Dia de sol !!!!

Mesmo que tudo seja triste ao redor, mesmo que a noite insista em durar, mesmo que o céu escureça e as nuvens pareçam encobrir a luz do sol, sempre haverá uma raio de sol em meu coração. n.n.a

Jesus: a carne de Deus

A Carne de Deus

o Divino se fez carne, sangue, ossos e músculos

a plenitude divina contida em um frágil corpo humano

o intangível celestial encarnado entre os homens,

o Divino estampado em um rosto, em um corpo

a natureza Divina em forma de gente

e o Divino de carne e sangue,

sentiu na pele o que sentem os homens

comeu o que comem os homens

dormiu como dormem os homens

trabalhou como trabalham os homens

o Divino habitou entre nós

suportou queixas, contradições e medos humanos

enfrentou a serpente no deserto da vida

andou e comeu com pecadores

anunciou que “Deus é Amor” e que o “Amor” é a Lei maior

o Divino cheio de Graça e Verdade

deu tudo de si, em troca do nada dos homens

ofereceu sua Verdade Absoluta

em troca de mentiras, vaidades e ofensas,

a plenitude da Graça e da Verdade unidas no homem Deus

o Divino em forma humana

mostrou sua Glória nascendo em um berço humildade

preferindo a glória de Deus à glória dos homens.

A carne de Deus, concretizada em um bebê,

provocou a ira e a perplexidade da vaidade humana

o Divino, filho unigênito do Deus Eterno

totalmente Deus e totalmente homem

nasceu para dar esperança e salvação aos homens

o Divino encarnado no humano

permitiu que o humano fosse revestido do Divino.

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós,

cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória,

como a glória do unigênito do Pai.”

João 1:14

N.N.A.

Lançamento Revista Brasileira de Musicoterapia nº 13

Conheça nossa revista no site

EDITORIAL

A Revista Brasileira de Musicoterapia é uma publicação semestral da União Brasileira das Associações de Musicoterapia (UBAM), destinada à publicação científica de trabalhos originais relacionados à Musicoterapia e áreas afins: estudos teóricos/ensaios, artigos baseados em pesquisa, resenhas e entrevistas. Em sua 13ª edição temos a satisfação de apresentar cinco artigos inéditos.
Nossa revista inaugura neste volume o ISSN 2316-994X (International Standard Serial Number) para publicação de revista eletrônica, este código é aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada.
Agradeço a todos os colaboradores: autores, pareceristas, comissão editorial, associações de musicoterapia e secretariado da UBAM pelo apoio e trabalho colaborativo durante todo o ano de 2012.

Noemi Nascimento Ansay
Editora Geral

Vésper

A vida segue veloz às vésperas do Natal,
vagam vozes vãs, veladas e veludosas,
vaníloquo dos verbetes tão vulneráveis,
vacilante o vaga-lume valsa na vastidão verdejante,
voa na ventania de suas vicissitudes,
tão virtuose, ao violão, viola e violino,
tão virtuoso em sua valentia e vereditos,
vertiginoso, vaga por violetas e valerianas,
vivace e voraz, violenta a vida tão volátil.

n.n.a.
Imagem: Mari Suoheimo

Palavra Antiga – Sobre o mesmo chão !!!

[…]

Ao Redor de muitos
Me apontaram as cercas e os muros
Eu quis o caminho, Roguei pela vida

E vou subvertendo o mundo
Amando a esperança que salta os muros
e brinca arteira com tua criança, a fé ‘ta na vida

Sobre o mesmo chão
Bem dentro do mundo
A banda passou
O amor se espalhando
Ainda está sobre o Mesmo Chão (2x)

Palavra Antiga

Rio Torto

[…]

O amor é um rio, eu reconheço
Seu leito é feito de águas claras
E desde cedo a minha alma
Não tem medo

[…]

Poema: Metamorfose

Foto: Mari Suoheimo
Metamorfose
não sou o que era antes
e nem serei amanhã o que sou hoje,
vivo a temeridade  e a exuberância
da metamorfose todos os dias.
larva, asquerosa, repugnante,
pupa pendurada em uma folha,
crisálida silenciosa, grávida de vida,
aguarda ser  borboleta.
n.n.a

Jacques Rancière

“Agimos sempre, também, como espectadores do mundo.”

Jacques Rancière

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/entrevista-jacques-ranciere/

“O dialogismo da política tem muito da heterologia literária, de seus enunciados subtraídos de seus autores e devolvidos a eles, de seus jogos da primeira e terceira pessoa – tem muito mais disso que da situação supostamente ideal, do diálogo entre a uma primeira pessoa e uma segunda pessoa. A invenção política opera-se em atos que são ao mesmo tempo argumentativos e poéticos, golpes de força que abrem e reabrem tantas vezes quanto for necessário os mundos nos quais esses atos de comunidade são atos de comunidade. […] O poético não se opõe ao argumentativo.”

” Há política se a comunidade da capacidade argumentativa e da capacidade metafórica é, a qualquer hora e pela ação de qualquer um, passível  de ocorrer. ” (RANCIÈRE, 1996, p.70)

” Um sujeito político não é um grupo que ” toma consciência” de si, se dá voz, impõe seu peso na sociedade. É um operador que junta e separa as regiões, as identidades, as funções, as capacidades que existem na configuração da experiência dada, quer dizer, no nó entre as divisões da ordem policial e o que nelas se inscreveu como igualdade, por frágeis e fugazes que sejam essas inscrições. ( 1996, p.52)

Onde não falta vontade existe sempre um caminho !


“Onde não falta vontade existe sempre um caminho.”
J. J. R. Tolkie

Documentário Bayaka

Lindo !!!
Talento e Competência !!!!!!
Parabéns Plínio, meu amigo e professor, por sua sensibilidade, humanidade  e profissionalismo.

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