Palavra Antiga – Sobre o mesmo chão !!!

[…]

Ao Redor de muitos
Me apontaram as cercas e os muros
Eu quis o caminho, Roguei pela vida

E vou subvertendo o mundo
Amando a esperança que salta os muros
e brinca arteira com tua criança, a fé ‘ta na vida

Sobre o mesmo chão
Bem dentro do mundo
A banda passou
O amor se espalhando
Ainda está sobre o Mesmo Chão (2x)

Palavra Antiga

Rio Torto

[…]

O amor é um rio, eu reconheço
Seu leito é feito de águas claras
E desde cedo a minha alma
Não tem medo

[…]

Poema: Metamorfose

Foto: Mari Suoheimo
Metamorfose
não sou o que era antes
e nem serei amanhã o que sou hoje,
vivo a temeridade  e a exuberância
da metamorfose todos os dias.
larva, asquerosa, repugnante,
pupa pendurada em uma folha,
crisálida silenciosa, grávida de vida,
aguarda ser  borboleta.
n.n.a

Jacques Rancière

“Agimos sempre, também, como espectadores do mundo.”

Jacques Rancière

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/entrevista-jacques-ranciere/

“O dialogismo da política tem muito da heterologia literária, de seus enunciados subtraídos de seus autores e devolvidos a eles, de seus jogos da primeira e terceira pessoa – tem muito mais disso que da situação supostamente ideal, do diálogo entre a uma primeira pessoa e uma segunda pessoa. A invenção política opera-se em atos que são ao mesmo tempo argumentativos e poéticos, golpes de força que abrem e reabrem tantas vezes quanto for necessário os mundos nos quais esses atos de comunidade são atos de comunidade. […] O poético não se opõe ao argumentativo.”

” Há política se a comunidade da capacidade argumentativa e da capacidade metafórica é, a qualquer hora e pela ação de qualquer um, passível  de ocorrer. ” (RANCIÈRE, 1996, p.70)

” Um sujeito político não é um grupo que ” toma consciência” de si, se dá voz, impõe seu peso na sociedade. É um operador que junta e separa as regiões, as identidades, as funções, as capacidades que existem na configuração da experiência dada, quer dizer, no nó entre as divisões da ordem policial e o que nelas se inscreveu como igualdade, por frágeis e fugazes que sejam essas inscrições. ( 1996, p.52)

Onde não falta vontade existe sempre um caminho !


“Onde não falta vontade existe sempre um caminho.”
J. J. R. Tolkie

Documentário Bayaka

Lindo !!!
Talento e Competência !!!!!!
Parabéns Plínio, meu amigo e professor, por sua sensibilidade, humanidade  e profissionalismo.

Poema: Benquerer – Adagio for Strings, Op. 11, Samuel Barber

Benquerer
Beija-flor benfazejo
beija begônias, buganvílias,
brincos de princesa, bocas de leão.
Brilhoso baila brincando por entre
Baobás, Babaçus, Báctris e Buritis.
Belicoso beija a bailarina.
que balbucia benevolente
a bendita benção da vida.
(Noemi N. Ansay)

 

Projeto Escola Universidade 2012

Encerramento do Projeto na FAP
Rodas de conversa sobre os projetos
Professoras da Escola Municipal Theodoro de Bona
Professoras Escola do Expedicionário

Poema: Guay-atacá

Guay – atacá


Guerreio goitacás,
tão galáctico,
garboso e generoso,
garimpa ágatas e granadas
golpeia ágil as geleiras,
gaba-se de ser tão gostável.

n.n.a

Arte da letra: Mari Suoheimo 

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