Construindo em um lar, um abrigo para tempestade

 

 

White Owl

When the night comes
And you don’t know which way to go
Through the shadowlands
And forgotten paths
You will find a road

Like an owl you must fly in moonlight with an open eye
And use your instinct as a guide, to navigate the ways that lays before you
You were born to, take the greatest flight

Like a serpent and a dove, you will have wisdom born of love
To carry visions from above into the places no man dares to follow
Every hollow in the dark of night
Waiting for the light
Take the flame tonight

Cause, child the time has come for you to go
You will never be alone
Every dream that you have been shown
Will be like living stone
Building you into a home
A shelter from the storm

Like a messenger of peace, the beauty waits be released
Upon the sacred path you keep, leading deeper into the unveiling
As your sailing, across the great divide

Like a wolf at midnight howls, you use your voice in darkest hours
To break the silence and the power, holding back the others from their glory
Every story will be written soon
The blood is on the moon
Morning will come soon

Cause, child the time has come for you to go
You will never be alone
Every dream that you have been shown
Will be like living stone
Building you into a home
A shelter from the storm

Josh Garrels

Lydio Roberto

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Homenagem ao amigo, Professor e Musicoterapeuta Lydio Roberto

http://www.e-parana.pr.gov.br/modules/debaser2/visualizar.php?audiovideo=1&xfid=9200

 

 

Pesquisa sobre a Música no Cotidiano das pessoas surdas

 

Queridos (as) amigos (as) surdos (as)

Meu nome é Noemi Nascimento Ansay, sou professora da Faculdade de Artes do Paraná (UNESPAR) e junto com minha aluna Thabata Moraes, estamos desenvolvendo uma pesquisa sobre Música no Cotidiano de Pessoas Surdas. O questionário é direcionado somente a pessoas surdas, maiores de 18 anos e sem identificação pessoal. Pedimos sua ajuda na divulgação da pesquisa.
Esse é o link do questionário: https://goo.gl/forms/AmnyK8I5ncz2mbd43
Abraços!

Nem Cleópatra, nem Nefertiti

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Nem Cleópatra, nem Nefertiti

Tão linda, com seus brilhantes brincos,
uma túnica laranja, toda florida,
maquiada e com um cesto na cabeça,
ela caminha feliz, segura de si, pelas ruas do Cairo
e quando lhe convidam para ir ao Brasil,
responde corajosamente:
– Vamos! Estou pronta pra conhecer terras distantes!
Chegou tímida, mas, foi logo se enturmando,
depois de uma semana e histórias sem fim, pra contar e pra ouvir,
abraçou a amiga brasileira, a finlandesa, a chilena, a japonesa
a russa, a africana, a italiana, a israelense, a palestina e a mexicana,
e suspirou: bom mesmo é amar e ser amado,
pois o amor é um elo perfeito,
une os de perto e os de longe,
nos faz olhar o melhor do outro,
a admirá-lo e respeitá-lo,
a quere-lo como um irmão e uma irmã.
O amor nunca falha!

(Noemi N. Ansay)

A Voz (Os Arrais)

 

“O grito mais alto e profundo
é o que mantemos trancafiado dentro do peito.
A palavra mais difícil de ser dita
é a que calamos.
A dor mais intensa
é aquela que não podemos descrever em palavras.
A saudade mais intensa
é daqueles que foram e não voltaram mais.
A pergunta mais intrigante
é aquela que não tem respostas.
Para o alto, profundo, difícil, calado, intenso, intrigante,
só Deus tem as respostas.”
( Noemi N.Ansay )

 

Conexão: Finlândia- Brasil – Imagens do Livro – Língua de Sinais Brasileira – Poesia

O que escrevemos, desenhamos, pintamos,  fotografamos,  filmamos, decoramos, cria pernas e sai passeando pelo mundo. Fiquei surpresa com a publicação finlandesa, da Revista Kotivinkki 07/02/2018, volume 3, onde fotografaram a belíssima casa da Anna Suoheimo. Em uma das paredes estão os quadros com as imagens que ilustram meu livro: Ciranda das letras: a poética do alfabeto, que foram criadas pela designer finlandesa Mari Suoheimo, especialmente para este fim. Na reportagem cita que as imagens são de um livro que tem acessibilidade para língua de sinais. AMEI !!!!!!

