Revista do Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Musicoterapia

A Revista do Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Musicoterapia

Professores são intelectuais transformadores.


No dia dos Professores gosto de pensar que o Professor é um intelectual transformador, como nos diz Girox (1997).

“Os intelectuais transformadores precisam desenvolver um discurso que una a linguagem da crítica e a linguagem da possibilidade, de forma que os educadores sociais reconheçam que podem promover mudanças. Desta maneira eles devem se manifestar contra as injustiças econômicas, políticas e sociais dentro e fora da escola. Ao mesmo tempo, eles devem trabalhar para criar condições que dêem aos estudantes a oportunidade de tornarem-se cidadãos que tenham conhecimento e coragem de lutar a fim de que o desespero não seja convincente e a esperança seja viável. Apesar de parecer uma tarefa difícil para os educadores, está é uma luta que vale a pena travar. Proceder de outra maneira é negar aos educadores a chance de assumirem o papel de intelectuais transformadores.” (GIROUX, 1997, p. 163).

Assumir-se como um intelectual transformador é assumir que como professor fazemos diferença na sociedade em que vivemos e que a escola não é uma instituição fracassada, mas um lugar onde presenciamos transformações imprescindíveis na vida de cada aluno, cada professor e cada funcionário que faz parte dela.

“Pela educação o indivíduo se torna mais apto para viver: aprende a pensar e a resolver os problemas práticos da vida. Pela educação ele se torna mais sensível e mais rico interiormente, o que faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais capaz de conviver com os outros. A maioria dos problemas da sociedade se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a pensar. Por não saber pensar tomamos as decisões políticas que não deveríamos tomar.”

Rubem Alves

Feliz Dia dos Professores !!!!!!!!!

Fora, Povo ! Luis Fernando Veríssimo

FORA, POVO!
(Luis Fernando Veríssimo)


Pesquisa recente concluiu que a elite brasileira é mais moderna, ética, tolerante e inteligente do que o resto da população. Nossa elite, tão atacada através dos tempos, pode se sentir desagravada com o resultado do estudo, embora este tenha sido até modesto nas suas conclusões. Faltou dizer que, além das suas outras virtudes, a elite brasileira é mais bem-vestida do que as classes inferiores, tem melhor gosto e melhor educação, é melhor companhia em acontecimentos sociais e é incomparavelmente mais saudável. E que dentes!

A pesquisa reforça uma tese que tenho há anos, segundo a qual o Brasil, para dar certo, precisa trocar de povo. Esse que está aí é de péssima qualidade. Não sei qual seria a solução. Talvez alguma forma de terceirização, substituindo-se o que existe por algo mais escandinavo. As campanhas assistencialistas que tentam melhorar a qualidade do povo atual só a pioram, pois, se por um lado não ajudam muito, pelo outro o encorajam a continuar existindo. E pior, se multiplicando. Do que adianta botar comida no prato do povo e não ensinar a correta colocação dos talheres, ou a escolha de tópicos interessantes para comentar durante a refeição? Tente levar o povo a um restaurante da moda e prepare-se para um vexame. O povo brasileiro só envergonha a sua elite.

Se não tivéssemos um povo tão inferior, nossos índices sociais e de desenvolvimento seriam outros. Estaríamos no Primeiro Mundo em vez de empatados com Botsuana. São, sabidamente, as estatísticas de subemprego, subabitação e outros maus hábitos do povo que nos fazem passar vergonha.

Que contraste com a elite. Jamais se verá alguém da elite brigando e fazendo um papelão numa fila do SUS como o povo, por exemplo. Mas o que fazer? Elegância e discrição não se ensina. Classe você tem ou não tem. Mas o contraste é chocante, mesmo assim. Esse povo, decididamente, não serve.

