Musicoterapia e Autismo
MUSICOTERAPIA E AUTISMO: Da avaliação ao tratamento
É com enorme satisfação que convido todos os musicoterapeutas e estudantes de musicoterapia a participarem do curso Musicoterapia e Autismo ministrado pelo grupo Neuromusicoterapia.
Nesta formação vocês poderão aprender desde aspectos básicos sobre a caracterização do autismo, até os temas mais atuais da prática clínica e da investigação sobre musicoterapia e autismo.
Os conhecimentos da área de autismo e as atualizações no campo da musicoterapia mudam constantemente.
· Você gostaria de compreender como a interação musical influencia a produção de dopamina no indivíduo autista?
· Você conhece as avaliações musicoterapêuticas específicas da área do autismo?
· Você tem interesse em aprender ou ampliar seus conhecimentos sobre os modelos de musicoterapia mais utilizados para o autismo?
Se tiver interesse nas respostas à essas perguntas, junte-se a nós.
Maiores Informações:
Edgar Morin no SESC
Compilei algumas frases da palestra ontem ( online), foi muito especial escutar Edgar Morin com quase 91 anos discursando com tanta lucidez e esperança.”Para compreender o fenômeno humano precisamos entender a Unidade e a Diversidade. Existe uma unidade fundamental, somos todos parecidos, todos humanos, mas não somos idênticos, o que nos diferencia é a cultura, é a música, as artes, as técnicas.Não conhecemos a música em si, mas as diferentes músicas das variadas culturas.” Edgar Morin
“Todos os começos podem ser modestos, mesmo a Ciência Moderna. Não é porque não vemos uma mudança agora , é que ela não acontecerá…”Edgar Morin
“Existem forças subterrâneas nas profundezas das sociedades….Aquilo que parece improvável pode acontecer…”Edgar Morin
“Será que precisamos mudar as estruturas ou mudar a nós mesmos?Vamos começar as mudanças por nós mesmos ou vamos esperar a mudança da sociedade?É preciso que as mudanças aconteçam nas sociedades e em nós. As reformas devem acontecer juntas. Temos um sonho de uma sociedade justa, harmoniosa, de liberdade, do socialismo, do comum.” Edgar Morin
“O que eu posso fazer? Posso trabalhar para reconstruir, posso agir de acordo com minhas esperanças, eu posso agir pela causa da humanidade. Preciso lutar contra a injustiça, contra a barbárie.
O que posso fazer? Posso acreditar nas melhores coisas: na bondade,na amizade, no amor e no altruísmo.” Edgar Morin
“A internet não substituí a figura do professor. É o contato com o mestre, sua paixão, o contato afetivo, que permite transmitir pela emoção e que pode insuflar o que existe de melhor nesse aluno.” Edgar Morin
“Não se sintam derrotados, vocês tem uma causa justa para lutar.”Edgar Morin
”As jovens passam por uma domesticação sociológica, o que adormece as suas capacidades criadoras.” Edgar Morin
“A arte pode fornecer modelos pode atuar no espaço onde a filosofia e a teoria parecem ter fracassado.” Edgar Morin
“Não se pode eliminar a prosa, mas é preciso desenvolver um pensamento poético sobre a vida.” Edgar Morin
“Estou convencido que a vida tem a polaridade da prosa (obrigação) e da poesia. A poesia é que nos faz viver os encontros, os afetos, preciso desenvolver a parte poética da vida. A tragédia é que muitos tem pouca poesia na vida.” Edgar Morin
Fique por dentro: Novo Plano Nacional de Educação por 10% do PIB

Mais de 100 destaques são apresentados ao PNE
A primeira reunião destinada à discussão de destaques ao relatório substitutivo ao PL 8035/2010 (Plano Nacional de Educação), realizada na tarde de hoje (terça, 8/5) foi bastante concorrida. Compareceram à sessão 26 deputados, entre os que participaram diretamente das discussões e os que só passaram pelo local ou assinaram a lista de presença. A Comissão constitui-se de 26 titulares e 26 suplentes.
