Poema: Virose


Virose

Maldita virose,
atingiu-me em cheio,
foram sequências de golpes:
jabes, diretos e cruzados,
fui a nocaute já no primeiro assalto.
Garota má,
açoitou-me com calafrios dos pés a cabeça.
e na queda de braço, perdi.
Fui dominada por vertigens, enjoos  e  febre,
prostrada na cama,
não tinha ânimo pra nada.
Nunca almejei tanto, um bom chá de boldo,

um analgésico e uma dose generosa de Plasil.


n.n.a

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