Filme: A minha canção de amor.
Lindo filme sobre as desilusões da vida e a força da amizade e do amor.
Sinopse:
Jane (Renée Zellweger), uma ex-cantora que ficou paralítica depois de um acidente, recebe notícias de seu filho, Devon. O garoto entra em contato com sua mãe porque quer convidá-la para sua comunhão. Apesar do medo de Jane em encontrar-se com seu filho depois de anos e confrontar-se com seu passado, seu amigo (Forest Whitaker) consegue convencê-la a fazer a jornada através dos Estados Unidos. Durante a viagem e graças às pessoas que encontrarão na estrada, Jane comporá sua mais bela canção de amor.

"As aventuras de Pi" ou " Max e os Felinos"
Ontem fui ao cinema ver As aventuras de Pi, um filme incrível em 3D, maravilhoso, uma história de sobrevivência, fé, amor e amizade.
Lembrei deste poema:
Mar Báltico
Rumo a Estônia, Tallinn,
imersa em um mar tão generoso,
mergulho em meus pensamentos.
O mar é denso e revolto,
o vento bate, castiga o casco da embarcação,
empurra o navio de um lado ao outro,
de um pensamento a outro,
vertigem no corpo,
medo na alma.
Ser um estrangeiro é ser um estranho,
um lobo solitário na babel dos homens,
é preciso enfrentar a tempestade,
ter um coração a prova das injustiças,
a prova do desprezo e da solidão.
É preciso amar mesmo que o mundo diga não.
É preciso amar como se não houvesse amanhã.
É preciso amar como prova de que ainda somos humanos.
n.n.a
Polêmica, veja o vídeo:
O Filme As Aventuras de Pi seria inspirado na obra de Moacyr Scliar ” Max e os Felinos”
Leia mais : http://www.lpm-blog.com.br/?p=17118
Chove chuva, chove sem parar em Curitiba….

Chuva em Curitiba
Todo Curitibano sabe: antes de sair de casa, é sempre bom levar o guarda-chuva, mesmo que a temperatura esteja em 40ºC.
Créditos: Antonio Costa/Gazeta do Povo
Linda música para ouvir junto com a chuva…. Michael Nyman….sensibilidade musical….maravilhoso….
Surdina: Cecília Meireles
Surdina
Quem toca piano sob a chuva,
na tarde turva e despovoada?
De que antiga, límpida música
recebo a lembrança apagada?
Minha vida, numa poltrona
jaz, diante da janela aberta.
Vejo árvores, nuvens – é a longa
rota do tempo, descoberta.
Entre os meus olhos descansados
e os meus descansados ouvidos,
alguém colhe com dedos calmos
ramos de som, descoloridos.
A chuva interfere na música.
Tocam tão longe ! O turvo dia
mistura piano, árvore, nuvens,
séculos de melancolia…
Cecília Meireles
(p.136)
Livro: Flor de Poema
Ed. Nova Fronteira
Rio de Janeiro: 1983
Filme: A Invenção de Hugo Cabret
Tributo a George Méliès
Harpejji – Marcodi Musical
Ontem vi o Stevie Wonder tocando um Harpejji, amei. O harpejji é um instrumento de cordas elétrico musical desenvolvido em 2007 por Tim Meeks. O instrumento visa preencher a lacuna no som e técnica entre a guitarra e o piano. A superfície de jogo tem um teclado isomorfo disposição dispostos em ordem crescente tons inteiros através de cordas, e ascendente semi-tons como as cordas viajar longe do jogador com uma escala de cinco oitavas de A0 a A5. O modelo harpejji primeiro, as cordas d1 24, foi produzido de janeiro de 2008 [ 3 ] até maio de 2010. Posteriormente, foi substituído pelo K24, que também tem 24 cordas. O último modelo inclui atualizações para os componentes eletrônicos internos, uma simplificação do sistema de marcador de braço, e uma mudança de bordo para o bambu como a madeira principal para o instrumento. Em janeiro de 2011, o G16, um modelo menor corda 16 com uma vasta quatro oitavas (de C2 a C6) e saída mono, foi introduzido. Todos os harpejjis usam um sistema de bloqueio eletrônico para amortecer cordas unfretted e minimizar o impacto das vibrações simpáticas. (Wikipedia)
Jesus: a carne de Deus

A Carne de Deus
o Divino se fez carne, sangue, ossos e músculos
a plenitude divina contida em um frágil corpo humano
o intangível celestial encarnado entre os homens,
o Divino estampado em um rosto, em um corpo
a natureza Divina em forma de gente
e o Divino de carne e sangue,
sentiu na pele o que sentem os homens
comeu o que comem os homens
dormiu como dormem os homens
trabalhou como trabalham os homens
o Divino habitou entre nós
suportou queixas, contradições e medos humanos
enfrentou a serpente no deserto da vida
andou e comeu com pecadores
anunciou que “Deus é Amor” e que o “Amor” é a Lei maior
o Divino cheio de Graça e Verdade
deu tudo de si, em troca do nada dos homens
ofereceu sua Verdade Absoluta
em troca de mentiras, vaidades e ofensas,
a plenitude da Graça e da Verdade unidas no homem Deus
o Divino em forma humana
mostrou sua Glória nascendo em um berço humildade
preferindo a glória de Deus à glória dos homens.
A carne de Deus, concretizada em um bebê,
provocou a ira e a perplexidade da vaidade humana
o Divino, filho unigênito do Deus Eterno
totalmente Deus e totalmente homem
nasceu para dar esperança e salvação aos homens
o Divino encarnado no humano
permitiu que o humano fosse revestido do Divino.
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós,
cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória,
como a glória do unigênito do Pai.”
João 1:14
N.N.A.
Lançamento Revista Brasileira de Musicoterapia nº 13
Conheça nossa revista no site
EDITORIAL
A Revista Brasileira de Musicoterapia é uma publicação semestral da União Brasileira das Associações de Musicoterapia (UBAM), destinada à publicação científica de trabalhos originais relacionados à Musicoterapia e áreas afins: estudos teóricos/ensaios, artigos baseados em pesquisa, resenhas e entrevistas. Em sua 13ª edição temos a satisfação de apresentar cinco artigos inéditos.
Nossa revista inaugura neste volume o ISSN 2316-994X (International Standard Serial Number) para publicação de revista eletrônica, este código é aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada.
Agradeço a todos os colaboradores: autores, pareceristas, comissão editorial, associações de musicoterapia e secretariado da UBAM pelo apoio e trabalho colaborativo durante todo o ano de 2012.
Noemi Nascimento Ansay
Editora Geral
Vésper
A vida segue veloz às vésperas do Natal,
vagam vozes vãs, veladas e veludosas,
vaníloquo dos verbetes tão vulneráveis,
vacilante o vaga-lume valsa na vastidão verdejante,
voa na ventania de suas vicissitudes,
tão virtuose, ao violão, viola e violino,
tão virtuoso em sua valentia e vereditos,
vertiginoso, vaga por violetas e valerianas,
vivace e voraz, violenta a vida tão volátil.
n.n.a.
Imagem: Mari Suoheimo