Ativistas de várias organizações, movimentos e redes da sociedade civil ocupavam o plenário 10 do anexo 2 da Câmara dos Deputados. Um grupo do movimento “PNE pra Valer!” entregou aos parlamentares carta pública divulgada hoje pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação dirigida aos deputados da Comissão Especial, com o título“Sobre a votação do PNE: sugestões técnicas e pedido de coerência na deliberação sobre o financiamento da educação”.
Entre os parlamentares que fizeram uso da palavra durante a sessão, a maioria defendeu propostas da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e do movimento “PNE pra Valer!”, com destaque para os 10% do PIB. Vários deputados também mencionaram o ato em favor dos 10% do PIB, convocado por entidades estudantis, com apoio da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que acontecerá amanhã (quarta 9/5), a partir do meio dia, no Salão Verde da Câmara dos Deputados.
“Nossa responsabilidade maior é fazer história, aprovando um plano que transcende o limite cronológico da atual gestão, votando a favor dos 10% do PIB para educação”, declarou o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Sobre a conversa da Comissão com o ministro Guido Mantega, o deputado Marinho disse ter a impressão de que o ministro “estava pouco inteirado sobre o que é o PNE”.
O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) anunciou que já tem o número regimental de assinaturas para reapresentar requerimento de convocação do ministro Mantega, pois a solicitação apresentada na reunião anterior não foi apreciada por falta de quórum. “É preciso que o ministro da Fazenda venha até a Comissão para explicar porque o governo não quer ou não pode investir os recursos necessários para o PNE, ou seja, 10% do PIB para educação pública”, defendeu o deputado.
Artur Bruno (PT-CE) lembrou que nunca uma matéria foi tão debatida, com grande participação da sociedade civil. “A inclusão do CAQi é um grande avanço nesse PNE, que é um plano da sociedade, pois muito do que consta no texto foi debatido nas conferências e veio de propostas da sociedade, em especial da Campanha”.
O deputado Izalci (PR-DF) disse que já coletou 271 assinaturas em favor dos 10% do PIB, caso o assunto vá a plenário. “Utilizando o CAQi como referência para os cálculos, conclui-se que é preciso 10% do PIB. Não dá para aprovar o Plano sem definir quem vai pagar a conta”.
Acabando de chegar de reunião do FNE (Fórum Nacional de Educação), a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), trouxe preocupação do Fórum sobre o calendário de aprovação do PNE. “O Fórum quer que o PNE seja aprovado o mais rápido possível, sem prejuízo de sua qualidade”, disse Fátima. Em sua fala, a deputada Fátima registrou a Carta Aberta divulgada pela Campanha.
O FNE divulgou hoje nota com conjunto de recomendações para a votação da matéria, algumas em concordância com a Carta Aberta aos Parlamentares, publicada pela Campanha. Uma delas é instituir o Sistema Nacional de Educação em lei específica, em até dois anos depois da aprovação do PNE. O Fórum também defende patamar de 10% do PIB para educação pública, em consonância com as deliberações das conferências nacionais de educação (Conae e Coneb). O FNE ainda recomenda que o texto do PNE utilize o conceito de investimento público direto, conforme defendido pela Campanha.
O deputado Raul Henry (PMDB-PE) destacou que o grande desafio da educação brasileira é a qualidade da educação pública. “A meta de 7,5% do PIB em dez anos está aquém das possibilidades do Brasil. Eu me junto aos que defendem os 10% do PIB e lamento que a Comissão Especial não tenha chegado a um consenso em torno disso”, complementou.
Já a deputada Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) anunciou que vai apresentar vários destaques, centralmente sobre financiamento. “Entendo que as metas por nós defendidas carecem de recursos para seu cumprimento, sobretudo as de valorização docente. A presidenta Dilma prometeu 7,5 % do PIB até o final do seu mandato, e do jeito que o relatório está, nem isso seria alcançado. Além disso, é preciso definir a contribuição de cada ente federado”, explicou.