 

Makuuhuineen seinällä on Annam siskon Mari Suoheimon tekemä taideteos, jonka kuvat on tehty viitottuja runoja sisältavän runokirjan kuvitukseksei. Tyynyt ovat Saanan já Olin mallistoa, samoin Finartelle suunniteltu huopa.

Tradução

No parede do quarto de dormir tem obra de arte feito pela irma da Anna, Mari Suoheimo. As imagens foram feitos para ilustrar um livro de poemas nas linguas de sinais. As almofadas são da coleção da Saana e Olli, como o cobertor desenhado para Finart.

Kotivinkki 07/02/2018,  Numero 3

 

 

O livro tem um DVD com os poemas traduzidos para Libras, visando acessibilidade para os surdos.

Grammy 2017- melhor álbum rock latino Residente: René Pérez Joglar

Já fazem duas semanas que comecei a escutar o álbum Residente, do porto riquenho René Pérez, as músicas são de uma riqueza rítmica, melódica e cultural admiráveis. Mal sabia, que ele seria premiado com um Grammy em 2017.

Estamos conectados por meio da música ao local e ao global,  ao grande mar universal humano e transcendental da vida.

” Aquí no hay caviar, pero hay maíz. ¿Pa’ qué queremos radios si aquí hay tambores? Oye.” (RESIDENTE)

 

Poesia musical

Milo

Todos te estaban esperando
El viento cantaba bailando
Las olas se levantaron de su silla
Y los caracoles te esperaban en la orilla
También te esperaban en la arena desde los animalitos más chiquitos hasta las ballenas
Las estrellas se veían a plena luz del día
Porque te esperaban para hacerte compañía
Y naciste, rápido y despacio
Respirando como un astronauta en el espacio
Hablabas otro idioma
Que venias de un planeta sin personas
Y despertaste hasta las plantas
Cuando la selva rugió desde tu garganta
Y aunque no entendieras todo lo que sentiste
Sin tener que abrir los ojos nos descubriste
Bolsita de leche
Masita de pan
Pipita de harina
Cachetes de flan
Deditos de algodón en las manitas y en los pies
Agua santa que huele a bebé
Te ries y el mundo se siente importante
Y todos los duendes se vuelven gigantes
Contigo los días son fiesta
Y haces que la música suene sin orquesta
Te gusta que el viento te sople en la cara
Comer con las manos sin usar cuchara
Tocar las flores que salen en abril
Y hablar con los trenes del ferrocarril
En tu propio eje y sin camiseta
Te gusta dar vueltas como los planetas
Convertirte en carro y también en cohete
Jugar todo el tiempo aunque no hayan juguetes
Andar por el pasto sin las zapatillas
Eres amigo de las cosas sencillas
Por eso me abrazas y me descongelas
Y me haces sentir como un globo que vuela
Ahora ya se porque escribo
Aunque nunca sepa el día ni la hora en la que vivo
Cuando hablas mi despiste te atiende
Viniste a enseñarme como es que se aprende
Nunca es tarde para nada
La mañana está esperando
Si te perdiste el tren puedes llegar caminando
Las oportunidades ahí están
Pero son como las olas
Llegan y se van
Y aunque seamos de colores diferentes
Todos comemos con la boca
Y masticamos con los dientes
Hay que ser buena gente y agradecido
Y proteger el árbol pa’ que no se caiga el nido
Y ojalá que nada te duela
Pero si te duele que te sirva de escuela
Ojalá que te enamores muchas veces
Porque con un beso lo malo desaparece
No tienes que llorar
Va a parar de llover
Yo salí a trabajar, pero voy a volver
Y te voy a construir un castillo de bambú
Lo que nunca tuve yo quiero que lo tengas tú
Compositores: Rafael Arcaute / Rene Perez Joglar
Letra de Milo © Sony/ATV Music Publishing LLC

Menina Caiçara

 

 

 

 

 

 

 

Menina Caiçara

para minha filha

Plena de si, menina-mulher caiçara,

renasceu bem ali,

entre o mar e a terra,

no encontro das águas doces e salgadas.

