Preparativos para o 13º Fórum

Além da Comemoração do Dia do Musicoterapeuta, hoje trabalhamos muito nos preparativos para o Fórum que começa amanhã.

"Sobrevivendo com lobos" – Filme

Filme: SOBREVIVENDO COM LOBOS

(Survivre Avec Les Loups – FRANÇA)

Ano: 2007 / Lançamento em DVD: 2010
Dirigido por: Vera Belmont
Elenco: Mathilde Goffart, Yaël Abecassis, Guy Bedos, Michele Bernier, Benno Fürmann.
Sobrevivendo Com Lobos é um filme frânces que usa a segunda guerra como pano de fundo para contar a história de uma menina que para não ser pega pelos nazistas, acaba fugindo para a floresta e sendo adotado por lobos. E no decorrer de sua viagem, passará por vários situações até chegar em seu grande objetivo: ir para Bruxelas reencontrar seus pais.

http://www.lumi7.com.br/2010/03/critica-sobrevivendo-com-lobos-em-dvd.html

Fonte: 

Lapa – Alberto Martins

Lapa

outro dia andando
pela Lapa dei de cara
com esta fábrica
de nome tão discreto: Universo
Lá dentro os operários
entre banhos de cobre
níquel substâncias várias
transformavam
qualquer peça barata
na mais bela liga metálica.
Não sei por quê
comecei a pensar nas palavras
desse latim vulgar
em que faço minha ginástica.
É um latim de lata
bastante enferrujada
não pode salvá-lo
nenhum banho de prata.
Que siga assim-
ferro torto cheio de cracas
deixando nossas pegadas
perto da fábrica
no ar desta calçada.

Alberto Martins

Jornal da Biblioteca Pública do Paraná
Cândido
Nº 2 setembro 2011

Jô Nunes Talento Paranaense

Cantora e compositora, a paranaense Jô Nunes, sempre teve a música presente em sua vida. Tem ampla formação na área e participa de projetos musicais com a participação de artistas, cantores e compositores da nova geração de Curitiba, buscando constantemente aperfeiçoar e desenvolver sua musicalidade.
O disco será lançado no dia 16 de setembro no Sesc da Esquina, em Curitiba.
A Jô é linda e talendosa, ex-aluna da FAP do curso de Musicoterapia.

Fonte: http://jo-nunes.conexaovivo.com.br/


Curso de LIBRAS começa esta semana na FAP

Nosso curso de LIBRAS módulo II começa nesta quarta-feira na FAP.
Inscrições na FAP em horário comercial.

Horacio Preler – Jornal Rascunho

O Centro do Poema

As árvores celebram a proteção do vento
as tormentas resistem,
emitem sons diferentes.
Resvalam papéis jogados no ar
e o óxido se acumula.
Os canais de rega se abrem para todos,
a água é um elemento contagioso.
Capturamos notas lançadas sem sentido.
Seguramente vão dar no centro do poema,
mas apenas quando notamos uma estranha dor.

Horacio Preler
Tradução: Ronaldo Cagiano
Jornal Rascunho/ Setembro 2011, p. 28

Frases do Pequeno Príncipe

“Foi o tempo que perdi com a minha rosa que a fez tão importante.”

“Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz.”

“Tu és responsável por aquele que cativas”

“Os olhos são cegos. É preciso ver com o coração…”

“Fiz mal em envelhecer. Foi uma pena. Eu era tão feliz em criança…”

“Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.”

“Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava… Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar.”

IX

Creio que ele aproveitou, para evadir-se, pássaros selvagens que imigravam. Na manhã da partida, pôs o planeta em ordem. Revolveu cuidadosamente seus dois vulcões em atividade. Pois possuía dois vulcões. E era muito cômodo para esquentar o almoço. Possuía também um vulcão extinto. Mas, como ele dizia: “Quem é que pode garantir?”, revolveu também o extinto. Se eles são bem revolvidos, os vulcões queimam lentamente, regularmente, sem erupções. As erupções vulcânicas são como fagulhas de lareira. Na terra, nós somos muito pequenos para revolver os vulcões. Por isso é que nos causam tanto dano.

O principezinho arrancou também, não sem um pouco de melancolia, os últimos rebentos de baobá. Ele julgava nunca mais voltar. Mas todos esses trabalhos familiares lhe pareceram, aquela manhã, extremamente doces. E, quando regou pela última vez a flor, e se dispunha a colocá-la sob a redoma, percebeu que estava com vontade de chorar.

