Parabéns a tod@s os Pedagog@s !!!!!!!!


“Y”, o retorno do que não foi.
Lygia, Curitybana,
Eloy, Nitheroyense,
Encontraram-se no Lyceu das letras aposentadas,
Ela tyipographa,
Ele toca lyra,
Ela faz analyse,
Ele é encyclopedico,
Ela cheira yasmim, lyrio, ylang-ylang,
Ele tem sangue guerreiro goytacaz,
Ela viajou para Parayba,
Ele foi para Guyana,
Ela derramou milhares de lagrymas,
Ele escreveu uma encyclica,
Encontraram-se sessenta e nove anos depois,
Celebraram um Yom Kippur,
depois da nova reforma ortográfica.
n.n.a
Your Blue Room
[…]…
Zooming in
Zooming out
Nothing I can’t do without
A lense to it all up close
To Magnify what no one knows
Never in company
Never alone
No car alarm
No cellular phone
Carrego dentro do peito, todos que já passaram por mim, todas as músicas que ouvi, tudo que senti, milhares de sensações: o azul do céu, o colo do meu pai, o beijo da minha mãe, a doçura das ameixas, o choro engasgado, o nó no peito, o inconformismo, a tormenta e a calmaria na alma.
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| Meu tio Silas no Brasil |
n.n.a
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“[…] Persigo algumas palavras… São tão belas que quero colocá-las todas em meu poema… Agarro-as no vôo, quando vão zumbindo, e capturo-as, limpo-as, aparo-as, preparo-me diante do prato, sinto-as cristalinas, vibrantes, ebúrneas, vegetais, oleosas, como frutas, como algas, como ágatas, como azeitonas… E então as revolvo, agito-as, bebo-as, sugo-as, trituro-as, adorno-as, liberto-as… Deixo-as como estalactites em meu poema; como pedacinhos de madeira polida, como carvão, como restos de naufrágio, presentes da onda… Tudo está na palavra… Uma ideia inteira muda porque uma palavra mudou de lugar ou porque outra se sentou como uma rainha dentro de uma frase que não a esperava e que a obedeceu… Têm sombra, transparência, peso, plumas, pêlos, têm tudo o que, se lhes foi agregando de tanto vagar pelo rio, de tanto transmigrar de pátria, de tanto ser raízes… São antiquíssimas e recentíssimas. Vivem no féretro escondido e na flor apenas desabrochada…”