Para o deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), o Governo Federal utiliza dois pesos e duas medidas quanto trata de financiamento de políticas sociais e de proteção ao mercado financeiro. Segundo ele, estudos do Ipea mostram que o aumento da carga tributária nos últimos vinte anos não teve correspondente acréscimo no percentual de investimento em políticas educacionais. O deputado ainda destacou que as desigualdades sociais se refletem na educação. “Seria uma incoerência histórica aprovar de 7% do PIB para 2020, que era a meta para 2006. Nós não podemos trair a memória de Florestan Fernandes, de Paulo Freire, não podemos jogar no lixo o Manifesto dos Pioneiros, em nome de atender os interesses da elite que vive de juros”, desafiou Paulo Rubem. “Não acredito que quem foi contra o veto dos 7% há dez anos seja a favor do veto aos 10% do PIB hoje”, disse o deputado, referindo-se ao veto do então presidente Fernando Henrique Cardoso à meta do PNE 2001-2010 (Lei 10.172/2001), que estabelecia o patamar de 7% do PIB para educação pública, a ser alcançada até 2006.
Até a tarde de hoje, 102 destaques já tinham sido registrados junto à Comissão Especial do PNE. Diante disso, o deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) avalia que a votação deve ocorrer no dia 22/5. “Vou olhar os destaques com muito carinho, pois estou convencido de que o relatório precisa ser aperfeiçoado”, declarou o relator.
Para o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, “está na hora do PNE ser votado, com aperfeiçoamentos urgentes, expressos em nossa Carta Pública e na 5ª Nota Pública do FNE”. Segundo ele, o mais importante é “o Brasil começar a associar acesso com qualidade nos próximos dez anos, da creche à pós-graduação, e isso só é possível com um volume de investimento público equivalente a 10% do PIB em educação pública. Não há outro caminho”.
A reunião da Comissão Especial do PNE foi presidida pela deputada Teresa Surita (PMDB-RR) e, posteriormente, pelo deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES).
Um absurdo : Governador diz que Policiais Militares com curso superior são insubordinados
Governador diz que Policiais Militares com curso superior são insubordinados
sex, 27 abr 2012 | Categoria: Polícia e Política, Polícia Militar | Autor: Danillo Ferreira

Na última quinta, o Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), fez um discurso criticando a reivindicação das associações policiais militares referente à exigência de ensino superior para quem ingressasse na corporação. Não bastasse se posicionar contrariamente em virtude das implicações orçamentárias que a medida possui (a “promoção”, no âmbito do estado, de carreiras técnicas a carreiras de qualificação superior), o governador sustentou a seguinte argumentação, segundo a Gazeta do Povo:
O governador Beto Richa (PSDB) disse em entrevista à rádio CBN, nesta quinta-feira, que acha positivo que os policiais militares do estado não tenham diploma de curso superior.
A polêmica entre o governo e as associações que representam os policiais militares, que queriam que o governo passasse a exigir diploma dos que entram na corporação.
Segundo Richa, é bom que os policiais não tenham diploma, porque gente formada normalmente é muito insubordinada.
“Outra questão é de insubordinação também, uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior”, afirmou o governador.
Quem é policial sabe que este é um discurso presente inclusive no interior das próprias corporações policiais: superiores hierárquicos inseguros, mal formados, defasados em relação às exigências do mundo atual, fazem uma verdadeira negativação da intelectualização do efetivo, usando o mesmo argumento do governador paranaense, e afirmando que assim os policiais se tornariam menos “práticos”. Como disse o ex-secretário nacional de segurança pública, Ricardo Balestreri, em palestra proferida para policiais baianos, trata-se apenas de uma estratégia de manipulação:
“Não caiam na lógica das oligarquias que diz o seguinte: ‘se vocês estudarem muito, vocês vão se tornar inúteis, vão se tornar pessoas não práticas. Eu preciso do cara que está na rua, na linha de frente, não preciso do cara que estuda e se intelectualiza. Intelectual é para gabinete’. Isto é lógica da elite. É para continuar manipulando vocês [policiais].”
A intelectualização do efetivo policial trará conciência crítica, conhecimento, potencial de questionamento e maior capacidade na resolução de problemas complexos. Atributos desastrosos para quem pretende comandar arbitrariamente, e para aqueles que pretendem manipular o serviço policial em favor de interesses politiqueiros.
