Poema: Vento pelas ventanas

Vento pelas ventanas
O vento forte abre a porta com violência,
não pede licença, é senhor de si.
A chuva adentra pelas ventanas,
que não resistem a força do vento.
É verão em Buenos Aires,
todos correm pelas ruas,
as luzes apagam-se e um silêncio grita
pelas ruas desoladas da capital portenha.
Depois da tempestade,
ouve-se ao longe um acordeom solitário,
melancólico toca um tango triste.

Venta pelas ventanas,

vendaval em meu coração.
n.n.a

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