O que você gostaria de fazer com seus melhores amigos?

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Poema: Frágil

Arte: Mari Suoheimo

Frágil

Frente à fadiga, fraqueza e fracasso,

fugiu ferida, febril, fastiada.

Flagelou sua alma,

refletiu:

sou uma fortaleza?

sou uma flor?

sou uma fagulha?

ou sou uma farsa?

n.n.a

Menino Antigo – Carlos Drummond de Andrade

REVOLTA

Não quero este pão — Quinquim atira
o pão no chão.

A mesa vira vidro, transparente
de emoção.
Quem ousa fazer isso em pleno almoço?
Pede castigo
o pão jogado ao chão.

O Castigador decreta:
Agora de joelhos você vai
apanhar este pão.
Vai trazer um barbante e amarrar
o pão no seu pescoço
e vai ficar o dia todo
de pão no peito, expiação.

Quinquim perdeu a força da revolta.
Apanha o pão, amarra o pão
no pescoço humilhado
e ostenta o dia todo
a condecoração.

Carlos Drummond

Drummond: 100 anos
Carlos Machado, 2002

Carlos Drummond de Andrade : Remissão

Remissão

Tua memória, pasto de poesia,

tua poesia, pasto dos vulgares,

vão se engastando numa coisa fria

a que tu chamas: vida, e seus pesares.

Mas, pesares de quê? perguntaria,

se esse travo de angústia nos cantares,

se o que dorme na base da elegia

vai correndo e secando pelos ares,

e nada resta, mesmo, do que escreves

e te forçou ao exílio das palavras,

senão contentamento de escrever,

enquanto o tempo, em suas formas breves

ou longas, que sutil interpretavas,

se evapora no fundo do teu ser?

Carlos Drummond de Andrade

Imperdível: Musicoterapia na Globo News

Musicoterapia e seus benefícios na Globo News

Veja a reportagem na Globo News sobre a Musicoterapia e seus benefícios:

CBO – Musicoterapeuta

Colegas Musicoterapeutas, MUDAMOS DE CÓDIGO NO CBO.
O musicoterapeuta que anteriormente estava classificado dentro da família de Terapeutas Ocupacionais e Afins com Terapeutas Ocupacionais e Ortóptipos, conquista e firma cada vez mais sua identidade no mercado de trabalho, passando a compor com Arteterapeutas e Equoterapeutas uma nova Família denominada Profissionais das terapias criativas e equoterápicas!

Kashmere Stage Band

Fonte:http://en.wikipedia.org/wiki/Kashmere_Stage_Band

Kashmere High School is located in a predominantly black neighborhood known as Kashmere Gardens in Houston, Texas. Music teacher Conrad O. Johnson attended an Otis Redding concert in 1967 and was inspired to translate the style of the concert into a program he could sustain at the high school in order to create opportunities for his student musicians, and thus the Kashmere Stage Band was born. During its time, KSB won national championships in high school band competitions and gained a reputation as being unbeatable. Johnson served as band director, arranger, and principal composer for the band. KSB recorded eight albums during its life.

The teenagers in the Kashmere Stage Band produced a sound equal to that of the contemporary funk bands the JB’s and the Bar-Kays. Although lost for decades, since 2003 the KSB recordings have been released, some for the first time, on both vinyl record and CD and have become prized by hip-hop artists and DJ’s for their inimitable sound. A notable sampling occurs on theHandsome Boy Modeling School album So… How’s Your Girl?; DJ Shadow’s track “Holy Calamity (Bear Witness II)” samples “Kashmere” from the album Kashmere Stage Band Plays Originals. Notable KSB alumni include jazz drummer Bubbha Thomas. Stones Throw Records imprint label Now-Again Records released a compilation of KSB material in 2006.
In February 2008, thirty original members of the Kashmere Stage Band, all in their mid-50s, reunited for the first time in over three decades to pay tribute to their legendary leader, Conrad “Prof” Johnson, who was 92 at the time. The story of Prof, the exceptional music program he built, and the historic reunion of his former students was captured in a feature-length documentary film,Thunder Soul,[2] narrated by Jamie Foxx, released in theaters on September 23, 2011.

http://www.youtube.com/watch?v=o3sEW9-RVh8&feature=share&list=AL94UKMTqg-9D2cB0AiqLhfUFAAYNneYCO

http://www.youtube.com/watch?v=MR1lAF9uK_U&feature=share&list=AL94UKMTqg-9D2cB0AiqLhfUFAAYNneYCO

Poema: Rosa

Rosa
Contra a indiferença
e a solidão,
os espinhos da vida,
apenas uma rosa,
contra as dores do mundo,
as chagas da alma
apenas uma rosa.
Apenas uma rosa,
com um pedido de perdão,
com uma prece,
com uma saudade.
Apenas uma rosa  
sobre o túmulo,
sobre o esquecimento,
sobre  o ódio,
sobre as guerras.
Ofereço-te uma rosa,
apenas uma rosa.
n.n.a     24/01/2013

Concurso Público para Professores na Faculdade de Artes do Paraná

Poema: Chove na Ilha do Mel




 Chove na Ilha do Mel
A vida segue em compassos lentos,
um longo e interminável adágio.
Chove na Ilha,
me recolho,
encolho.
Olho da janela,
ninguém pelas ruelas,
sem asfalto e sem luz,
de longe o mar me chama,
me convida,
mas sinto frio.
Da pousada  Paralelas
ouço o canto das ondas,
que vem e vão,
caprichosas,
inquietas,
meninas levadas,
mas obedientes,
aceitam sem relutar seu destino.

