“Frágil, seda viva inacabada,
vida contida no casulo,
feia, asquerosa, cinza, inacabada.
Vi-te saindo lenta, miraculosa do teu invólucro,
tuas antenas, teus olhos castanhos, teu corpo longilíneo,
teu par de asas que abriu-se em um azul cobalto fosforescente”

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