 

Tão doce, coração meigo,

protetora das coisas da terra,

abrigo para pequenos seres,

uma árvore plantada, bem no meio do manguezal.

 

Mergulhou fundo nas águas limpas,

da Ilha das Peças, de Guaraqueçaba e do Superagui,

brincou com as crianças no trapiche e na praia,

feliz, voltou no tempo, tornou-se uma delas.

 

Andou descalça pela areia,

tomou banho de chuva,

viajou de canoa pelos povoados,

pescou, limpou, cozinhou e comeu.

 

Filha de terras caiçaras, terra dos avós e bisavós,

terra de manguezais: branco, vermelho e amarelo.

das Aroreiras, do Araticum-do-brejo, do Cebolão, da Bacopa, do Marmeleiro,

do Hibisco da praia, da Capororopa e da Samambaia do Mangue.

 

Terra dos golfinhos, onça-parda, cotias,

capivara, catetos, lagartos,

tucanos, papagaios e guarás,

tamanduás, jacus e do bugio.

 

Terra do Fandango Caiçara

batido, bailado ou valsado

da viola e tamancos,

com seus toques, versos e estruturas.

 

Terra que confia na proteção do Divino e no Bom Jesus do Perdão,

que ouve em silêncio os conselhos dos avós e avôs,

guardiões de sabedoria e dos remédios caseiros:

chás, guarrafadas, suadouros, unguentos e cataplasmas.

 

Terra de pescadores, agricultores,

que vivem em harmonia com a natureza,

hospitaleiros, simples, sustentáveis e amáveis,

terra da Vó Maria e Vô do Cezino,

terra onde mora nosso coração, nossas origens e nossa alma.

 

Noemi N. Ansay

Imagens: Fotos da Ilha das Peças e Guaraqueçaba

Gratidão

 

No dia de ” Ações de Graças” separo estes primeiros momentos para uma prece:

 

Te agradeço Deus pelo dom da vida,

por me amar e se importar comigo,

tão frágil e pequeno ser humano.

 

Agradeço por viver no tempo e lugar onde estou,

por pertencer a uma família,

por ter amigos e pela capacidade de amar.

 

Agradeço pelo alimento material e espiritual,

pela consciência, pelo perdão,

e por tua soberania.

 

Agradeço por teu amor

infinito, forte, profundo,

e porque nada poderá me separar dele.

 

Permita que a cada dia

retribua tão grande dádiva celeste

em minhas palavras e atitudes.

 

Que ame ao próximo

como amo a mim,

que sinta e transmita quem Tu és.

 

Deus que é  amor,

doador da vida,

plenitude de tudo em todos.

 

Amém

 

Tomaz de Aquino

“Tratado da Graça”, três níveis de gratidão.

O primeiro nível é o de reconhecimento intelectual – aquele em que somos gratos por educação, que fomos ensinados desde muito pequenos, um agradecimento para cumprir protocolos. É uma gratidão que vem do plano do intelecto, eu agradeço porque fui educado a fazê-lo.

O segundo nível é chamado de nível de agradecimento, quando nos regozijamos por algo que alguém fez por nós. É uma gratidão impulsionada por uma emoção. Você recebe algo tão bom, tem reconhecimento por isso e, portanto, agradece. É neste nível, em que normalmente estamos quando fazemos os exercícios de gratidão.

E o terceiro e mais profundo nível de gratidão é o nível do vínculo. É o nível em que nos sentimos tão gratos, que tamanha gratidão, leva a criarmos um vínculo com o outro. O nível do vínculo faz com que nos comprometamos com o próximo. De certa forma, estamos tão agradecidos que nos sentimos obrigados a retribuir de alguma forma.

 

 

 

“El mundo parecía amenazante
hasta que suave
como pluma
clara,
o dulce como pétalo de azúcar,
de labio en labio
pasa
gracias

[…]”

Pablo Neruda (1959)

NERUDA, P. Oda a las gracias. In: Navegações e regressos. São Paulo: Coleção Ibero Americana, 2012.

 

   “Um coração grato é uma luz suave em meio a escuridão”.

"Um coração grato é uma luz suave em meio a escuridão".

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