[…]
Autor: Danillo Ferreira – Tenente da Polícia Militar da Bahia, associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública e graduando em Filosofia pela UEFS-BA. | Contato: abordagempolicial@gmail.com
Livro: A arte não precisa Justificativa

Estou lendo este livro, me surpreendi positivamente, poucos autores mostram tanta lucidez quando falam do artista cristão e seu papel na sociedade onde vivemos.
” Já a arte não precisa de justificativa, ninguém precisa se desculpar por fazer arte. Os artistas não necessitam de justificativa, da mesma forma que os açougueiros, os jardineiros, os motoristas de táxi, os policiais ou as enfermeiras não precisam justificar com argumentos sagazes o porquê de estarem fazendo seu trabalho” ( 2010.p.47)
” A arte tem um lugar complexo na sociedade. Ela cria as imagens significativas pelas quais são expressas coisas importantes e comuns. Por meio da imagem artística, a essência de uma sociedade torna-se uma propriedade e uma realidade comuns.” (2010, p.52)
” A arte também pode dar forma ao nosso descontentamento, nosso desconforto em relação a certos fenômenos.Ela pode dar forma ao protesto. Se feito de maneira certa, ela não deve ser destrutiva ou fragmentar o que é bom. Usando uma linguagem atual, podemos traduzir a injunção bíblica ” ter fome e sede de justiça” por “protesto em amor. As ferramentas para isso podem ser os filmes, as canções, as pinturas, os desenhos animados e os slogans. A literatura e a poesia também têm suas funções”. (2010, p.53)
ROOKMAAKER, H.R. A arte não precisa de justificativa. Minas Gerais: Ultimato, 2010.
Relação entre surdos e ouvintes : O Som do Silêncio
http://embed.videolog.tv/v/index.php?id_video=760243&width=500&height=375
Este pequeno vídeo, retrata uma história de amor aparentemente impossível entre uma jovem surda e um jovem ouvinte. Na verdade pode ser uma grande metáfora do relacionamento entre surdos e ouvintes, uma relação linda, terna, desafiadora, mas muitas vezes tensa e conflituosa. Alguns desistem, outros enfrentam tudo, vencem o preconceito, as barreiras e são surpreendidos por um universo rico e apaixonante. Sempre valerá a pena amar as pessoas como elas são.
Audioteca Sal e Luz
Audioteca Sal e Luz
A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros).
Mas o que é isto? São livros que alcançam cegos e deficientes visuais (inclusive os com dificuldade de visão pela idade avançada), de forma totalmente gratuita.
Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3.
Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na nossa sede, que fica situada à Rua Primeiro de Março, 125 – Centro. RJ. Não precisa ser morador do Rio de Janeiro.
A outra opção foi uma alternativa que se criou, face à dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa cidade. Eles podem solicitar o livro pelo telefone, escolhendo o título pelo site, e enviaremos gratuitamente pelos Correios.
http://audioteca.org.br/noticias.htm
Christiane Blume – Audioteca Sal e Luz. Rua Primeiro de Março, 125- 7º Andar. Centro – RJ.. CEP 20010-000
Fone: (21) 2233-8007
Posse da Nova diretoria da Faculdade de Artes do Paraná / UNESPAR

| Nova Diretoria da FAP toma posse. |
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Aconteceu no dia 03 de agosto de 2011, no Auditório Antonio Melillo, o cerimonial de posse da nova Diretoria da FAP.
