Não tendo conseguido curar a morte, a miséria, a ignorância, os homens lembraram-se, para ser felizes, de não pensar nisso tudo.
A sensibilidade do homem às pequenas coisas e sua insensibilidade às grandes revelam uma estranha inversão.
Entendo, assim, os braços ao meu Libertador, que, tendo sido predito durante quatro mil anos, veio sofrer e morrer por mim sobre a terra, no tempo e em todas as circunstâncias que foram preditas, e, por sua graça, espero a morte em paz, na esperança de lhe ser eternamente unido; e vivo com alegria, quer nos bens que lhe apraz conceder-me, quer nos males que me envia para o meu bem, e que me ensinou a sofrer com seu exemplo.
Jesus Cristo, objeto central dos dois Testamentos, no velho como esperança, no Novo como modelo, nos dois como centro

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