Se ao menos as bolsas-família fossem Vuitton…


“A igualdade não consiste em dar a mesma coisa a todo o mundo, mas a cada um segundo as suas necessidades. Portanto, é possível que existam desigualdades justas ( tratar desigualmente os desiguais de modo a alcançar a igualdade).” Jean Louis Derouet

1ª Oficina Construindo a Música na Serra do Mar



Gostaria de convidá-los a participar deste evento direcionado a educadores musicais, musicoterapeutas, instrumentistas, designers, ecologistas, musicistas, engenheiros florestais, cineastas e outros. Envio flyer anexo (foto do local). Agrega música (construção de instrumentos, prática, sensibilização e criação) ambientalismo (atividades na floresta, reciclagem e plantio de mudas nativas) e convivência músico-ambiental (a natureza como fonte sonora e inspiração).
Atenciosamente

César Augusto Crepaldi – Educador Musical/Luthier UFPR
http://construindoamusica.blogspot.com/

Seus Olhos Viam Deus – Zora Neale Hurston

Os navios ao longe levam a bordo todos os desejos dos homens. Para uns, eles chegam com a maré. Para outros, navegam eternamente no horizonte, jamais desaparecem, jamais atracam, enquanto o Espectador não desvia os olhos resignado, os sonhos mortos pela zombaria do Tempo. Assim é a vida dos homens.
Mas as mulheres esquecem tudo que não querem lembrar, e lembram tudo que não querem esquecer. O sonho é a verdade. Portanto elas agem e fazem tudo de acordo com isso.
Assim, tudo começou com uma mulher, que voltava de enterrar os mortos. Não os mortos por doença, que haviam agonizado com amigos à cabeceira e aos pés da cama. Voltava dos encharcados e inchados; a morte súbita, os olhos arregalados em julgamento.

Livro escrito por Zora Neale Hurston (1891 – 1960), antropóloga americana, viajou em 1936, ao Haiti, onde escreveu Their Eyes Were Watching God em apenas sete semanas.





Balé Teatro Guaíra – Romeu e Julieta


http://guia.gazetadopovo.com.br/teatro/romeu-e-julieta-bale-teatro-guaira-e-orquestra-sinfonica-/1973/895/

Notícia publicada no guia Gazeta do Povo.

O Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná apresentam o espetáculo Romeu e Julieta, nos dias 24, 25 e 26 de outubro no Teatro Guaíra. A apresentação foi coreografada por Luiz Fernando Bongiovanni e a orquestra é regida pelo maestro Alessandro Sangiorgi, com músicas do compositor russo Sergei Prokofiev. O drama escrito por William Shakespeare conta a história das famílias rivais Montecchio e Capuleto, de onde surge o casal nome da trama. A coreografia busca uma contemporaneidade com a aproximação dos acontecimentos da trama com a vida cotidiana.

A montagem teve estreia em 2008 e já foi assistida por mais de 20.000 espectadores. Em 2010, esteve na programação do Festival de Inverno SESC 2010 no Rio de Janeiro. A nova temporada traz o personagem Romeu interpretado pelos bailarinos Fábio Valadão, que faz parte do elenco inicial da trama, e André Neri, que divide a interpretação com com Valadão. A bailarina Alessandra Lange está no papel de Julieta

Fui ontem com a Nick, a Isabelle e a Mari assistir o espetáculo, que se mostrou contemporâneo, com um figurino lindo, bem humorado e sensível.

Revistas Brasileiras de Musicoterapia disponíveis on-line

Depois de MUITO, MUITO, MUITO…trabalho para scanear e editar as revistas anteriores, conseguimos finalizar o trabalho e agora colocamos a disposição na página da UBAM todas as edições da Revistas Brasileiras de Musicoterapia.

Noemi

http://www.musicoterapia.mus.br/revistabrasileirademusicoterapia.HTML

Prorrogadas as Inscrições do Curso de LIBRAS na FAP

Prorrogadas as inscrições do curso de LIBRAS na FAP até o dia 27 de setembro.



Dia do Musicoterapeuta -15 de setembro



Em abril de 1991, Luiz Antônio Fleury Filho, então governador de São Paulo, decretou a data de 15 de setembro como o Dia do Musicoterapeuta. Logo a comemoração foi estendida para o resto do país.



Parabéns a todos os musicoterapeutas do Brasil !!!!!!!!

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