Unesco Biblioteca Virtual

Unesco lança biblioteca mundial digital 

– A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lançou na terça-feira (21/04) a Biblioteca Digital Mundial, que permitirá consultar gratuitamente pela internet o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de inúmeros países, entre eles o Brasil.
Dezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco (www.wdl.org).
A nova biblioteca virtual terá sistemas de navegação e busca de documentos em sete línguas, entre elas o português, e oferece obras em várias outras línguas.

Presente do Céu

Christie Tristão, Cris, Noemi em uma linda tarde de Sol, em frente a Escola Especial Osny Machado Saldanha.
Maio/2009

http://www.adorando.com.br/novo/default.aspx

Ju, Fábio e Nani- Musicoterapeutas lindos…..

 

Eu, Você e Maria e a experimentação vocal

Publicado em 20/05/2009 | LUIZ CLAUDIO OLIVEIRA – LUIZS@RPC.COM.BR

No princípio, era a melodia. Então veio a voz e mais uma voz e outra ainda. Elas brincaram, se divertiram, namoraram e foram para o computador, que entrou na brincadeira. Estava criado o trio vocal Eu, Você e Maria. Vozes, composições, criatividade e proposta musical de Nani Barbosa, Ju Fiorezi e Fabio Raesh. É um início surpreendente de caminhada, de experimentação sonora vocal, acompanhada de efeitos de computador, tendo como base a música brasileira.

Por enquanto, só o que se pode ouvir deles são quatro (e o número quatro nunca foi tão pequeno) músicas no MySpace (www.myspace.com/euvcemaria). Segue entrevista como Nani, resumida porque o espaço assim o pede. A entrevista na íntegra pode ser conferida no blog Sobretudo (http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/sobretudo).


Divulgação

Divulgação / Fabio Raesh, Nani Barbosa e Ju Fiorezi formam o trio Eu, Você e MariaAmpliar imagem

Fabio Raesh, Nani Barbosa e Ju Fiorezi formam o trio Eu, Você e Maria

 

Vocês já se conheciam, como decidiram se reunir?

Nos conhecemos na Faculdade de Artes do Paraná (FAP), os três são formados em Musicoterapia. Na verdade, fazíamos parte do mesmo ciclo de amizades, já éramos bem amigos antes desse projeto. Um ficou sabendo do trabalho do outro e a Nani Barbosa propôs começarmos um trabalho que reunisse experimentação vocal (que Nani estava buscando) e produção musical, pois o Fabio Raesh e a Ju Fiorezi já estavam produzindo trilhas para espetáculos de Teatro e Dança.

Os três também estão envolvidos com o projeto de música étnica Música dos Povos, dirigido por Plínio Silva (direção geral) e Liane Guariente (direção Vocal). Engloba o grupo Bayaka, no qual Nani toca flauta transversal, e o Omundô, do qual Ju e Fábio fazem parte do grupo de vocalistas.

Além disso, Nani já atuou também como flautista em alguns grupos de Curitiba, como Risoflora (2005), Zacumbira (2007) e o Projeto de Choro- Cai na Roda (2008).

Como chegaram a este som?

A idéia inicial do grupo foi realizar a junção da experimentação vocal com os recursos de áudio e a tecnologia que tínhamos à mão, mas não sabíamos qual seria o produto que resultaria. O Fabio e a Ju já trabalhavam com produção de trilhas para teatro e isso influenciou um pouco.

A linha musical do grupo, no geral, leva muito em consideração o aspecto cênico. A partir daí, veio a ideia de produzir um show, que terá uma unidade narrativa, em que uma música conversa com a outra, para tecer um fio condutor (nos temas, arranjos e timbres).

A cada produção, novas idéias e sonoridades surgem, que podem ser ou não incorporadas, tendo, como filtro, a ideia central do show de expor nosso olhar sobre o cotidiano e as manifestações populares.

Como é escolhido o repertório?

Das 14 músicas que vão compor o show, apenas três são releituras, as outras são composições próprias. Todos compõem individualmente, e depois a música é apresentada ao restante do grupo e então os arranjos, timbres, etc são pensados coletivamente.

A única música composta pelos três se chama “Mariá”.

Os três são responsáveis pela criação musical (arranjos, experimentação….) e visual do grupo. Mas algumas “funções” foram sendo definidas por facilidades e interesses que cada um tem de maneira natural. Assim temos:

Fabio Raesh: em voz, violão, teclados, toda produção musical, confecção de samples, programação midi, mixagem e masterização.

Nani Barbosa: voz, violão, sopros (flautas, pife), propostas vocais inusitadas, indagações conceituais, pesquisas de referências vocais.

Ju Fiorezi: voz, teclados, confecção de samples, programação midi, pesquisas de referências musicais e relações públicas.

Falem sobre show e disco.

No momento estamos focados na produção do show de estréia que acontecerá no Teatro Paiol no dia 4 de agosto e onde será lançado o primeiro EP do grupo, que provavelmente será disponibilizado no Myspace para download.

Estamos priorizando os espetáculos para o segundo semestre, porque eles exigem um produção visual (figurino, performance, cenário, projeções de vídeos) e também o desafio de reproduzir ao vivo as produções. Pelo tipo de som que fazemos (utilização de samples, efeitos, etc.), precisamos, em algumas músicas, de um material pré-produzido, que será utilizado nas execuções ao vivo.

