Símbolo Internacional da Surdez


Símbolo Internacional da Surdez

Surdo
Decreto Federal n° 5626/2005- que regulamenta a lei 10.436-2002- Libras

Considera-se pessoa surda àquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – Libras.


Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500 Hz, 2000 Hz e 3.000 Hz – surdez moderada, severa e profunda.




Musicoterapia – Definição

O que é Musicoterapia ?

Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo para facilitar, e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.
A Musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções do indivíduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração intra e/ou interpessoal e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento. (Federação Mundial de Musicoterapia Inc. 1996)

O QUE E PRECISO PARA SE TORNAR UM MUSICOTERAPEUTA?

Para exercer a profissão de musicoterapeuta faz-se necessário uma formação especializada em entidades de ensino superior.
O curso de Musicoterapia desenvolve-se em 4 anos a nível de graduação e exige formação musical prévia do candidato.
No Paraná o curso de Musicoterapia é ofertado pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP, na cidade de Curitiba.

ONDE ATUA O MUSICOTERAPEUTA?

– Clínicas e Hospitais Psiquiátricos
– Clínicas Multidisciplinares
– Clínicas Geriátricas
– Hospitais Clínicos-Gerais
– Hospitais Dia
– Centro e Instituições de Reabilitação
– Escolas Regulares e Especiais
– Instituições Sociais e Públicas
– Consultórios Particulares
– Empresas

ÁREA DE ATUAÇÃO E FORMAS DE ATENDIMENTOS?

Num trabalho terapêutico, neste caso a Musicoterapia, é importante que o terapeuta tenha conhecimentos técnicos e sensibilidade para compreender as necessidades do paciente que se propõe a ser atendido por ele ou que ele se propõe a atender, já que cada indivíduo tem sua individualidade, portanto características que lhe são próprias inerentes a sua identidade. Sendo assim, são expostas a seguir algumas ‘áreas de atuação’ que podem ser beneficiadas pela Musicoterapia, onde cabe ao musicoterapeuta ter conhecimento e entender a área onde deseja exercer o seu trabalho, podendo assim formular seus objetivos perante cada paciente, ou pacientes, que irá atender.
Eis algumas áreas de atuação, sendo elas na área da educação, social, saúde (médica): transtornos do movimento, por exemplo: paralisia cerebral, poliomielite, amputação congênita e outros; transtornos respiratórios, exemplo: asma brônquica; transtornos da linguagem; portadores de deficiência visual, auditiva, motora e mental; traumatismos, como por exemplo: queimados, amputados e outros; doença mental, por exemplo: esquizofrenia, depressão, psicose, neurose; hemofilia; neoplasia; oncologia; distúrbios de aprendizagem; dependentes químicos; soropositivos; gestantes; idosos (geriatria, gerontologia); preventiva. Entre outras áreas, podendo o musicoterapeuta atender em empresas, escolas, hospitais, clínicas, instituições, associações, asilos, entre outros.
Além das áreas de atuação também há formas de atendimento que podem ser realizadas na Musicoterapia, eis algumas delas: a Musicoterapia individual; a Musicoterapia de grupo; terapia do casal. Podendo também ser realizado um trabalho de: preparação para o parto; preparação para cirurgia e atendimento pós-cirúrgico; Unidade de Tratamento Intensivo (UTI); Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Sendo estes são apenas alguns exemplos de onde e como podem ser realizados os atendimentos em Musicoterapia.

O QUE FAZ O MUSICOTERAPEUTA?

O musicoterapeuta avalia, planeja e desenvolve um projeto terapêutico, dentro das necessidades de cada paciente, tendo como centro das sessões algum tipo de experiência musical.
As principais técnicas são: improvisação, recriação, composição e audição musical.

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