Jesus: a carne de Deus

A Carne de Deus
o Divino se fez carne, sangue, ossos e músculos
a plenitude divina contida em um frágil corpo humano
o intangível celestial encarnado entre os homens,
o Divino estampado em um rosto, em um corpo
a natureza Divina em forma de gente
e o Divino de carne e sangue,
sentiu na pele o que sentem os homens
comeu o que comem os homens
dormiu como dormem os homens
trabalhou como trabalham os homens
o Divino habitou entre nós
suportou queixas, contradições e medos humanos
enfrentou a serpente no deserto da vida
andou e comeu com pecadores
anunciou que “Deus é Amor” e que o “Amor” é a Lei maior
o Divino cheio de Graça e Verdade
deu tudo de si, em troca do nada dos homens
ofereceu sua Verdade Absoluta
em troca de mentiras, vaidades e ofensas,
a plenitude da Graça e da Verdade unidas no homem Deus
o Divino em forma humana
mostrou sua Glória nascendo em um berço humildade
preferindo a glória de Deus à glória dos homens.
A carne de Deus, concretizada em um bebê,
provocou a ira e a perplexidade da vaidade humana
o Divino, filho unigênito do Deus Eterno
totalmente Deus e totalmente homem
nasceu para dar esperança e salvação aos homens
o Divino encarnado no humano
permitiu que o humano fosse revestido do Divino.
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós,
cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória,
como a glória do unigênito do Pai.”
João 1:14
N.N.A.
Lançamento Revista Brasileira de Musicoterapia nº 13
Conheça nossa revista no site
EDITORIAL
A Revista Brasileira de Musicoterapia é uma publicação semestral da União Brasileira das Associações de Musicoterapia (UBAM), destinada à publicação científica de trabalhos originais relacionados à Musicoterapia e áreas afins: estudos teóricos/ensaios, artigos baseados em pesquisa, resenhas e entrevistas. Em sua 13ª edição temos a satisfação de apresentar cinco artigos inéditos.
Nossa revista inaugura neste volume o ISSN 2316-994X (International Standard Serial Number) para publicação de revista eletrônica, este código é aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada.
Agradeço a todos os colaboradores: autores, pareceristas, comissão editorial, associações de musicoterapia e secretariado da UBAM pelo apoio e trabalho colaborativo durante todo o ano de 2012.
Noemi Nascimento Ansay
Editora Geral
Vésper
A vida segue veloz às vésperas do Natal,
vagam vozes vãs, veladas e veludosas,
vaníloquo dos verbetes tão vulneráveis,
vacilante o vaga-lume valsa na vastidão verdejante,
voa na ventania de suas vicissitudes,
tão virtuose, ao violão, viola e violino,
tão virtuoso em sua valentia e vereditos,
vertiginoso, vaga por violetas e valerianas,
vivace e voraz, violenta a vida tão volátil.
n.n.a.
Imagem: Mari Suoheimo
Palavra Antiga – Sobre o mesmo chão !!!
[…]
Ao Redor de muitos
Me apontaram as cercas e os muros
Eu quis o caminho, Roguei pela vida
E vou subvertendo o mundo
Amando a esperança que salta os muros
e brinca arteira com tua criança, a fé ‘ta na vida
Sobre o mesmo chão
Bem dentro do mundo
A banda passou
O amor se espalhando
Ainda está sobre o Mesmo Chão (2x)
Palavra Antiga
Rio Torto
[…]
O amor é um rio, eu reconheço
Seu leito é feito de águas claras
E desde cedo a minha alma
Não tem medo
[…]
Jacques Rancière

“Agimos sempre, também, como espectadores do mundo.”
Jacques Rancière
http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/entrevista-jacques-ranciere/

“O dialogismo da política tem muito da heterologia literária, de seus enunciados subtraídos de seus autores e devolvidos a eles, de seus jogos da primeira e terceira pessoa – tem muito mais disso que da situação supostamente ideal, do diálogo entre a uma primeira pessoa e uma segunda pessoa. A invenção política opera-se em atos que são ao mesmo tempo argumentativos e poéticos, golpes de força que abrem e reabrem tantas vezes quanto for necessário os mundos nos quais esses atos de comunidade são atos de comunidade. […] O poético não se opõe ao argumentativo.”
” Há política se a comunidade da capacidade argumentativa e da capacidade metafórica é, a qualquer hora e pela ação de qualquer um, passível de ocorrer. ” (RANCIÈRE, 1996, p.70)
” Um sujeito político não é um grupo que ” toma consciência” de si, se dá voz, impõe seu peso na sociedade. É um operador que junta e separa as regiões, as identidades, as funções, as capacidades que existem na configuração da experiência dada, quer dizer, no nó entre as divisões da ordem policial e o que nelas se inscreveu como igualdade, por frágeis e fugazes que sejam essas inscrições. ( 1996, p.52)
Documentário Bayaka
Lindo !!!
Talento e Competência !!!!!!
Parabéns Plínio, meu amigo e professor, por sua sensibilidade, humanidade e profissionalismo.
