Na solenidade ocorreu a transmissão do cargo de Direção da Profª Rosane Schögel e da Profª Eulide Jazar Weibel para a Profª Stela Maris da Silva, Diretora, e para o Prof. Ângelo José Sangiovanni, Vice-Diretor, os quais assumiram a Direção da Instituição para o mandato de 2011 a 2015. Participaram da solenidade o Prof. Alípio Santos Leal Neto, Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Reitor da UNESPAR, e o Prof. Marco Aurélio Visintin, Vice-Reitor da UNESPAR, bem como professores, funcionários, estagiários e alunos da Instituição. Durante o evento ocorreu ainda a apresentação da professora e pianista Marilia Giller e do grupo de samba da FAP. |
Hannah Arendt
” Agir no sentido mais geral do termo significa tomar iniciativa, iniciar, imprimir movimento a alguma coisa. Por constituírem um initium, por serem recém-chegados e iniciadores, em virtude do fato de terem nascido, os homens tomam iniciativa, são impelidos a agir. (…) O fato de que o homem é capaz de agir significa que se pode esperar dele o inesperado, que ele é capaz de realizar o infinitamente improvável. E, isto, por sua vez, só é possível porque cada homem é singular, de sorte que, a cada nascimento, vem ao mundo algo singularmente novo. Desse alguém que é singular pode-se dizer, com certeza, que antes dele não havia ninguém. Se a ação. como início, corresponde ao fato do nascimento, se é efetivação da condição humana da natalidade, o discurso corresponde ao fato da distinção e é a efetivação da condição humana da pluralidade, isto é, do viver como ser distinto e singular entre iguais.”
Hannah Arendt
A condição Humana.
Rizzo (1998)
A presença de um Eu postula a existência de um Não Eu, isto é, o mundo externo dos objetos, dos outros e o mundo interno dos impulsos, das necessidades, dos desejos.E, posteriormente, a função do Eu, por toda a vida, será a de medir entre as pressões externas e as exigências internas. O processo de aprendizagem de vida ocorre sempre na relação Eu-Outro. É dessa maneira que o ser humano se diferencia, se desenvolve e assume a responsabilidade por sua conduta. ( Rizzo, 1998)
Morre Moacyr Scliar
Morreu ontem dia 27 de fevereiro de 2011 o grande médico e escritor Moacyr Scliar.
“Acredito, sim, em inspiração, não como uma coisa que vem de fora, que “baixa” no escritor, mas simplesmente como o resultado de uma peculiar introspecção que permite ao escritor acessar histórias que já se encontram em embrião no seu próprio inconsciente e que costumam aparecer sob outras formas — o sonho, por exemplo. Mas só inspiração não é suficiente”. Moacyr Scliar
PEI – Programa de Enriquecimento Instrumental de Feuerstein
Estou fazendo a formação do PEI, sonho antigo realizando-se.

Retirado do http://www.cdcp.com.br/pei.php

PEI – Programa de Enriquecimento Instrumental do Prof. Reuven Feuerstein.
Professores são intelectuais transformadores.
No dia dos Professores gosto de pensar que o Professor é um intelectual transformador, como nos diz Girox (1997).
“Os intelectuais transformadores precisam desenvolver um discurso que una a linguagem da crítica e a linguagem da possibilidade, de forma que os educadores sociais reconheçam que podem promover mudanças. Desta maneira eles devem se manifestar contra as injustiças econômicas, políticas e sociais dentro e fora da escola. Ao mesmo tempo, eles devem trabalhar para criar condições que dêem aos estudantes a oportunidade de tornarem-se cidadãos que tenham conhecimento e coragem de lutar a fim de que o desespero não seja convincente e a esperança seja viável. Apesar de parecer uma tarefa difícil para os educadores, está é uma luta que vale a pena travar. Proceder de outra maneira é negar aos educadores a chance de assumirem o papel de intelectuais transformadores.” (GIROUX, 1997, p. 163).
Assumir-se como um intelectual transformador é assumir que como professor fazemos diferença na sociedade em que vivemos e que a escola não é uma instituição fracassada, mas um lugar onde presenciamos transformações imprescindíveis na vida de cada aluno, cada professor e cada funcionário que faz parte dela.
“Pela educação o indivíduo se torna mais apto para viver: aprende a pensar e a resolver os problemas práticos da vida. Pela educação ele se torna mais sensível e mais rico interiormente, o que faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais capaz de conviver com os outros. A maioria dos problemas da sociedade se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a pensar. Por não saber pensar tomamos as decisões políticas que não deveríamos tomar.”
Rubem Alves
Feliz Dia dos Professores !!!!!!!!!










