais (2), Saúde Coletiva (2), Ciência Política e Sociologia (3), Estatística (2) e Química (1).

Contato

Dúvidas e orientações podem ser retiradas junto à Comissão Organizadora do Concurso pelo emailcoc2012@unila.edu.br .

Edital

Portaria 462/2012

Esculturas Sonoras na Cidade

http://movimentohotspot.com/projeto/esculturas-sonoras-publicas/?widget=true

Colégio Estadual do Paraná no Globo Educação

Assista o programa da Rede Globo que fala do Colégio Estadual do Paraná.

http://redeglobo.globo.com/globoeducacao/videos/t/edicoes/v/grandes-investimentos-em-educacao-sao-garantia-de-qualidade-de-ensino-integra/2104021/

Edimara Soares Primeira Doutora Quilombola do Brasil

Edimara Gonçalves Soares diz que acesso à educação para crianças quilomobolas é repleto de obstáculos, alguns intransponíveis (Foto: Bibiana Dionísio/ G1 PR)

Edimara Gonçalves Soares diz que acesso à educação para crianças quilomobolas é repleto de obstáculos, alguns intransponíveis (Foto: Bibiana Dionísio/ G1 PR)

Parabéns minha querida Edimara, maior orgulho !!!!!!!!!

A primeira doutora quilombola do Brasil acaba de tirar o título, na área de Educação, na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Edimara Gonçalves Soares, professora da rede estadual de ensino, defendeu a tese “Educação escolar quilombola: quando a política pública diferenciada é indiferente” na terça-feira (28). Formada em Geografia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, Edimara Soares nasceu e viveu até os 15 anos em uma comunidade quilombola, criada pelos bisavós dela, em Formigueiro, a 68 quilômetros de Santa Maria. A comunidade não tem nome e é formada por, aproximadamente, 60 famílias que vivem do que plantam e criam.
Sempre crítica à escolarização dos remanescentes de quilombos, que são comunidades mais afastadas criadas por escravos que fugiram dos senhores de engenho, na época do Brasil Colonial, os sentimentos da nova doutora se confundem. “Eu tenho orgulho, sim. Mas é um orgulho que me faz refletir sobre o quanto a desigualdade, o preconceito, o racismo institucional são fenômenos perversos e que não são reconhecidos, dado o mito da democracia racial. Nós vivemos em um país da diversidade racial, que nós somos todos iguais… Só que nessas diversidades, as desigualdades não são reconhecidas, são dissolvidas”, refletiu Edimara Soares.
A desigualdade, o preconceito, o racismo institucional são fenômenos perversos e que não são reconhecidos, dado o mito da democracia racial”
Edimara Gonçalves Soares
Para a professora, o título tem valor simbólico e concreto para o grupo que ela pertence. “O fato de escrever uma tese sobre a educação escolar quilombola, a partir de alguém que é quilombola, que é sujeito desta história, tem um significado singular de representação. Não é um estrangeiro dizendo como que é um quilombola, o que ele tem que fazer, como ele deveria ser. Não é o sujeito de fora narrando os nativos. É alguém de dentro do grupo que conta a sua própria trajetória e ao contar essa história, conta também a trajetória de muitos estudantes de muitas pessoas quilombolas”, explicou entusiasmada.

Reportagem completa:http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/09/racismo-e-perverso-diz-primeira-doutora-quilombola-do-brasil.html

" Ler é retirar-se para encontrar-se "

‎”A leitura é um ato de resistência em uma paisagem de distração …. Ela nos obriga a passear-se. Ela devolve-nos a um ajuste de contas com o tempo. No meio de um livro, não temos escolha a não ser paciente, para ter cada coisa em seu momento, para deixar a narrativa prevalecer. Nós recuperamos o mundo retirando-se apenas um pouco, dando um passo atrás do barulho “


Ulin David, A Arte Perdida de Leitura

“Durante a leitura a nossa cabeça é apenas o campo de batalha de pensamentos alheios.”

Arthur Schopenhauer


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