

” Meu Deus, não tenho forças para dizer que sensação de infinita solidão vazou minha alma! Senti como se o último barco que podia resgatar-me de minha ilha deserta passasse ao largo sem avistar meus sinais de desamparo. Meu corpo tombou lentamente, como se tivesse chegado a hora da velhice” ( 2012, p.146)
” Que o mundo é horrível é uma verdade que não requer demonstração. Em todo caso, bastaria um fato para prová-lo: num campo de concentração, um ex-pianista queixou-se de fome e foi obrigado a comer uma ratazana, só que viva.” (2012, p.8)
SABATO, Ernesto. O túnel. São Paulo: Media fashion, 2012

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