– Adeus, disse ele à flor.

Mas a flor não respondeu.

– Adeus, repetiu ele.

A flor tossiu. Mas não era por causa do resfriado.

– Eu fui uma tola, disse por fim. Peço-te perdão. Trata de ser feliz.

A ausência de censuras o surpreendeu. Ficou parado, inteiramente sem jeito, com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma doçura.

– É claro que eu te amo, disse-lhe a flor. Foi por minha culpa que não soubeste de nada. Isso não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz… Mas pode deixar em paz a redoma. Não preciso mais dela.

– Mas o vento…

– Não estou assim tão resfriada… O ar fresco da noite me fará bem. Eu sou uma flor.

– Mas os bichos…

– É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas! Do contrário, quem virá visitar-me? Tu estarás longe […]

Antoine de Saint-Exupéry
http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/buscaLivro completo para Download

Ode Marítima – Álvaro Campos

[…]

Parte-se em mim qualquer coisa. O vermelho anoitece.
Senti demais para continuar a sentir.
Esgotou-se-me a alma, ficou só um eco dentro de mim.
Decresce sensivelmente a velocidade do volante.
Tiram-me um pouco as mãos dos olhos os meus sonhos.
Dentro de mim há um só vácuo, um deserto, um mar noturno.
E logo que sinto que há um mar noturno dentro de mim,
Sobe dos longes dele, nasce o seu silêncio,
Outra vez, outra vez o vasto grito antiquíssimo.
De repente, como um relâmpago de som, que faz barulho mas ternura,
Subitamente abrangendo todo o horizonte marítimo
Úmido e sombrio marulho humano noturno,
Voz de sereia longínqua chorando, chamando,
Vem do fundo do Longe, do fundo do Mar, da alma dos Abismos,
E à tona dele, como algas, bóiam meus sonhos desfeitos…

[…]

Álvaro Campos
Antologia Poética de Fernando Pessoa.

Morretes

Portal da Graciosa

                                             Rio Nhundiaquara em Morretes

                                        Morretes

Filme indiano: Como estrelas na Terra

Faça download e assista :

http://www.factoryfilmes.net/como-estrelas-na-terratoda-criana-especial-legendado-download

Taare Zameen Par – conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida.
Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo.
As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade.
Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma.
Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida… e a filosofia do internato é a de disciplinar cavalos selvagens. Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan.
Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver.

Astronauta

Foto: Nasa/ESA/STScI
Astronauta

Quem me dera ser astronauta,
ser lançado ao espaço,
flutuar leve por auroras boreais,
unir-me ao infinito azul-celeste.
Olhar do alto,
ver a totalidade de nosso mundo mínimo,
planeta Terra,  grão de areia das galáxias
longe, bem longe dos incômodos da vida.
Ser um com o cosmo em expansão,
fundir-me ao infinito,
viajar por galáxias desconhecidas,
flutuar livre pela Via-Láctea.
O Infinito me aguarda,
me chama para si,
a morte me levará em seus braços,
para o Eterno, onde não haverá nem choro e nem vela.

n.n.a.

Bouticake -The Cupcake Store

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Hoje fui a inauguração da Bouticake no Shopping Estação, dos queridos amigos Tony, Regis, Raquel e Lenise.
Comi um capcake de Cacau Belga e Pistache !!!!!!! MARAVILHOSO !!!!!!!!
Fiz a apresentação das fotos para que conheçam um pouquinho da loja.

http://laisvalerio.blogspot.com

Hoje no Encontro aberto de Musicoterapia na FAP a Laís nos presenteou com a leitura de um poema dela.
Transcrevo aqui e deixo o endereço do Blog dela pra que quiser conhecer mais http://laisvalerio.blogspot.com

Desconhecidos

Em meio a carros, ruas, sinaleiros
Eu o vejo passando
Quem é ele?
Em meio as calçadas de paralelepípedos e sujeiras no chão
Eu vejo um cartaz
O que ele diz?
Em meio a carrinhos de mercado e dinheiro
Eu noto uma novidade da tecnologia
Mas o que era mesmo?
Em meio a passos apressados e caras feias
Uma árvore me pareceu bonita
Mas como é ela?
Em meio a tanta gente desconhecida
Eu sonho com alguém
Mas quem é você?

Laís Valério

Um site WordPress.com.

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