Bolívia

AMADA BOLIVIA, POTOSI, LA PAZ, CORICO, COCHABAMBA, ORURO, Y SALTA EN ARGENTINA.

Na Bolívia, fotos do meu irmão Heber  Nascimento, viajo nestas imagens….

Se eles não existissem….

Se eles não existissem… A vida seguiria tranquila, sem preocupações, incômodos e inconvenientes.  Afinal, para que precisamos deste “outro” que desafia nossas convicções, que coloca em xeque nosso modelo de sociedade homogênea,  nosso conforto,  nossas vagas,  nosso tão almejado ideal de “perfeição”?

Ah… se eles não existissem, não precisaríamos nos incomodar em fazer rampas de acesso, contratar profissionais, pagar intérpretes de LIBRAS, fazer adaptações curriculares, ampliar textos, modificar os ambientes, fazer mais reuniões, provas diferenciadas,  organizar cursos de capacitação, aprender novas formas de comunicação. Não precisaríamos dar a vez, o lugar, ser gentis e educados. E ao invés de nos tornarmos mais humanos, mais generosos, tornar-nos-íamos mais irracionais, egoístas, odiosos, desprovidos de compreensão, amor e beleza. A arte de ser gente passaria longe de nós.

          n.n.a

IX Congresso Brasileiro de Psicopedagogia

http://www.abpp.com.br/apresentacao.htm

Um absurdo : Governador diz que Policiais Militares com curso superior são insubordinados

Governador diz que Policiais Militares com curso superior são insubordinados
sex, 27 abr 2012 | Categoria: Polícia e Política, Polícia Militar | Autor: Danillo Ferreira

Na última quinta, o Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), fez um discurso criticando a reivindicação das associações policiais militares referente à exigência de ensino superior para quem ingressasse na corporação. Não bastasse se posicionar contrariamente em virtude das implicações orçamentárias que a medida possui (a “promoção”, no âmbito do estado, de carreiras técnicas a carreiras de qualificação superior), o governador sustentou a seguinte argumentação, segundo a Gazeta do Povo:

O governador Beto Richa (PSDB) disse em entrevista à rádio CBN, nesta quinta-feira, que acha positivo que os policiais militares do estado não tenham diploma de curso superior.

A polêmica entre o governo e as associações que representam os policiais militares, que queriam que o governo passasse a exigir diploma dos que entram na corporação.

Segundo Richa, é bom que os policiais não tenham diploma, porque gente formada normalmente é muito insubordinada.

“Outra questão é de insubordinação também, uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior”, afirmou o governador.

Quem é policial sabe que este é um discurso presente inclusive no interior das próprias corporações policiais: superiores hierárquicos inseguros, mal formados, defasados em relação às exigências do mundo atual, fazem uma verdadeira negativação da intelectualização do efetivo, usando o mesmo argumento do governador paranaense, e afirmando que assim os policiais se tornariam menos “práticos”. Como disse o ex-secretário nacional de segurança pública, Ricardo Balestreri, em palestra proferida para policiais baianos, trata-se apenas de uma estratégia de manipulação:

“Não caiam na lógica das oligarquias que diz o seguinte: ‘se vocês estudarem muito, vocês vão se tornar inúteis, vão se tornar pessoas não práticas. Eu preciso do cara que está na rua, na linha de frente, não preciso do cara que estuda e se intelectualiza. Intelectual é para gabinete’. Isto é lógica da elite. É para continuar manipulando vocês [policiais].”

A intelectualização do efetivo policial trará conciência crítica, conhecimento, potencial de questionamento e maior capacidade na resolução de problemas complexos. Atributos desastrosos para quem pretende comandar arbitrariamente, e para aqueles que pretendem manipular o serviço policial em favor de interesses politiqueiros.

[…]

Autor: Danillo Ferreira – Tenente da Polícia Militar da Bahia, associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública e graduando em Filosofia pela UEFS-BA. | Contato: abordagempolicial@gmail.com

Revista Brasileira da Musicoterapia

DIA 30 DE ABRIL ENCERRA-SE A CHAMADA PARA ENVIO DE TRABALHOS

http://www.musicoterapia.mus.br/noticias/RevistaUBAMChamada2012.html

Chamada de trabalhos 2012
Revista Brasileira de Musicoterapia

A Revista Brasileira de Musicoterapia é uma publicação anual da União Brasileira das Associações de Musicoterapia (UBAM), destinada à publicação científica de trabalhos originais relacionados à Musicoterapia que se enquadrem nas seguintes categorias: estudos teóricos/ensaios, trabalhos baseados em pesquisa ou resenhas. Neste inicio de ano a revista foi avaliada pelo sistema WEBQUALIS- CAPES e incluída na lista da área de Artes-Música com classificação B4, ou seja, esta é a primeira revista de Musicoterapia qualizada no país, o que representa muito para a qualidade das pesquisas na área.
Desta forma convida-se pesquisadores, estudantes de iniciação científica e participantes de Programas de Pós-Graduação Latu sensu e Stricto Sensu do Brasil e outros países para enviarem seus trabalhos para o décimo segundo volume da Revista Brasileira de Musicoterapia.
O prazo para o envio de trabalhos: de 27 de fevereiro a 30 de abril de 2012
A previsão para o lançamento é em outubro de 2012 por ocasião do XIV Simpósio Brasileiro de Musicoterapia e XII Encontro Nacional de Pesquisa em Musicoterapia.

Noemi N. Ansay
Comissão Editorial da Revista Brasileira de Musicoterapia
União Brasileira das Associações de Musicoterapia

Blackbird Beatles

Alice: Quanto tempo dura o eterno?

Coelho: As vezes apenas um segundo.

Lewis Carroll (Alice no País das Maravilhas)

Imagens incríveis da Terra

Tão pequeno, tão frágil, tão frágil…frente a imensidão do céu, do mar, do Universo.

Ouvir música alivia a dor crônica

Cobrir 


An exploration of music listening in chronic pain

Ann Gold ann.gold@kingstonhospital.nhs.uk


Pain Management Service, Kingston Hospital NHS Trust, UK
Ajay Clare

Pain Management Unit, University Hospital Lewisham, UK

Resumo


Abstract

Chronic pain is a major health problem and, as direct treatments often fail to offer lasting pain relief, more effective self-management strategies are needed. There is evidence that music listening can provide relief of pain and accompanying emotional distress in acute settings, primarily through distraction. Less is known about the functions of music listening in chronic pain although survey research has suggested that it could aid distraction, relaxation and sense of control. Building on these findings, this qualitative study explored the narratives of 11 people living with chronic pain about the perceived impact of music listening on pain experience. The results indicated frequent loss of involvement with and enjoyment of music following chronic pain. Despite this, music could improve emotional state and uplift, console, energize and relax the listener and offer a sense of companionship. Conversely, at times it could upset or irritate. Music could act as a distraction from pain, as a cue to movement and as a motivator to exercise. Finally, music could provide a link to memories of a self before pain and escape from a painful body. All these functions have potential for development as effective self-management strategies for chronic pain.


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