O deserto e os lugares secos se alegrarão, o ermo exultará e florescerá como a rosa. Is. 35:1
Tenho um cacto em meu jardim, ele se encheu de flores, lindas, alvas e que ficam abertas por um só dia, beleza fugaz..
N.N.A.
Mona Lisa
Precisando ostentar um sorriso no rosto,
já não era mais ela, era outra.
Que por fora sorria e por dentro chorava.
Que por fora tentava manter a aparência
Gritava em silêncio desesperançada:
foi sorrindo, foi sorrindo
N.N.A.
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Mona Lisa (também conhecida como La Gioconda ou, em francês, La Joconde, ou ainda Mona Lisa del Giocondo), é a mais notável e conhecida obra do pintor italiano Leonardo da Vinci. É nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato.
Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos.
Leonardo começou o retrato em 1503 e terminou-o três ou quatro anos mais tarde. A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta agora no Museu do Louvre, em Paris, e é a maior atração do museu.
Dia dos Professores -15 de outubro
Professor Paulo Ross -Meu professor marcante
Em tempos onde a docência é desvalorizada, onde grande parte da população diz que ser professor está associado a falta de opções, baixa qualificação profissional ou a ter um “missão” quase jesuítica de amar os alunos, ser Professor é um grande desafio.
Paulo Freire, mestre na docência, nos diz com propriedade em seu livro Pedagogia da autonomia (1996) que ensinar exige:
- Rigorosidade Metódica;
- Pesquisa
- Respeito pelos saberes dos educandos
- Criticidade
- Estética e ética
- Corporeificação das palavras pelo exemplo
- Risco, aceitação do novo
- Rejeição a discriminação
- Reflexão crítica sobre a prática
- Reconheciemento e assunção da identidade cultural
- Consciência do inacabamento
- Respeito a autonomia do educando
- Bom senso
- Humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores
- Apreesão da realidade
- Alegria e esperança
- Convicção de que a mudança é possível
- Curiosidade
- Segurança e competência profissional
- Generosidade
- Comprometimento
- Compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo
- Liberdade e autoridade
- Tomada de consciência nas decisões.
- Saber escutar
- Reconhecer que a educação é ideológica
- Disponibilidade para o diálogo
- Querer bem os educandos.
Tenho o maior orgulho de ser professora quando olho para professores como o professor Paulo Ricardo Ross, a professora Laura Ceretta Moreira e a professoraTânia Baibich além de todos os meus cole@as de trabalho professores da FAP do curso de Musicoterapia.
Parabéns a todos os professores !!!!!!!!!!
Noemi
Quando sei nato non puoi più nasconderti
Regulamentação da Profissão
MOBILIZAÇÃO EM MASSA DA CATEGORIA
Musicoterapeutas, estudantes e amigos da profissão,
Solicitamos a toda categoria para que: 1- envie e-mails, em massa para a Presidência da República, com o seguinte texto: Solicito a aprovação do Projeto de Lei 25/05, que regulamenta o exercício da profissão de Musicoterapeuta. Endereço do site:
2 – Mobilizemos todas as categorias: profissionais de outras áreas, instituições de ensino, instituições de atendimento, associações, familiares, amigos e todos os que puderem ser acionados, para que, num grande movimento positivo, mandem e-mails para a Presidência da República. Entrem em contato com pessoas que possam estar ao nosso lado nessa
luta!
JUNTEMO-NOS NUMA GRANDE CORRENTE!!! ESSA É A HORA!!!!
Cecília Meireles
Metal Rosicler 32
sufocada.
Mas logo de seu peito vinha
uma trêmula cascata,
que aumentava, que aumentava
com borboletas de espuma
e fogo e prata
Parecia que ia morrendo
de loucura.
Mas logo rápida movia
não sei que vaga porta escura
e, mais tênue que o sol e a lua,
passava entre fitas e rosas
sua figura
Parecia que ia morrendo
em segredo
Mas uma rumorosa vida
rugia mais que o oceano ou o vento
nas suas mãos em movimento.
Agarrava o tempo e o destino
com o ágil dedo.
Parecia que ia morrendo
e revivia.
E girava as saias imensas,
maiores do que a noite e o dia.
Rouca, delirante, aguerrida,
pisando a morte e os maus agouros,
“olé-dizia.
Regulamentação da Profissão Musicoterapeuta
http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=78762&codAplicativo=2
PLENÁRIO / Votações07/10/2008 – 21h05
Projeto que cria a profissão de musicoterapeuta vai à sanção
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (7), em votação simbólica, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 25/05, que regulamenta a profissão de musicoterapeuta. A matéria vai agora à sanção do presidente da República.