De onde vem o apego que tenho de tudo?
Não sei dizer adeus,
não gosto de despedidas,
sou um ser lento,
me apego a detalhes,
um livro, uma flor, uma concha.
Amo coisas perfumadas e floridas,
amo ver a solidão dos penhascos,
a tristeza de um pássaro solitário,
a inocência de meninas brincando de amarelinha.
Amo as palavras,
as doces cobertas de creme,
as amargas e gosmentas,
as marinhas, arenosas e chuvosas.

Chove na Ilha do Mel,
e da Praia Grande ao Farol das Conchas,
tudo diz: descanse, descanse,
sossegue inquieto coração.
Tudo é silêncio na Ilha do Mel.
n.n.a
27/01/2013

Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face.(Sl 42:5)

Origem do nome da Ilha do Mel

O aparecimento de um mapa constante do “Livro de Toda a Costa da Província Santa Cruz”, feito por João Teixeira Albbernas em 1666 e que se encontra na mapoteca do Ministério das Relações Exteriores, onde a Ilha já aparece com a denominação de Ilha do Mel, praticamente desvendou o mistério sobre o nome. Outro mapa, de Antônio Vieira dos Santos, publicado em 1850, também já continha a Ilha do Mel com essa denominação. No século passado a Ilha também era conhecida como “Ilha da Baleia”, talvez pelo seu formato.

Várias hipóteses (folclóricas) são conhecidas para a origem do nome: – A extração de mel silvestre, anterior a 1950, quando os alimentos eram adoçados com o mel ou com o açúcar extraído da cana da própria ilha, devido à dificuldade de obter o açúcar industrializado; – A existência de uma família de origem alemã que habitava a região da Fortaleza, e onde havia um engenho para produção de farinha de mandioca. Farinha em alemão, escreve-se “Mehl”; – A cor da água do mar vista do alto do Morro das Conchas – Farol, principalmente no início da Praia do Farol (Paralelas); – O formato da Ilha, cuja parte oeste lembra mel saindo da boca de um recipiente (parte sul); – A lua-de-mel que os escravos mais fortes desfrutavam com várias negras, onde os mesmos eram deixados por vários dias, para a reprodução, no século passado; – Antes da Segunda Guerra Mundial a ilha era conhecida coma a ilha do Almirante Mehl que se dedicou à apicultura e cuja família lá frequentava; – Marinheiros aposentados viviam na Ilha e dedicaram-se à apicultura, produzindo uma quantidade tamanha que chegaram a exportar o produto até os anos 60; – A água doce existente na ilha contém mercúrio Em contato com a água salgada isto causa uma coloração amarela, semelhante à cor de favos de mel; – Os índios Carijós que viviam na região apreciavam muito o mel de abelhas, então a exploração apícola é antiga.

Camargo Guarnieri (1907-1993)

Sonata de Camargo Guarnieri. Programa OPUS – TVE. Piano: Larry Fountain, Violoncelo: Gretchen Miler

Poema: Vento pelas ventanas

Vento pelas ventanas
O vento forte abre a porta com violência,
não pede licença, é senhor de si.
A chuva adentra pelas ventanas,
que não resistem a força do vento.
É verão em Buenos Aires,
todos correm pelas ruas,
as luzes apagam-se e um silêncio grita
pelas ruas desoladas da capital portenha.
Depois da tempestade,
ouve-se ao longe um acordeom solitário,
melancólico toca um tango triste.

Venta pelas ventanas,

vendaval em meu coração.
n.n.a

Livros Infantis da Coleção Itaú Criança em Braille

Peça livros desta coleção em braille.

https://ww2.itau.com.br/itaucrianca/peca_colecao_braile.aspx

Filme indiano Black sobre uma garota surdocega

Dica do site http://culturasurda.net/2013/02/01/black/

Michelle McNally é uma garota surdocega nascida em uma rica família anglo-indiana. Ainda pequena, prestes a ser internada em um asilo, passa a ser educada por um brilhante professor (Debraj Sahai), com quem divide sonhos e vivencia os momentos mais importantes de sua vida. De criança “intratável”, Michelle passa a se comunicar por língua de sinais tátil, escrita manual, Braille e Tadoma, realizando grandes conquistas. Quando reencontra o seu professor, sua luz é que os guia na escuridão. Um filme indiano de Sanjay Leela Bhansali, disponibilizado na íntegra e com legendas em Português: “Black”.

Belíssimo filme, me emocionei percebendo o papel do professor (a) na vida de um aluno ou aluna.
Um professor ou professora trabalha pelo compromisso que tem com seus alunos, trabalha para vê-los crescerem e desenvolverem-se, seu verdadeiro desejo é que eles cheguem muito além do que ele chegou.

Atletismo Esperança de Campo Mourão: Fecam conquistou 8 medalhas na Prova 28 de Janeiro…

Atletismo Esperança de Campo Mourão: Fecam conquistou 8 medalhas na Prova 28 de Janeiro…: A Equipe de atletismo da Fundação de Esportes de Campo Mourão (Fecam) ganhou suas primeiras medalhas no ano na 51ª Prova 28 de Janeiro, em…

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