IX Encontro de Musicoterapia da FAP
Depois que Otar partiu

Título original:Depuis qu’Otar est parti
Direção: Julie Bertucelli
Elenco: Esther Gorintin, Nino Khomasuridze, Dinara Drukarova, Temur Kalandadze, Rusudan Bolqvadze, Sasha Sarishvili, Duta Skhirtladze
Ada, uma jovem de 25 anos, vive num pequeno apartamento com Marina, a mãe, e Eka, a avó, em Tbilisi, a capital da Geórgia pós -soviética. Os ânimos às vezes se exaltam entre elas e o menor gesto da vida cotidiana pode acirrar as tensões. Suas rotinas apenas mudam com as notícias de Otar , o filho adorado de Eka , um médico que foi tentar a vida em Paris , onde só consegue sobreviver como pedreiro. Como todos os ausentes, Otar tornou-se um mito na família e suas cartas chegam como mensagens de sonho e esperança. Repentinamente, Ada e Marina se vêem obrigadas a ocultar algo a Eka, mas a mentira acaba transformando a vida delas.
NAPNE em Ação
Alisson Fernandes dos Santos fez a
último dia 27 de junho de 2008.
Através do NAPNE –
a universidade ofereceu apoio com a intérprete
Noemi Nascimento Ansay, que atuou em dois seminários preparatórios
e na própria defesa da dissertação.
Intitulado “Ação de desferoxamina e deferiprona em eritrócitos de portadores de ß-talassemias submetidos à sobrecargaoxidativa de terc-butilhidroperóxido, ‘in vitro’
Oliverio Girondo – Poesia da Argentina
Fotos: German Lorca
CURSO DE LIBRAS na FAP
Módulo I
Carga horária: 40 horas/aula
Inscrições de 01/08 a 25 de agosto de 2008 no protocolo da FAP.
Aulas: segundas e quarta-feiras das 19:00 ás 22:15h
Período: 25/08 a 08/10/2008Número de vagas: 20
Conteúdos
I- Mundo dos Surdos: identidade e cultura surda
II – Artes no contexto da cultura surda
IV – Gramática da Libras
Público alvo: alunos, funcionários, docentes e outros profissionais.
Instrutores e professores:
Rita de Cássia Maestri – Psicóloga surda
Juan Gelman ( 1996)
Epitafio
Un pájaro vivía en mi
Una flor viajaba en mi sangre
Mi corazón era un violín.
Quise e no quise. Pero a veces
me quisieron. También a mí
me alegraban: la primavera,
las manos juntas, lo feliz
Digo que el hombre debe serlo!
( Aquí yace un pájaro.
Una flor.
Un violín.)
Juan Gelman
Café de Los Maestros
Assisti este belíssimo filme em Buenos Aires na Rua Suipacha com minha querida amiga Emilia.
Cafe de Los Maestros
Country: Argentina
Year: 2008
Running time: 90 Minutes
Genres: Documentary, Music
Premiere:North American Premiere
Programs: Documentary Films, Face the Music
Language: Spanish
Sub-Titles:English Sub-Titles
Other Countries: USA/Brazil/Argentina
Do outro lado da Fronteira
Do outro lado da fronteira…
em “Mi Buenos Aires querida”
homens e mulheres andam elegantes pelas ruas,
andam como sombras cinzas pelas calçadas,
andam por entre praças, monumentos e prédios,
lembranças do que um dia pareceu uma Europa Latina.
Do outro lado da fronteira,
na residência do vizinho portenho,
também há pobreza,
há fome e dor,
há gente deitada pelas calçadas,
gente chorando por suas perdas irreparáveis.
Do outro lado da fronteira,
o humano é tão humano,
como em qualquer outro ponto do planeta,
chora, ri, ama e odeia.
Trata o próximo bem ou mal pelas conveniências,
pelo que possuem ou pela quantia de dólares no bolso
Do outro lado da fronteira,
no campo e na cidade,
há um nó na garganta, um grito ecoando
homens e mulheres aguerridos e corajosos
pedindo por um país mais justo.
Mães na “Plaza de Mayo” gritam em silêncio pelos filhos desaparecidos
Do outro lado da fronteira,
irmãos paraguaios reviram sacos de lixo,
andam vagueando pelas ruas,
procurando comida para seus filhos famintos,
são culpabilizados pelo desemprego
e por todos os males que acometem a nação.
Do outro lado da fronteira,
há violência pelas ruas,
motoristas de ônibus fazem greve na madrugada
em protesto a morte de um colega,
morto a facadas,
só porque a máquina das moedas não funcionou.
Do outro lado da fronteira,
no sul e norte da cidade,
vê-se a pobreza e a riqueza,
suntuosas moradias e barracos,
La Boca, Constitucion, San Telmo
Palermo, Recoleta, Puerto Madero.
Do outro lado da fronteira
ouve-se tango e milonga,
casais dançam tango nas ruas,
Gardel ainda canta canções de amor,
versos de Borges e Gelman são declamados
o cotidiano da vida cantado em prosa e verso.
Do outro lado da Fronteira…
também é um espelho do que há do lado de cá da fronteira,
gente de carne e osso,
gente com sede e fome de justiça,
gente trabalhadora,
gente latina americana,
que ao descobrir-se,
uma América Latina mais justa com todos os seus filhos..
Poema escrito na viagem a Buenos Aires em 20/07/2008
Curso de Libras
A FAP abrirá em agosto as inscrições para Curso de Libras
Módulo I : LIBRAS( Língua Brasileira de Sinais)
Carga horária: 40 horas/aula
Inscrições de 01/08 a 25 de agosto de 2008 no protocolo da FAP.
Na matrícula o participante paga R$ 40,00 e no início do curso outra parcelade R$ 40,00.
Aulas: segundas e quarta-feiras das 19:00 ás 22:15h, no período de 25 deagosto a 8 de outubro.
Número de vagas: 20
Instrutores (surdos) e professores:
Rita de Cássia Maestri- Psicologa surda
Bruno Pierim Ernsen – instrutor surdo
Noemi Nascimento Ansay (Docente da FAP)
Deficiente auditivo recebe título de mestre na UFPR
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL701038-5604,00.html
Deficiente auditivo recebe título de mestre na UFPR
Alisson Fernandes dos Santos defendeu a dissertação na UFPR com ajuda de intérprete. Com problema congênito que lhe causou surdez profunda, ele aprendeu leitura labial.

Aos 32 anos, formado em farmácia e bioquímica pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Alisson Fernandes dos Santos acabou de receber o título de mestre em ciências farmacêuticas com ênfase em análises clínicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Santos era aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFPR e através do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais (Napne), a universidade ofereceu apoio com a intérprete Noemi Nascimento Ansay, que atuou em dois seminários preparatórios e na própria defesa da dissertação – já que a surdez de Santos é bilateral (dos dois lados) e ele se comunica apenas via leitura labial.
Ele acrescentou que ainda quer fazer doutorado. “Sempre tive dificuldade em todas as etapas, mas sempre as superei com o apoio familiar. As barreiras são muitas e as pessoas não podem desistir, ninguém pode atrapalhar a nossa vontade de crescer”, afirmou.
Para defender a tese na UFPR, Santos apresentou o trabalho oralmente e expôs o material em power point para que os professores da banca pudessem acompanhar e tirar alguma dúvida. Para isso, ele contou com a ajuda de uma intérprete do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais da UFPR.
O trabalho de Santos será apresentado ao longo dos próximos meses no 20º Congresso Internacional de Química Clínica e Medicina Laboratorial e no 35º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas, em Fortaleza (CE).

