O PLC 25/05 define o musicoterapeuta como o profissional que utiliza a música e seus elementos para prevenir, restaurar ou reabilitar a saúde física, mental e psíquica das pessoas. Poderão exercer a profissão os portadores de diploma de educação superior em Musicoterapia expedido por instituições reconhecidas pelo governo federal, assim como os portadores de diploma de escola estrangeira, desde que revalidado no país, e os portadores de diploma de nível superior que tenham exercido a atividade, comprovadamente, por cinco anos ou mais.
A proposta recebeu parecer favorável em 18 de setembro do ano passado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde foi relatado pela senadora Patrícia Saboya (PDT-CE); e, em 23 de abril deste ano, na Comissão de Assuntos Sociais, onde foi relatado pela senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO).
A proposta, de autoria do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), foi votada como item extrapauta nesta terça-feira por solicitação do senador Flávio Arns (PT-PR), que teve o assentimento dos líderes partidários. De acordo com Flávio Arns, a proposta já gera grande expectativa entre os profissionais do setor. O senador destacou a importância da musicoterapia na habilitação, reabilitação e promoção das pessoas portadoras de deficiência, assim como de idosos e crianças.
José Paulo Tupynambá / Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Jean Houston
Warwick Avenue – Duffy
Aimee Anne Duffy
O homem Comum – Philip Roth

Mendicus
Oração de um mendigo
Pai,
desde o alto céu ouve a minha prece,
imploro humildemente por minha alma,
miserável homem que sou, camumbembe,
desvalido e indigente.
Sou este sapato velho,
este pão embolorado,
este resto no prato,
esta carne que não sente mais nada.
Por dias e noites,
de baixo da chuva e do sol,
em dias quentes e frios,
fico a beira do caminho,
Te digo que não compreendo,
pois não mendigo pão, não mendigo moedas
que sobraram no bolso de alguém,
não mendigo favores de um passante.
Descobri que há mendigos em finas casas,
em palácios e escritórios,
Descobri que não se mendiga
apenas por um prato de comida,
Descobri que há coisas piores
que se pode mendigar…
Pai,
Eu não roubei, não matei e não subornei,
mas perdi a vontade de viver,
perdi meus sonhos
em algum lugar distante
e não os encontro mais,
mendigo porque me perdi
e não encontro mais
o caminho de casa.
Pai,
Minha maior miséria
é ter me iludido ao meu próprio respeito,
meu maior engano,
habitando em minha mente e coração,
Mendigo
por analgésicos,
para dores existenciais,
analgésicos,
que abrandem minha dor de viver.
Pai,
Solicito com insistência,
peço com clemência,
que sacies minha fome, sede e frio,
minha desesperança, minha desilusão no humano,
que me tragas o sentido de viver,
em meio a um mundo cheio de dor e morte.
Em Terras Gaúchas
Em Terras Gaúchas
Viajando sozinha por terras distantes,
de vales, colinas e riachos,
casas distantes que até parecem inabitadas,
marcadas pela colonização germânica.
Passo por paisagens bucólicas,
que até parecem artificiais,
por lugares incrustados,
no meio a serra gaúcha.
Canela, Gramado, Nova Petrópolis e Caxias.
Vou passando bem cedo por estes lugares,
ao alvorecer do dia, vejo o despertar das cidades,
com meus olhos curiosos sobre os humanos que ali habitam.
Humanos como eu,
que choram e riem.
Humanos com suas perguntas,
sem respostas simples.
Humanos com suas contradições
marcadas no desenho das cidades,
nas ruas, nas casas,
no rostos dos velhos e dos jovens.
Humanos trabalhadores,
construindo e desconstruindo,
Humanos que se reinventam
ao longo de suas vidas.
Humanos com sua solidão,
seu destempero, seu desassossego.
Humanos com seus apegos e desapegos
com suas inquietações internas.
Humanos complexos,
fios na trama da vida.
Humanos com raízes que os prendem a terra
e asas que almejam o céu.
O que nos poderá surpreender no humano?
O que poderá acontecer que já não tenha acontecido um dia?
O que poderá ser inédito debaixo do sol?
O que poderá responder as perguntas sem respostas?
N.N.A.
Viagem a Gramado de 23 a 27 de setembro de 2008
“ O que foi, isso é o que há de ser, e o que se fez, isso se tornará a fazer; de modo que nda há de novo debaixo do sol” Ecl.1: 9










