Alma Brejeira Lydio Roberto

Alma Brejeira

Se existe alma pequena
Fechada pra alegria
Se existe alma guerreira
Pronta pra artilharia
Trago comigo o segredo
Abro do tempo a porteira
Solto no mundo, sem medo
A minha alma brejeira
Eia!!!!!!!
Lydio Roberto e Etel Frota
Canção do cd Alma Brejeira do querido amigo professor Lydio

NAPNE em Ação


Aluno do Programa de Pós-Graduação em
Ciências Farmaceuticas UFPR,
Alisson Fernandes dos Santos fez a
de sua dissertação de mestrado
último dia 27 de junho de 2008.

Através do NAPNE –

Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais,
a universidade ofereceu apoio com a intérprete
Noemi Nascimento Ansay, que atuou em dois seminários preparatórios
e na própria defesa da dissertação.

Intitulado “Ação de desferoxamina e deferiprona em eritrócitos de portadores de ß-talassemias submetidos à sobrecargaoxidativa de terc-butilhidroperóxido, ‘in vitro’

Fernando César Oliveira (com informações de Gilka Correia)

Exposição German Lorca

Exposições em Curitiba

Fotografia como Memória
Atrações: German Lorca
Data / Horário: Até 12 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Local: – Museu Oscar NiemeyerEndereço: – Rua Marechal Hermes, 999
Centro CívicoTelefone: – (41) 3350-4400
Preço: – R$ 4,00
Desconto: – R$ 2,00 (estudantes)

Oliverio Girondo – Poesia da Argentina


La lluvia,

con frecuencia,

penetra por mis poros,

ablanda mis tendones,

transpasa mis arterias,

me impregna,

poco a poco,

los huesos,

la memoria.

Entonces,

me refugio,

en un rincón cualquiera

y estirado en el suelo

escucho,

durante horas,

el ritmo de las gotas

que manan de mi carne,

como de una gotera.

GIRONDO, Oliverio. Persuasión de los dias.Buenos Aires:Losada, 2007

Fotos: German Lorca

CURSO DE LIBRAS na FAP

Libras (lingua brasileira de sinais)
Módulo I
Carga horária: 40 horas/aula
Inscrições de 01/08 a 25 de agosto de 2008 no protocolo da FAP.

Investimento: R$ 40,00 na matrícula e R$ 40,00 na primeira semana de aula.
Aulas: segundas e quarta-feiras das 19:00 ás 22:15h
Período: 25/08 a 08/10/2008Número de vagas: 20

Conteúdos

I- Mundo dos Surdos: identidade e cultura surda
II – Artes no contexto da cultura surda

III – Vocabulário
IV – Gramática da Libras
V – Conversação em Libras

Público alvo: alunos, funcionários, docentes e outros profissionais.
Instrutores e professores:
Rita de Cássia Maestri – Psicóloga surda

Bruno Pierim – instrutor surdo
Noemi Nascimento Ansay – Professora da FAP/Curso de Musicoterapia
Faculdade de Artes do Paraná – Rua dos Funcionários , 1357 –
Cabral informações: 3250-7316

Juan Gelman ( 1996)

Epitafio

Un pájaro vivía en mi
Una flor viajaba en mi sangre
Mi corazón era un violín.

Quise e no quise. Pero a veces
me quisieron. También a mí
me alegraban: la primavera,
las manos juntas, lo feliz
Digo que el hombre debe serlo!

( Aquí yace un pájaro.
Una flor.
Un violín.)

Juan Gelman

Café de Los Maestros

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Assisti este belíssimo filme em Buenos Aires na Rua Suipacha com minha querida amiga Emilia.

Cafe de Los Maestros
Country: Argentina
Year: 2008
Running time: 90 Minutes
Genres: Documentary, Music
Premiere:North American Premiere
Programs: Documentary Films, Face the Music
Language: Spanish
Sub-Titles:English Sub-Titles
Other Countries: USA/Brazil/Argentina

Do outro lado da Fronteira



Do outro lado da Fronteira

Do outro lado da fronteira…
em “Mi Buenos Aires querida”
homens e mulheres andam elegantes pelas ruas,
andam como sombras cinzas pelas calçadas,
andam por entre praças, monumentos e prédios,
lembranças do que um dia pareceu uma Europa Latina.

Do outro lado da fronteira,
na residência do vizinho portenho,
também há pobreza,
há fome e dor,
há gente deitada pelas calçadas,
gente chorando por suas perdas irreparáveis.

Do outro lado da fronteira,
o humano é tão humano,
como em qualquer outro ponto do planeta,
chora, ri, ama e odeia.
Trata o próximo bem ou mal pelas conveniências,
pelo que possuem ou pela quantia de dólares no bolso

Do outro lado da fronteira,
no campo e na cidade,
há um nó na garganta, um grito ecoando
homens e mulheres aguerridos e corajosos
pedindo por um país mais justo.
Mães na “Plaza de Mayo” gritam em silêncio pelos filhos desaparecidos

Do outro lado da fronteira,
irmãos paraguaios reviram sacos de lixo,
andam vagueando pelas ruas,
procurando comida para seus filhos famintos,
são culpabilizados pelo desemprego
e por todos os males que acometem a nação.

Do outro lado da fronteira,
há violência pelas ruas,
motoristas de ônibus fazem greve na madrugada
em protesto a morte de um colega,
morto a facadas,
só porque a máquina das moedas não funcionou.

Do outro lado da fronteira,
no sul e norte da cidade,
vê-se a pobreza e a riqueza,
suntuosas moradias e barracos,
La Boca, Constitucion, San Telmo
Palermo, Recoleta, Puerto Madero.

Do outro lado da fronteira
ouve-se tango e milonga,
casais dançam tango nas ruas,
Gardel ainda canta canções de amor,
versos de Borges e Gelman são declamados
o cotidiano da vida cantado em prosa e verso.

Do outro lado da Fronteira…
também é um espelho do que há do lado de cá da fronteira,
gente de carne e osso,
gente com sede e fome de justiça,
gente trabalhadora,
gente latina americana,
que ao descobrir-se,

descobrirá a possibilidade de construir
uma América Latina mais justa com todos os seus filhos..

N.N.A.
Poema escrito na viagem a Buenos Aires em 20/07/2008

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