Rainer Maria Rilke

A PANTERA

(No Jardin des Plantes, Paris)

De tanto olhar as grades seu olhar

esmoreceu e nada mais aferra.

Como se houvesse só grades na terra:

grades, apenas grades para olhar.

A onda andante e flexível do seu vulto

em círculos concêntricos decresce,

dança de força em torno a um ponto oculto

no qual um grande impulso se arrefece.

De vez em quando o fecho da pupila

se abre em silêncio. Uma imagem, então,

na tensa paz dos músculos se instila

para morrer no coração.

Centre Chrétien International en Haiti.




Igreja no Haiti

“ ENTÃO OS DISCÍPULOS PARTIRAM, E PREGARAM POR TODA A PARTE, COOPERANDO COM ELES O SENHOR, E CONFIRMANDO A SUA PALAVRA POR MEIO DOS SINAIS, QUA A ACOMPANHAVAM.” Mc. 16:20

Geiza Mendes
Missão Haiti

Macrofotografia- Marcos Schroeder

Informações retiradas do blog:
Macrofotografia é o termo utilizado quando o objeto no filme (ou ccd) tem o mesmo tamanho do real ou maior. Quando a diferença imagem-real ultrapassa a proporção de 10:1 transforma-se em microfotografia.

Gatinhos lindos….

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A Trinity e o Neo são dois lindos gatinhos, filhos da minha gatinha a Ginger.

As fotos são da Bia.


Festa para meu tio Silas Santo, músico que mora em Nova York, por ocasião de sua visita ao Brasil, com sua esposa Sari Santo.

Flores de Cacto duram um dia….


Acordei com o vaso florido ontem…flores no Cacto, lindas, alvas …. Hoje já murcharam, beleza fulgás.

Rea Tech – São Paulo



VII Feira Internacional de Tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidades


http://www.feirasnacipa.com.br/reatech/

Vamos para São Paulo, uh,uh,uh,uh….

As Crônicas de Nárnia – C. S.Lewis

Ousado aventureiro, decida de uma vez:
Faça o sino vibrar e aguarde o perigo
Ou acabe louco de tanto pensar:
“Se eu tivesse tocado, o que teria acontecido?”

LEWIS, C.S. As crônicas de Nárnia.São Paulo: Martins Fontes, 2005

https://www.ouvirmusica.com.br/as-cronicas-de-narnia/theres-a-place-for-us/#radio:as-cronicas-de-narnia

Eleonai Assunção

O Eleonai é meu amigo desde adolescente e para mim é um exemplo de perseverança e fé em Deus.

Depoimento do meu amigo Eleonai Assunção

Meus amigos, quando nasci fui rejeitado por meus pais. Meus avós me criaram e me deram todo amor necessário para que eu pudesse sobreviver a essa sociedade tão preconceituosa. Meus pais, esses que me criaram encheram meu coração de esperança e me ensinaram a lutar e a sobreviver. Quando na infância eu jogava futebol com o pessoal do bairro sem discriminação, jogava volei, brincava de boto ( brincadeira de pegar no mar ), pescava, caçava passarinho lá no rosa, subia nos pés das árvores de goiabeira, pitanga, laranja, abacate, bananinha japão, limoeiro bem altos, limpava o chaminé da casa de meus pais para que eles me deixassem tomar banho de mar, brincava de peca, pipa, ia no barco pegar peixe para ajudar minha mae, juntava trigo, milho na saida das tombeiras do porto, para ajuntar dinheiro afim de comprar material escolar. Falando em estudo, o colégio que eu estudava se prontificou a quem tivesse condução a pagar a gasolina para me levarem ao colégio e trazerem e no meu bairro por incrível que pareça tinha um cidadão que tinha carro e seu filho estudava na mesma sala que a minha, e o mesmo sabia da minha dificuldade em estudar pois eu usava um aparelho pesado nas duas pernas isso dificultava minha locomoção e hoje eu vejo o mesmo cidadão sem nada pior que eu hoje, tanto ele quanto seu filho que se entregou as droga e a bebida. E, um belo dia eu tive uma ideia, que, se tirasse o aparelho da perna direita e só deixassem o da esquerda e deixasse a muleta e usasse bengala tudo iria melhorar e eu consegueria ir sozinho à escola. Conversei sobre o assunto com meu pai e o mesmo não aceitou, mas eu estava decidido do que queria e consegui convencer meu pai. Então eu ia a pé na chuva estudar e voltava e o mais complicado para mim era todas as quarta -feiras quando tinha integrada, que era no victor konder e é longe pra burro . Teria muito mais a lhes contar. E por tudo isso que passei me fez ser o que sou hoje e se sou o que sou e tenho o que tenho eu devo muito em primeiro lugar ao meu Deus que sempre esteve e estará comigo, a meus pais, aos meus amigos do bairro a minha famiíia hoje ( esposa e filhos ) e a todos aqueles que sempre me incentivaram e ainda incentivam hoje a a continuar a luta, posso lhes afirmar que em muitos momentos pensei em desistir e até a me questionar sobre minha existência. Hoje sou feliz e creio estar perto do fim do túnel e já posso ver a luz e isso alegra o nosso coração e nos dá paz. O que vocês vão assitir neste vídeo não é nada comparado a minha vida mas é pra refletir.
http://www.youtube.com/watch?v=YCU8mto9Ml0

Eleonai Assunção

Mario Quintana

Os Poemas

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E, olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…

Mario Quintana

QUINTANA, Mário. Antologio Poética. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2001.

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